
A
BÍBLIA TRANSFORMA VIDAS
Carta
de Pedro
*apóstolo
de Jesus
Saudação
Escrevo
esta carta ao povo de Deus que vive espalhado por todo o mundo...Vocês
foram escolhidos de acordo com o propósito de Deus, o
Pai. Que a graça e a paz estejam com vocês e aumentem
cada vez mais, por meio do conhecimento que vocês têm
de Deus e de Jesus, o nosso Senhor!
O poder de Deus nos tem dado tudo o que precisamos para viver
uma vida que agrada a Ele, por meio do conhecimento que temos
d’Aquele que nos chamou para tomar parte na Sua própria
glória e bondade. Por isso mesmo façam todo o
possível para juntar a bondade à fé que
vocês têm. À bondade juntem o conhecimento
e ao conhecimento, o domínio próprio. Ao domínio
próprio juntem a perseverança e à perseverança
a devoção a Deus. A essa devoção
juntem a amizade cristã e à amizade cristã
juntem o amor. Pois são essas as qualidades que vocês
precisam ter. Vocês fazem bem em prestar atenção
nessa mensagem. Pois ela é como uma luz que brilha em
lugar escuro, até que o dia amanheça e a luz da
estrela da manhã brilhe no coração de vocês.
Que vocês tenham, mais e mais, a graça e a paz
de Deus!
Assinado: Simão Pedro

Deram
uma Bíblia a um enfermo no hospital americano da Turquia.
Este, ao ter alta, levou o livro para sua casa na vila de seu
nascimento, na Armênia. Um eclesiástico armênio,
vendo a Bíblia, arrebatou-a de sua mão e rasgou-a,
atirando as folhas pela rua. Ficou assim a Bíblia espalhada
pelo chão. Um vendedor passando e vendo as folhas, ajuntou-as
e levou pare sua mercearia para servir de papel de embrulho.
E foi com elas embrulhando as coisas: uma vela, um pedaço
de queijo, azeitonas, etc. Os fregueses levavam assim suas compras
nas folhas em que a Palavra de Deus estava impressa. Deste modo
singular a Bíblia foi espalhada por toda a vila. Não
tardou que os fregueses perguntassem se havia mais daquelas
folhas, porque eles as tinham lido e queriam saber mais acerca
daquele livro. Mas o dono da Mercearia, que nada sabia da Bíblia,
não podia ajudá-los. Entretanto, as folhas preciosas
foram guardadas com cuidado e lidas muitas vezes. Certo dia,
um missionário colportor, percorrendo as províncias
da Turquia, chegou a essa vila obscura. Foi grande a sua admiração.
Cerca de cem pessoas vieram à sua presença pedindo
a Bíblia ou partes da mesma. A “Bíblia Espalhada”
havia proclamado a sua própria mensagem de luz e de vida,
e provara que a Palavra de Deus não torna para Ele vazia.
Ela é preciosa e por si mesma germina nos corações
sinceros e carentes do Amor Divino.
Não importa o rumo que nossa vida tem tomado, mas importa
a direção que ela pode ir, se Deus a conduzir
por Sua palavra. Pensemos nisto e leiamos a palavra de Deus,
porque ela ainda é a espada de dois gumes que penetra
em nossa alma e consegue discernir até as intenções
do coração.

Esta
é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio
“milho crescido”. Todo ano ele entrava com seu milho
na feira e ganhava o maior prêmio. Uma vez um repórter
de jornal o entrevistou; e aprendeu algo interessante sobre
como ele cultivou o milho. O repórter descobriu que o
fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.
“Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor
semente de milho com seus vizinhos quando eles estão
competindo com o seu em cada ano?” - perguntou o repórter.
O fazendeiro respondeu: “Por que? Você não
sabe? O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através
do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho
inferior, a polinização degradará continuamente,
a qualidade de meu milho. Se eu for cultivar milho bom, eu tenho
que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom”. Ele era
atento às conectividades da vida. O milho dele não
pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore.
Assim é também em outras dimensões. Aqueles
que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos
estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que ajudar
os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes
têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o
bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
Assim, por essa lição, se desejamos ir para o
céu, devemos ajudar outros também a irem. Se desejarmos
nos preparar para a volta de Jesus, devemos ajudar outros a
se prepararem também.
É uma lição de vida.

Certa
tarde um pai saiu para um passeio com as duas filhas, uma de
oito e a outra de quatro anos. Em determinado momento da caminhada,
Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois
estava muito cansada para continuar andando. O pai respondeu
que estava também muito fatigado, e diante da resposta
a garotinha começou a choramingar e fazer “corpo
mole”. Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um
pequeno galho de árvore e o entregou à Helena
dizendo: - “Olhe aqui um cavalinho para você montar,
filha. Ele ira ajudá-la a seguir em frente”. A
menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde
tão rápido, que chegou em casa antes dos outros.
Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil
fazê-la parar de galopar. A irmã mais velha ficou
intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude
de Helena. O pai sorriu e respondeu dizendo: “Filha, muita
gente é como Helena; não sabe distinguir muita
coisa e se contenta com o que lhe dão, acreditando que
a única coisa que podem fazer é crer sem nenhum
questionamento e assim cavalgam pela vida em cavalos imaginários”.
Em nosso tempo devemos saber como aproveitar as informações
das lições estudadas até agora. Como poderemos
aplicar as profecias para o nosso tempo? Que mensagem Deus tem
para nós nesse tempo? Estudemos com espírito de
oração crendo que ainda há coisas que Deus
deseja que tomemos conhecimento.

