A cruz é o ponto central da
fé cristã. Temos certeza que confirmamos Jesus
e a cruz, pela aceitação de suas verdades. Perceba
agora os eventos do Calvário, como nosso Salvador se
portou através de Seu grande sacrifício para assegurar
nossa redenção na cruz do Calvário.
Então
Jesus disse:
Pai perdoa essa gente!
Eles não sabem o que estão fazendo.
Em seguida,
tirando a sorte com dados, os soldados repartiram entre si as
roupas de Jesus. O povo ficou ali olhando, e os lideres zombaram
de Jesus, dizendo: ELE salvou a outros. Que salve a Si mesmo,
se é de fato o Messias que Deus escolheu!
~Lucas 23*34~
Mais ou menos ao meio-dia
o sol parou de brilhar,
e uma escuridão cobriu toda a terra até as três
horas da tarde.
E a cortina do templo se rasgou pelo meio.
~Lucas 23*44~

TUDO
COMEÇA NUM JARDIM
Relato sobre a morte
de Cristo
Sou um cirurgião,
e dou aulas há algum tempo.
Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante
a minha carreira estudei anatomia a fundo.
Posso, portanto escrever sem presunção a respeito
de uma morte como aquela.
Jesus entrou em agonia no
Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer
pela terra.
O único evangelista
que relata o fato é um médico, Lucas.
E o faz com a precisão de um clínico.
O suar sangue, ou hematidrose
é um fenômeno raríssimo.
É produzido em condições
excepcionais: para provocá-lo é necessário,
uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral
violento causado por uma profunda emoção, por
um grande medo.
O terror, o susto, a angústia
terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos
homens devem ter esmagado Jesus.
Tal tensão extrema
produz o rompimento das finíssimas veias capilares que
estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue
se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então
escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo
preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a
Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes.
Pilatos cede, e então ordena a flagelação
de Jesus.
Os soldados despojam Jesus
e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio.
A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas
sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos
ossos.
Os carrascos devem ter sido
dois, um de cada lado, e de diferente estatura.
Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões
de microscópicas hemorragias do suor de sangue.
A pele se dilacera e se
rompe; o sangue espirra.
A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor.
As forças se esvaem;
um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em
uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo
das costas.
Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em
uma poça de sangue.
Depois o escárnio da coroação.
Com longos espinhos, mais
duros que os de acácia, os algozes entrelaçam
uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça.
Os espinhos penetram no
couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem
o quanto sangra o couro cabeludo).
Pilatos, depois de ter mostrado
aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega
para ser crucificado.
Colocam sobre os ombros
de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns
cinqüenta quilos.
A estaca vertical já
está plantada sobre o Calvário.
Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas
de terreno irregular e cheias de pedregulhos.
Os soldados o puxam com
as cordas.
O percurso é de cerca
de 600 metros.
Jesus, fatigado, arrasta
um pé após o outro, freqüentemente cai sobre
os joelhos.
E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas.
Quando ele cai por terra,
a viga escapa-lhe, escorrega, e esfola-lhe o dorso.
Sobre o Calvário tem início a crucificação.
Os carrascos despojam o
condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas
e tirá-la produz dor atroz.
Quem já tirou uma
atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata.
Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica,
dilaceram-se as terminações nervosas postas em
descoberto pelas chagas.
Os carrascos dão
um puxão violento.
Há um risco de toda
aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não
é o fim.
O sangue começa a escorrer.
Jesus é deitado de
costas, as suas chagas incrustam-se de pedregulhos.
Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz.
Os algozes tomam as medidas.
Com uma broca, é
feito um furo na madeira para facilitar a penetração
dos pregos.
Os carrascos pegam um prego
(longo, pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso
de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem
sobre a madeira.
Jesus deve ter contraído
o rosto assustadoramente.
O nervo mediano foi lesado.
Pode-se imaginar aquilo
que Jesus deve ter provado; umas dores lancinantes, agudíssimas,
que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo
o cérebro.
A dor mais insuportável
que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão
dos grandes troncos nervosos provoca uma síncope e faz
perder a consciência.
Em Jesus não.
O nervo é destruído
só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece
em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz,
o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino
esticada sobre a cravelha.
A cada solavanco, a cada
movimento, vibrará despertando dores dilacerantes.
Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante
empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro
sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o
tombar para trás, o encostam, na estaca vertical.
Depois rapidamente encaixam
o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical.
Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira
áspera.
As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio.
A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que
o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.Cada
vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam
pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe os pés.
Ao meio-dia Jesus tem sede.
Não bebeu desde a
tarde anterior.
Seu corpo é uma máscara
de sangue.
A boca está semi-aberta
e o lábio inferior começa a pender.
A garganta, seca, queima-lhe,
mas ele não pode engolir.
Tem sede.
Um soldado estende-lhe sobre
a ponta de uma vara uma esponja embebida em bebida ácida,
em uso entre os militares.
Tudo aquilo é uma
tortura atroz.
Um estranho fenômeno
se produz no corpo de Jesus.
Os músculos dos braços
enrijecem-se em uma contração que vai se acentuando:
os deltóides, os bíceps esticados e levantados,
os dedos curvam-se.
E como acontece a alguém
ferido de tétano.
A isto que os médicos
chamam titânia, quando os sintomas se generalizam: os
músculos do abdômen enrijecem-se em ondas imóveis.
Em seguida, aqueles entre
as costelas, os do pescoço, e os respiratórios.
A respiração se faz pouco a pouco mais curta.
O ar entra com um sibilo,
mas não consegue mais sair.
Jesus respira com o ápice dos pulmões.
Tem sede de ar: como um
asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco
a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta
purpúreo e enfim em cianótico.
Jesus é envolvido
pela asfixia.
Os pulmões cheios
de ar não podem mais se esvaziar.
A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora
de órbita.
Mas o que acontece?
Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um
ponto de apoio sobre o prego dos pés.
Esforça-se a pequenos
golpes, se eleva aliviando a tração dos braços.
Os músculos do tórax se distendem.
A respiração
torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam
e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esforço?
Porque Jesus quer falar: Pai perdoa-lhes porque não sabem
o que fazem.
Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e
a asfixia recomeça.
Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz:
cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como
apoio o prego dos pés.
Inimaginável!
Atraídas pelo sangue
que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem
ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las.
Pouco depois o céu
escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui.
Logo serão três da tarde, depois de uma tortura
que dura três horas.
Todas as suas dores, a sede,
as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos
arrancam-lhe um lamento:
Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?
Jesus grita:
Tudo está consumado!
Em seguida num grande brado diz:
Pai, nas tuas mãos EU entrego o meu espírito.
E morre.
Em meu lugar... e no seu.
Relato
das dores de Jesus feita por um grande estudioso francês,
o médico Doutor Barbet:
dando a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus
durante a sua paixão.