Um
dia um joalheiro estava a trabalhar em sua banca quando entrou
na loja um homem pobremente vestido. Entregando ao joalheiro
uma rude pedra vermelha, perguntou-lhe quanto cobraria para
cortá-la e lapidá-la. O joalheiro examinou-a cuidadosamente.
Então, volvendo-se para o cliente, perguntou: - “Onde
arranjou esta pedra?”. “Oh! Está em casa
há muitos anos! Meu pai, faz muito tempo, achou-a na
Hungria, e eu sempre gostei dela. Quando saí de minha
terra para vir para a América, minha mãe a colocou
na minha mala. As crianças gostam de brincar com ela.
Nosso último bebê andava mordendo-a quando lhe
nasciam os dentes. Uma vez a perdemos, e depois a encontramos
num buraco de ratos. Mas diga-me: vale alguma coisa?”.
O joalheiro exclamou: - “Se vale alguma coisa? É
legítimo rubi, no valor de pelo menos quinze milhões
de reais!”. O homem ficou estupefato. Aquele homem, então,
disse: - “E nós temos lutado tanto por toda a vida,
para conseguir o pão de cada dia, quando tínhamos
em mãos uma pedra desse valor rolando pela casa!”.
A Palavra de Deus pode ser comparada a essa pedra. Podemos não
julgá-la de grande beleza ou valor, e talvez a deixemos
“rolando” em nossa vida, mas para aquele que a tenha
examinado com cuidado, estudando-a, meditando e orando em relação
a ela, além de observá-la, ela é uma jóia
que reflete a beleza do caráter divino.

Um
senhor, que tinha visitado uma escola, prometeu um prêmio
para o aluno que, quando ele voltasse tivesse a carteira em
melhor ordem. Alguém perguntou: - “Mas, quando
voltará o senhor?”. A resposta dele foi: - “Isso
eu não poderei dizer”. Uma menina, muito conhecida
por seus hábitos desordeiros, deu a entender que pretendia
candidatar-se ao prêmio. As colegas dela a caçoaram.
– “Você? Como, se a sua carteira está
sempre em desordem?”. Ela respondeu: “É verdade,
mas pretendo limpá-la no começo de cada semana”.
Alguém perguntou: – “Mas, se ele vier no
fim da semana?”. – “Então eu a limparei
cada manhã”. - Mas, ele poderá chegar à
tardinha”. Por uns momentos a criança pensou, silenciosa.
Então ela disse: - “Eu sei o que farei: mantê-la-ei
sempre limpa”. Assim deve ser com os servos do Senhor
que querem preparar-se para receber o galardão, por ocasião
de Sua vinda. Poderá ser à meia-noite, ao cantar
do galo, ou pela manhã. A advertência não
é “Preparai-vos”, mas, “Estai vós
apercebidos”.

Certa
vez houve no passado, um homem que, por ter roubado um pão
para matar a fome dos seus sobrinhos miseráveis, sofreu
anos e anos de prisão. Lá sofreu terrivelmente:
suportou as maiores privações e os piores tratos.
Um dia, afinal, foi posto em liberdade. A vida, entretanto,
se lhe tornara difícil. E quem daria emprego a uma pessoa
que já fora condenada por haver praticado um roubo? Nesse
estado de espírito foi ter à casa de um excelente
homem, que o recebeu bondosamente. E sabem vocês como
pagou a esse bondoso acolhimento? Fugindo de noite, levando
consigo um precioso par de candelabros de prata. Logo, a polícia
o apanhou e, desconfiando do roubo, levou-o a presença
do bondoso patrão. Qualquer pessoa colocaria novamente
o ladrão na cadeia. Ele não o fez, pois se condoeu
de sua sorte. Defendeu-o perante os guardas a lhe deu de presente
os dois candeeiros. Era assim que pagava a ingratidão
que recebera. O condenado ficou estupefato. Jamais esperara
que houvesse alguém no mundo que o tratasse dessa forma
e que fosse capaz de perdoar daquela maneira. Tocado no mais
ínfimo do seu ser, ele prometeu solenemente ao bom homem
jamais se desviar do caminho reto. E soube cumprir a promessa
até o fim da sua vida. (adap.)
O Messias, o Ungido morreu em nosso lugar e nos garantiu o perdão!

Um
senhor de meia idade, outrora homem perigoso, desleal para com
seus vizinhos, temido pelas suas atitudes criminosas e desprezado
por todos, contou o seguinte: “Quem me impressionou a
ponto de eu aceitar Jesus foi um jovem. Eu antes já conhecia
os cristãos. Mas, tinha uma atitude ostensiva contra
essa gente, jamais queria estabelecer relações
com os que usam “bíblias”, como eu os chamava.
Um dia, como estrela até então desconhecida, descobri
na vida desse jovem o que o fazia diferente de muitos outros.
Muitas e muitas vezes eu o encontrei com sua velha Bíblia
na mão, caminhando alegre pelas estradas em busca dos
que careciam de consolo, paz e alegria. Mais tarde descobri
que até as criancinhas gostavam dele. Todo mundo ali
sabia de sua vida irrepreensível. Bom filho, excelente
irmão, amigo leal, cristão fervoroso. Não
se acanhava de falar do Evangelho. Quando falava, o coração
da gente sentia a força inquebrantável de sua
autoridade. Tinha só 22 anos. Pensei muito na vida que
eu levava. O desejo de ler as Escrituras, a princípio
mera curiosidade, levou-me a compreender porque aquele jovem
era assim. Sem perder tempo, fui a Jesus e O aceitei como SALVADOR
E AMIGO. Desde este instante uma transformação
se fez sentir em mim e hoje sou criatura bem diferente”.
Que Jesus também nos transforme por Sua Palavra.
“O Senhor está comigo; não temerei o que
me pode fazer o homem” Salmo 118:6

A
Bíblia é o livro que mais se vende, e agora a
sua venda é maior que nunca. Um soldado de volta da guerra
queria reduzir a sua biblioteca e levou uma porção
de livros a uma casa de livros usados. Havia livros dos mais
diversos assuntos e uma Bíblia. O comerciante, empurrando
os livros políticos para o lado, disse: “Ninguém
procura estes livros atualmente; há um ano sim, mas hoje
ninguém os compra. Então tomou a Bíblia,
e disse: “Este livro sim, compro, pois sempre há
gente que quer a Bíblia”. Cada dia que se passa
a Bíblia é o livro mais “procurado”.
Suas palavras são tão verdadeiras e confortadoras
que foi o livro mais encontrado entre os soldados mortos na
guerra. Para vencer a solidão e os horrores da guerra,
só lendo a Palavra do próprio Deus, que lhes transmitia
confiança e segurança íntima.
O que a Bíblia mostra de mais confortante é que
Jesus é a figura central de Suas promessas e nossa maior
esperança.

“Que
pensais vós quanto a nossa necessidade do Senhor Jesus?”
Perguntava Gotthoid, e ele mesmo respondia:
De minha parte, minha alma é qual criança faminta
e sedenta,
e preciso de Seu amor para meu refrigério;
sou uma ovelha errante e perdida, e careço dEle como
bom Pastor;
minha alma é qual pomba assustada, e preciso de Sua força
para meu refúgio;
sou débil ramo de videira, e preciso de Sua cruz para
me amparar,
sou pecador, e careço de Sua justiça; sou pobre
maltrapilho e preciso de Sua santidade a me cobrir,
sou ignorante e preciso de Seus ensinamentos; sou simplório
e devo ter a guia de Seu Espírito Santo;
em tempo algum em nenhuma situação, posso passar
sem Ele.
Ele é o centro da minha vida.

Conta-se
que o frade Francisco de Assis ganhou de seus discípulos
um novo manto, que eles compraram com muito sacrifício.
Um pobre homem chegou-se a ele chorando a morte da esposa e
a sua família deixada na orfandade. Francisco disse-lhe:
“Eu lhe darei este manto com a condição
de que você não o dará a ninguém,
a não ser que o comprem e paguem bem”. Os frades
ouvindo isto correram atrás do homem para lhe tomarem
o manto. Mas o homem agarrando-se a ele resistiu dizendo o valor
do manto se o quisessem comprar. Os frades então não
tiveram alternativa e lhe pagaram o valor do manto trazendo-o
novamente para Francisco de Assis.
A este exemplo, podemos dizer que: Um povo se compõe
de indivíduos e Deus requer uma religião semelhante
à deste homem piedoso, uma religião prática.
Deus quer um povo que O busque sinceramente, e que ponha à
prova esta sinceridade, praticando os Seus mandamentos e rejeitando
a injustiça.

A
vitória dEle é sua vitória. É magnífica
esta teologia.
Existe a história de uma menina que tinha um gênio
muito mau. Depois da sua conversão nunca mais cedeu ao
seu gênio, e um dia alguém lhe perguntou a razão
disso. A resposta foi simples: “Antes que o Senhor Jesus
entrasse no meu coração o Seu inimigo batia na
porta, e quando eu me aproximava, ele empurrava a porta e entrava;
mas agora o Senhor Jesus entrou, e quando o inimigo bate, digo
ao Senhor: ‘Senhor, vai, por favor, abrir a porta!’.
E quando ele vê o Senhor Jesus na porta, vê alguém
que é mais forte do que ele e vai embora dizendo: ‘Parece
que bati em porta errada’.
Que o Senhor nos abençoe de forma carinhosa e que façamos
dEle o nosso escudo protetor nas lutas ou angústias.
Lutar sem Deus nesta vida é mau negócio, lutar
com Ele ao lado é certeza de vitória. Que o Senhor
nos abençoe na nossa carreira cristã e que um
dia nos encontremos todos juntos e salvos no lar celestial.

Há
tempos passados, um advogado ateu afirmou na escola onde lecionava:
“Vou viver num lugar onde não haja Bíblias,
Igrejas ou Conferências evangelísticas”.
Ele se mudou para um lugar distante no Arizona e antes de um
ano,
do lugar longínquo onde se encontrava, o advogado escreveu
à um ministro pedindo-lhe que fosse pregar o Evangelho
e levasse bastante Bíblias. Acrescentou:
Estou convencido de que um lugar sem Bíblias e sem cristãos
é impossível viver, tamanha é a iniqüidade
e a devassidão. Aqui está um testemunho e um inimigo
da Palavra de Deus,
do que seria o mundo sem a Bíblia, sem as Profecias e
sem o Evangelho.
Para isso mesmo diz o salmista:
“Maravilhosos são os Teus Testemunhos”.
Temos testemunhado que a Bíblia tem feito maravilhas
no mundo.
As profecias têm alertado o mundo cristão e o Evangelho
tem transformado os moradores do nosso planeta.
Mais uma vez sejamos gratos a Deus por esta bênção
tão maravilhosa que nos concedeu, a saber, o conhecimento
de Sua Palavra e das Profecias.

Uma
senhora forte e sadia ficou cega com quarenta anos de idade.
Durante o primeiro ano a tristeza era acima de suas forças.
Mas aos poucos reconquistou a coragem e tomou-se a alegria do
seu lar. Mais tarde esta senhora disse: “Há um
motivo pelo qual não deixo de dar graças ao Senhor.
É que descobri que minha mente é como uma janela
no meio da escuridão em que me encontro. Quando era menina
me apaixonei pela Bíblia e a lia sempre. Agora peço
para alguém que a leia para mim ou escuto gravações
feitas da Palavra e isto tem iluminado minha vida. Além
disso, tenho recitado diversos trechos das Escrituras que me
tem trazido o maior conforto. Ainda tenho visitado pessoas em
desalento e Deus tem me dado a graça de falar a essas
pessoas de minha experiência pessoal com Ele e com Sua
Palavra e o resultado tem sido abençoado”.