Jesus, o caminho
para o Pai!
Não fiquem aflitos.
Creiam em Deus e creiam também em MIM.
Na casa do meu Pai há muitas moradas, e EU vou preparar
um lugar para vocês. Se não fosse assim, EU já
lhes teria dito. E depois que EU for e preparar um lugar para
vocês, voltarei e os levarei comigo para que onde EU estiver
vocês estejam também. E vocês conhecem o
caminho para o lugar aonde EU vou.
EU SOU o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA;
ninguém pode chegar até o Pai a não ser
por MIM.
João*14
Via
Dolorosa
Lyric and Composer: Billy Sprague and Niles Borop
The Way of The Cross
Down
the Via Dolorosa in Jerusalem that day
The soldiers tried to clear the narrow street
But the crowd pressed to see
A Man condemned to die on Calvary
He
was bleeding from a beating - there were stripes upon His back
And He wore a crown of thorns upon His head
And He bore with every step
The scorn of those who cried out for His death
Down
the Via Dolorosa, called the way of suffering
Like a lamb came the Messiah Christ the King
But He chose to walk that road out of His love for you and me
Down the Via Dolorosa all the way to Calvary
The blood that would cleanse the souls of all men
Made its way through the heart of Jerusalem
Down the Via Dolorosa called the way of suffering
Like a lamb came the Messiah Christ the King
But He chose to walk that road out of His love for you and me
Down the Via Dolorosa all the way to Calvary
Spanish
translation of first verse and chorus:
Por
la Via Dolorosa, triste dia en Jerusalem
Los soldados le abrian paso a Jesus
Mas la gente se acercaba
Para ver al que llevaba aquella cruz
Por la Via Dolorosa que es la via del dolor
Como oveja vino Christo, Rey, Senor
Y fue El quien quiso ir por su amor por ti y por mi
Por la Via Dolorosa al Calvario y a morir.


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