Um
oficial da Marinha americana contou a respeito de um velho marinheiro
que era conhecido como um grande ateu. Um dia em que estava
muito doente um amigo o visitou e deu-lhe uma Bíblia
dizendo: “Sei que você não crê na Bíblia,
mas leia-a a partir do livro de João e marque com caneta
vermelha aquilo que você acha que pode acreditar”.
O marinheiro cético pegou a Bíblia e começou
a lê-la e durante muitos e muitos dias não marcou
nem uma palavra em vermelho. Anos depois, o amigo que lhe dera
a Bíblia voltou ao navio e perguntou do velho marinheiro
e teve uma surpresa ao saber que ele se tornara o melhor homem
do navio. Um outro marinheiro disse ao visitante: “O interessante
é que um dia eu abri a Bíblia que o senhor lhe
dera e ela estava toda marcada de vermelho”. Ninguém
lhe explicara nada, mas o Espírito Santo o instruiu na
verdade e ele se converteu. A Bíblia na verdade nos prepara
para o Céu.

Durante
a primeira guerra mundial, houve um rapaz alemão de uns
dezoito anos de idade que se tomou um marinheiro voluntário
do exército americano. Era moço de firmes convicções,
mas que sofreu tanta perseguição dentro da marinha,
que qualquer um outro teria desistido de suas obrigações.
Acusaram-no de ser inimigo disfarçado, suspeitavam dele,
em todo o lugar foi xingado, foi insultado por oficiais; foi
até torturado pelos soldados do exército que zombavam
da sua moralidade e de sua integridade religiosa. Mas esse moço
tinha uma confiança em alguma coisa maior que desafiava
a ira dos seus inimigos. Um dia um oficial vendo sua resignação,
perguntou-lhe, como ele conseguia agüentar tanta zombaria
e perseguição. A resposta foi um brilhante testemunho
de sua experiência com Cristo. Disse: “Quando eles
me incomodam, recordo-me que tenho um Amigo muitíssimo
maior que todos os meus inimigos. Sinto a presença deste
Amigo ao meu lado, dizendo-me: ‘Eis que estou convosco
todos os dias’, e por isso não há poder
que me faça desistir dos meus ideais”.

Quando
a rainha Guilhermina completou 40 anos de reinado, ela fez um
discurso à nação holandesa e expressou
a sua gratidão a todos os que, durante o seu reinado
de quarenta anos, haviam-na ajudado a cumprir sua tarefa. Uma
piedade profunda caracterizava o discurso da rainha quando disse:
“Mesmo na ocasião da minha ascensão”,
disse ela, “era consciente da insuficiência do conhecimento
e capacidade humana, e acreditava de todo o meu coração
que somente o auxílio de Deus podia prover as nossas
necessidades. Enfrentei duras lutas e muita oposição
e hoje, porém, considerando retrospectivamente estes
quarenta anos na direção da luz do Senhor, estou
cheia de gratidão”.
O testemunho desta boa mulher, a rainha da Holanda, quanto a
sua dependência diária de Deus e a sua grande alegria,
enche de louvores inumeráveis todos os corações
cristãos que confiam no poder divino, pelo mundo afora,
não importando a força que esteja dirigindo-o.

Certo
jovem cristão disse a um amigo quando iam viajar: “Quase
terminei de arrumar a mala. Só preciso pôr ainda
o seguinte: um mapa, uma lâmpada, um espelho, um microscópio,
um telescópio, um volume de boa poesia, algumas biografias,
um pacote de velas, um livro de cânticos, uma espada,
um martelo, e uma coleção de livros que tenho
de estudar”. O amigo disse-lhe: – “Mas você
não poderá colocar tudo isto na sua pequena mala”.
O jovem cristão respondeu: – “Mas mesmo assim
eu vou fazer justamente isto”. Aqui está tudo que
falei”, e colocou a Bíblia num canto da mala.

Há
dez anos aproximadamente, um locutor espanhol, nativo entre
os índios Zoque, no Sul do México, comprou uma
Bíblia em espanhol; leu-a e se converteu. Seu entusiasmo
se expandiu tanto que atingiu até três comunidades
com 200 ou 300 membros, que assistiam com regularidade aos trabalhos
nas casas de oração, e amavelmente procuravam
direção divina. Eles mudaram seus hábitos
totalmente e se tornaram amáveis e compreensivos uns
com os outros. Foi a Dr. Wonderly que os visitou e traduziu
a Bíblia no idioma deles. Com a nova Bíblia, 10.000
nativos se converteram. A Palavra de Deus é muito poderosa
e merece todo crédito.

Era
uma vez uma indústria de calçados aqui no Brasil
que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos
para a Índia. Em seguida mandou dois dos seus consultores
a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações
do potencial daquele futuro mercado. Após alguns dias
de pesquisas, um dos consultores enviou a seguinte mensagem
para a direção da indústria: “Senhores,
cancelem o projeto de exportação de sapatos para
a Índia. Aqui ninguém usa sapatos”. Sem
saber dessa mensagem, alguns dias depois o segundo consultor
mandou a sua: “Senhores, tripliquem o projeto da exportação
de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos,
ainda”. A mesma situação era um tremendo
obstáculo para um dos consultores e uma fantástica
oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser
visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular
traduz essa situação com a seguinte frase: “Os
tristes acham que o vento geme; os alegres e cheios de Espírito
afirmam que ele canta”.

No
passado, um rico senhor, dono de uma fazenda, tinha a seu serviço
uma senhora viúva a quem oprimiu duramente e a maltratou
sem piedade porque ela não cedera aos seus assédios
e caprichos masculinos. O filhinho desta viúva, menino
de oito anos, viu tudo e jamais se esqueceu daquelas cenas de
sofrimento. Anos depois, chegou a ser um artista do pincel e
pintou aquelas atitudes vergonhosas em cores vivas e colocou
o quadro em lugar bem visível onde ele sabia que o patrão
rico o veria. Este, ao ver o quadro, ficou sumamente pálido,
nervoso, e ofereceu qualquer quantia para que aquela pintura
não fosse exposta a ninguém. O artista não
aceitou e a justiça se fez, mesmo depois de tantos anos
com a prova daquele quadro. Um advogado processou o rico senhor
que foi condenado por maus tratos e assédio sexual, apesar
da sua riqueza. Hoje podemos crer que há também
um pintor invisível que está pintando em cores
indestrutíveis todas as nossas paixões e atos,
e que no juízo este quadro da nossa vida será
mostrado. Que veredicto nos terá sobre nossa vida? Culpado
ou Inocente? Pensemos bem.

Charles
H. Spurgeon, grande pregador do passado estava certa vez em
um hotel e viu uma cena incomum. Um homem entrou no hotel e
sem demora assentou-se e começou a tomar vinhos, a comer
e a gozar da comodidade do hotel. Não houve nenhuma delícia
que ele tivesse esquecido, pois provou de tudo. No fim de sua
permanência no hotel, o hoteleiro apresentou-lhe a conta
e ele se surpreendeu, dizendo: “Tenho que pagar alguma
coisa?”. O hoteleiro disse: “Que estranho! Aqui
está um homem que, ou é espertalhão ou
é louco”. E dirigindo-se novamente ao homem disse-lhe:
“Então, o senhor não pensou na conta? Não
pensou que teria de pagar-me?” O dono do hotel chamou
a polícia e o espertalhão foi para as grades.
Assim também há no mundo um grande número
de homens que estão fazendo o mesmo. Comem, bebem, pecam
e estão esquecendo-se da eternidade, e do tempo quando
Deus os trarão a juízo.

Um
casal recém-casado mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passaram na casa, enquanto tomavam
o desjejum, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis
no varal e comentou com o marido: “Que lençóis
sujos ela está pendurando no varal! Ela está precisando
de um sabão de melhor qualidade. Se eu tivesse intimidade
perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar roupas!”.
O marido observou calado. Três dias depois, também
durante o desjejum da manhã, a vizinha pendurava lençóis
no varal e novamente a mulher comentou com o marido: “Nossa
vizinha continua pendurando os lençóis sujos!
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine
a lavar as roupas!” E assim, dia a dia, a mulher repetia
seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis
muito brancos sendo pendurados, e empolgada foi dizer ao marido:
“Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que
uma outra vizinha lhe deu sabão ou a ensinou? Porque
eu não fiz nada”. O marido calmamente respondeu:
“Não querida, hoje eu levantei-me mais cedo e lavei
os vidros da nossa janela!”.

Há
muito tempo atrás, houve um professor que costumava todos
os anos oferecer uma medalha de ouro ao aluno que escrevesse
a melhor composição sobre “A Verdade”.
Ano após ano, o nome do estudante que ganhava; essa medalha
era gravada em letras de ouro na sala de aula desse professor.
Veio para esse colégio um rapaz que decidiu ter o seu
nome gravado na parede da sala do professor, em letras de ouro
e ganhar a medalha. Enquanto o rapaz passeava de um lado para
o outro do seu quarto, certo dia, pensando no que haveria de
dizer em sua composição, passou na rua, em frente
do seu quarto, um homem que anos antes ganhara a medalha. Ocorreu
à mente do rapaz a idéia de que se ele pudesse
ler aquela composição, descobriria o que deveria
escrever para vencer o concurso. Visitou, portanto, o autor,
e pediu-lhe que lhe emprestasse a composição que
anos antes conquistara a medalha. Com esperteza copiou todo
o texto e enviou para o professor com o seu nome. O professor
leu-a e disse: “Esta é a melhor composição
deste ano, merece o prêmio”. Ao ir pregar no quadro
o texto, deu uma segunda lida e pareceu-lhe que se lembrava
daquele texto. Rebuscou na memória e lembrou-se de que
um aluno de outros tempos é que a escrevera. Com isto,
chamou o impostor e foi obrigado a retirar-lhe o prêmio,
deixando-o envergonhado diante de todos. Seu erro foi descoberto
de forma vergonhosa.
Oremos ao Senhor Jesus para que nos ajude em nossa vida cristã.
Que nos conceda forças para vencermos as tentações
para que sejamos achados dignos de sermos representados e mediados
por Ele.

Infelizmente
é muito comum encontrarmos cristãos que caíram
no pecado por certas circunstâncias especiais que apareceram
nas suas vidas. Há outros, entretanto, que negligenciam
os seus deveres e, pouco a pouco, sem mesmo o sentir, vão
se desviando dos retos caminhos. Talvez a porcentagem destes
seja maior que a daqueles. Faz alguns anos um navio americano
naufragou perto da Ilha da Sicília. O mar estava calmo,
tranqüilo, como também o Céu, mas apareceu
apenas uma corrente traiçoeira que apanhou o navio e
o levou para fora da sua rota, lançando-o sobre os rochedos,
naufragando com a perda de muitas vidas. Fiquemos em alerta,
pois na vida há correntes traiçoeiras, e tão
fortes que agarram a alma devagar e devagar, mas levando-a as
praias da ruína e aos rochedos da perdição,
ocasionando-lhe o naufrágio. Quando a pessoa dá
pelo fato de estar se desviando da presença de Jesus,
então é a hora em que deve se chegar até
ao Pai e pedir-Lhe socorro e proteção. Ele nunca
falhará na ajuda e sempre estenderá sua mão
amiga.

Um
missionário escreveu que num grande templo da Ásia,
a devoção do adorador consiste em correr ao redor
do edifício sagrado 100 vezes, jogando um pó numa
caixa a cada volta. Quando o adorador termina a sua prática,
vai para casa muito fatigado, mas muito contente pensando haver
feito um grande serviço ao seu deus. Para nós
cristãos, isto é um dos maiores absurdos; nenhum
de nós acreditaria que tal ato se aplicaria a um culto
para Deus, porém muitas vezes incorremos em erros semelhantes.
Que diferença há entre correr ao redor de um templo
e ir diariamente a ele, sentar-se, ouvir o sermão, cantar
só de lábios, adorar só de boca, quando
o nosso coração está voltado para coisas
muito diferentes? Muitos crêem que só praticar
boas obras e ser bonzinho é algo surpreendente que garantirá
sua presença no Céu ou sua absolvição
no juízo, com direito a uma medalha de “HONRA AO
MÉRITO”. Puro engano. Se não for por Jesus,
qualquer esforço ou obra, ou tarefa de cunho pessoal,
será como o pó que o adorador joga ao vento, sem
valor algum para seu crescimento espiritual.

Certo
juiz ao encerrar o expediente recebeu a visita de um oficial
que trazia pela mão um homem irritado e que resmungava
muito. O juiz soube pelo oficial que o referido transgressor
da lei, havia caluniado e difamado o bom nome de um virtuoso
mestre da cidade. Indignado o juiz determinou um castigo para
o homem em 3 fases: a primeira era escrever em um papel pequeno,
o nome do homem caluniado de forma que pudesse ser escondido
debaixo de um grão de milho. Depois, o juiz determinou
que o homem picasse o pequeno papel e fosse com o oficial até
o final da rua, jogando ao vento os pequenos papéis picados.
O transgressor achou aquele castigo muito fácil, sendo
que ao voltar de espalhar os pequenos papéis, o juiz
determinou ainda que ele fosse pelo mesmo caminho com o oficial
e recolhesse os papéis lançados ao vento de forma
a recuperar perfeitamente o nome do homem caluniado. Se assim
não fizesse, receberia 100 chicotadas, teria seus bens
bloqueados e teria que passar 30 dias caminhando de casa em
casa e desmentindo suas calúnias. É óbvio
que ele teve que cumprir o castigo de forma plena e assim o
bom mestre teve seu caráter vindicado diante de todos.
Aprendemos que o juízo tem a finalidade de vindicar o
caráter de Deus diante do Universo. O inimigo de nossas
almas acusou a Deus e o juízo mostrará a bondade
e a justiça equilibrada do nosso amado Deus ao dar oportunidade
ao homem através do Seu amor salvador.

Conta-se
que em Roma, na Antigüidade, houve um carcereiro que teve
pena de certo prisioneiro cristão, que estava condenado
à morte por motivo da sua fé em Cristo. Permitiu
às ocultas que sua filha o visitasse. Depois de ela se
retirar, com tamanha surpresa o guarda olhava o preso. Este
perguntou: “Por que está olhando assim para mim?”.
O guarda respondeu: “Porque você não parece
estar aflito, sendo que, afinal, vai morrer amanhã. Esta
noite viu sua filha pela última vez”. Por fim o
preso exclamou: “Está enganado soldado. Eu tornarei
a ver minha filha outra vez, pois ela também é
cristã. Os cristãos nunca se encontram pela última
vez. Eles se encontrarão na volta de Jesus e depois viverão
para todo o sempre. Compreende agora porque é que estou
satisfeito e alegre, e porque estou pronto a morrer pela minha
fé cristã?”.

Uma
senhora de rosto enrugado e repulsivo, depois de uma vida de
incredulidade e pecado, se convertera ao Evangelho tornando-se
objeto de perseguição de seus maus vizinhos. Ela
agora procurava ajudar os outros de várias maneiras,
mas as pessoas que antigamente foram por ela prejudicadas procuravam
agora perturbar, e provocar a ira, o espírito de paciência
e bondade que agora ela possuía. Finalmente, um dos perseguidores,
tendo esgotado todos os recursos para lhe tirar a paciência,
exclamou venenosamente: “Eu acho a senhora a velha mais
feia que eu já vi!”. A velhinha, então,
com o rosto brilhando de uma luz que lhe dava uma fisionomia
atraente e simpática, respondeu em lágrimas: “Não
tem importância! Eu acho simplesmente maravilhoso o fato
de que Jesus pudesse amar a uma velha feia como eu e fazer com
que minhas obras, que são imperfeitas, sejam aceitáveis
diante de Deus. Louvado seja o Senhor”. E assim foi-se
feliz.

Conta-se
a história de um gavião real que certo dia, baixando
à Terra, agarrou um esquilo, pequeno animal muito vulgar
na Europa, e voou em seguida para as alturas, levando a sua
presa. Alguns homens, que viram a cena acontecer, ficaram impressionados
com a imponência do grande gavião. Dentro de poucos
instantes, porém, algo começou a acontecer com
a grande ave, a ponto dela ir abaixando o vôo. Podia-se
ver que o gavião fazia um esforço muito grande
para se livrar do seu pequeno passageiro. Finalmente seu vôo
se tornou rasante e ele bateu numa árvore baixa, caindo
morto ao chão. Aproximaram-se depressa os homens e viram,
então, o corpo da grande ave. Ela apresentava um buraco
no peito por onde sangrava muito. Pelo que se observou, supondo
que o esquilo já estava morto, o gavião deixou-o
bem próximo ao peito para que não escapasse. O
pequeno animal teve, assim, chance de abocanhar-lhe o peito
estufado, produzindo um ferimento por onde se eliminava vagarosamente
o sangue do seu inimigo. Assim verdadeiramente é o pecado
engana e destrói.

“Porque
tudo que há no mundo, a concupiscência da carne,
a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não
procede do Pai, mas procede do mundo” I João 2:16
Muitos dos filhos de Deus que se entregam aos prazeres para
satisfação pessoal, encontram depois um amargo
arrependimento após duro sofrimento. Para muitos a força
só volta depois da fraqueza total.
Sansão
foi um filho nascido sob uma promessa feita pelo próprio
Deus para a esposa de Manoá através de um anjo.
Sansão era a esperança de libertação
do povo caído em escravidão já por 40 anos
sob o peso do pecado e da idolatria. O libertador deveria ser
treinado desde o ventre materno através de uma rígida
dieta alimentar com a abstenção de alimentos nocivos
ou inadequados para a gestante.
Olhando
para a vida de Sansão como escolhido desde o ventre para
uma obra especial, poderíamos deduzir dos seus atos contrários
à sua vocação, que sua propensão
para o pecado foi muito maior do que o ideal planejado por Deus
para ele.
Sansão
mudou ao se relacionar com jovens pagãs; ele usou de
teimosia, desobedeceu aos pais e a Deus e se entregou à
sensualidade e à prostituição unindo-se
com os inimigos. Ele desobedeceu a uma ordem divina sobre o
jugo desigual, desobedeceu aos pais, desprezou sua missão,
deu mais valor aos seus instintos pecaminosos do que na orientação
divina.
O casamento de Sansão terminou em pura tragédia.
Seus pais o avisaram, mas ele foi teimoso e quis fazer sua própria
vontade através do jugo desigual.
Este assunto deve, no entanto, servir de alerta para os jovens
de hoje.
Sansão se casou com jugo desigual e depois se entregou
a uma loucura quando se apaixonou por Dalila. Faltou disciplina
para o jovem Sansão, apesar dele se deixar usar pelo
Espírito do Senhor no combate aos filisteus. Faltou controle
de suas emoções, apesar dele ser consciente do
papel que deveria desempenhar na história.
Quando
um filho de Deus se coloca no terreno proibido, ele só
colhe conseqüências negativas. Sansão, sendo
uma pessoa escolhida por Deus para uma missão de libertação,
estava escravizado pelos laços que ele mesmo tinha criado
para sua vida pessoal e espiritual.
Começou com sua associação com os descrentes
e um casamento prematuro sem a aprovação de Deus
e dos pais. A esposa foi forçada a traí-lo por
medo de morrer, mostrando a falta de diálogo e confiança
entre os dois. Depois do abandono veio a realidade e Sansão
tentou voltar para resgatar o afeto da esposa abandonada.
Muitas crianças e até mesmo muitos adultos se
encantam com os circos, e principalmente gostam muito dos animais.
Uma das melhores atrações são os elefantes.
Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações
de peso, tamanho e força fora do comum... Mas depois
de sua atuação e até mesmo instantes antes
de entrar em cena, o elefante permanece preso, quieto, contido
somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma
pequena estaca cravada no solo. Sem dúvida alguma a estaca
é só um pedaço de madeira, enterrado apenas
alguns centímetros na terra, mas o elefante não
escapa. Isto acontece porque ele fica preso na estaca desde
pequeno e aprendeu que não adianta tentar se soltar,
pois jamais conseguiria.
Sansão era forte, mas ficou tanto tempo preso à
“estaca” da paixão que passou a admitir que
não se libertaria mais. Ele chegou a brigar com os pais,
por conta de sua paixão. Parecia o elefante do espetáculo.

Roberto
Elphick tornou-se alcoólatra aos 20 anos, seguindo uma
vida vulgar com seus amigos. Seu pai o expulsou de casa e ele
virou praticamente um mendigo abandonado. Um dia achou uma Bíblia
sem capa no lixo e começou lê-la. Deus mudou seu
coração e, depois de modificado, ele voltou para
casa e foi recebido pelo pai. Depois ele foi estudar teologia
e se formou como ministro do evangelho. É assim que atua
o poder divino.

Jorge,
um rapaz pertencente ao exército dos Estados Unidos encontrou,
em seus dias de folga, amplas oportunidades para beber, nos
clubes e bares. Encontrava, porém, dificuldade em recuperar
as forças depois de embriagado, em tempo de estar pronto
para trabalhar. Tentava andar com passos firmes e apressados
ao longo da praia para vencer o efeito do álcool, e assim
evitar a detenção por parte de seus superiores.
Ele se gabava de sair às vezes de forma escondida, quando
bebia e voltava ao quartel. Um dia, sob o efeito do álcool,
ele tocou fogo em uma casa vazia na praia, enquanto voltava
para o quartel. A polícia descobriu que um soldado havia
andado pela praia e ao interrogar os soldados no quartel, Jorge
muito nervoso confessou seu crime e foi condenado e preso por
cinco anos, por incêndio criminoso. Pensava que poderia
beber, agir e brincar e, por isso, pagou caro sua vaidade.

Na
Alemanha em um vilarejo, morava uma família com sua filha
de três anos e ao lado morava um vizinho que possuía
um grande cão. Um dia quando o pai da menina voltava
para casa a menina correu ao seu encontro. O cão estava
solto no quintal e como o portão estava aberto, ele avançou
sobre a menina e a matou. Os habitantes do local mataram o cão
e se não fosse a polícia, teriam linchado o dono
do animal. Quando houve o tempo de semear a lavoura ninguém
vendeu sementes para o dono daquele animal, mas o pai da menina,
com espírito de perdão deu metade das suas sementes
para o outro e se tornaram grandes amigos, porque o perdão
é um dom divino e apaga as piores cicatrizes da alma.

Aprendemos
que o desrespeito às ordens divinas traz conseqüências
irreparáveis para a vida toda, material e espiritual,
pois ficamos enfraquecidos para o pecado.
Longfellow apanhava um pedaço inútil de papel,
escrevia nele um poema e fazia-o valer seis mil dólares
– isso que é gênio. Rockfeller assinava o
nome num pedaço de papel e fazia-o valer milhões
– isso que é capital. Um mecânico toma um
material que vale cinco reais e o transforma num artigo que
valerá quinhentos – isso é perícia.
Deus toma uma vida inútil e pecadora, lava-a no sangue
de Cristo, põe nela o Seu Espírito Santo e faz
dela uma bênção para a humanidade –
isso é salvação.

Uma
andorinha construiu o seu ninho num vagão de carga de
estrada de ferro, que tinha sido mandado a uma oficina para
consertos. Quando estava em condições de voltar
ao serviço, uma ninhada de filhotes de andorinha parecia
estar ameaçada de ficar privada dos cuidados maternos.
Mas, embora viajasse várias centenas de quilômetros,
a andorinha não abandonou os filhotes. O maquinista e
seus ajudantes notificaram o superintendente, que pôs
o vagão fora de serviço até que os passarinhos
voassem e cuidassem de si. Se uma grande empresa de estrada
de ferro pode ser acomodada de forma a proteger indefesos passarinhos,
é óbvio acreditarmos que o grande Superintendente
do Universo acomode todas as coisas para o bem de Seus filhos.

O
amor, tendo procedência celestial, precisa alimentar-se
de pão celestial. O amor também precisa se alimentar,
senão morre de fome. Amor alimenta-se com amor. A razão
da existência de nosso amor para com Deus é Ele
mesmo, porque Deus é o autor e a fonte de todo nosso
amor para com o próximo e para com Ele mesmo. “Nós
amamos a Ele, porque Ele nos amou primeiro” I João
4:19

O
general Lee dirigia-se de trem para Richmond. Havia muitos homens
viajando naquele trem. Numa das estações embarcou
um homem acompanhado de uma mulher, visivelmente feia. O homem,
no entanto, se desmanchava em gentilezas diante dela, apesar
de sua aparência. Imediatamente muitos homens que estavam
ali, começaram a observar o tratamento do casal e passaram
a sorrir, como que zombando da falta de beleza da mulher e do
cavalheirismo exagerado do marido. O atencioso militar se deslocou
até onde estava o casal e os parabenizou pela beleza
do amor e relacionamento demonstrado. Em seguida dirigiu-se
aos homens zombadores e disse-lhes: “Cavalheiros, aprendam
aqui a lição do amor verdadeiro isento de preconceitos.
A beleza do coração é superior ao que os
olhos possam ver. Invejo este casal por tamanho amor, e digo-vos
que aquele que está sorrindo ao vê-los, é
porquê não alcançou na vida ainda este ideal”.
Todos se calaram pensativos de sua condição sentimental.

Ninguém
cai em pecado de uma vez, existem os passos que antecedem a
queda. A cobiça, o desejo acalentado no coração,
as atitudes focalizadas para o objeto do desejo e assim por
diante.
Tudo
que é proibido, traz aparentemente um sabor de aventura;
é isto que provoca a infidelidade de uma pessoa. Quando
alguém se coloca nessa situação, planeja,
mente, inventa verdades, gasta o que não tem, faz loucuras
para mostrar para a outra parte, que está se sacrificando
por aquela paixão. A outra parte fica encantada com o
sacrifício do amante e isto funciona como uma fonte de
excitação. São telefonemas secretos, são
bilhetes amorosos, e-mails convidativos, poesias ajustadas para
a conquista, flores, saídas inesperadas, jantares em
lugares encantados, encontros mirabolantes regados sempre por
uma música sentimental que lhes toca o coração,
mas que ao final, quando a pessoa acordar e a “ficha”
da realidade cair de verdade, só irá trazer uma
sensação de desgosto, vazio, perda, tristeza,
dor e separação. Há um pensamento que diz
assim: “Não se constrói a felicidade, sobre
a infelicidade de ninguém”.

Certo
dia um mosteiro chinês, com a morte do “Guardião
do Castelo”, foi preciso encontrar um substituto. O grande
mestre convocou, então, todos os discípulos para
determinar quem seria o novo sentinela. O mestre, com muita
tranqüilidade, falou: “Assumirá o posto o
primeiro que resolver o problema que vou apresentar”.
Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro
da sala e em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito
raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a
enfeitá-lo e disse apenas: “Aqui está o
problema!”. Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo,
de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro.
O que representava? O que fazer? Qual o enigma? Num certo momento,
um dos discípulos sacou a espada, olhou para o mestre
e para os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e ... ZAPT...,
; destruiu tudo com um só golpe. Tão logo o discípulo
retornou ao seu lugar, o mestre disse: “Você será
o novo guardião do Castelo”. Moral da história:
Não importa o tipo do problema, ou seu tamanho e aparência;
um problema é sempre um problema e tem que ser resolvido.
É isto que Deus deseja oferecer para nossa vida, ou seja,
a solução.

O
grande missionário na Alemanha, pastor Oncken, sofreu
muito pela fé: perseguições duras, e às
vezes prisões. Ele conta como foi levado, uma vez, perante
o tribunal na cidade de Hamburgo e o juiz, levantando um dedo,
disse: “Está vendo este dedo? Enquanto tenho força
para mover este dedo o senhor será vencido!”. Respondeu
o pastor: “Vejo, sim, o seu dedo. Mas vejo também
um braço que o senhor não pode ver, e enquanto
meu Deus estender o Seu braço forte, o senhor não
pode me vencer, porque Deus é mais forte”.

Durante
toda a noite um trem expresso corria pelas sombras da noite
enquanto homens, mulheres e crianças dormiam sossegados,
sendo levados para onde desejavam ir. Quando acordaram pela
manhã estavam todos bem dispostos e ainda confiantes
no maquinista e no condutor.
A
Palavra de Deus é como um “TREM EXPRESSO”
que nos conduz a uma estação segura que é
a VERDADE PROFÉTICA. Devemos confiar em Jesus como o
Condutor fiel, pois nos levará em segurança, mesmo
diante dos perigos de filosofias, incredulidades e doutrinas
falsas do mundo.

“O
Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer
o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor
levante sobre ti o Seu rosto, e te dê a paz” Números
6:24-26
“Eis que cedo venho e está comigo a Minha recompensa,
para retribuir a cada um segundo a sua obra” Apocalipse
22:12
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