Ilustrações

A BÍBLIA TRANSFORMA VIDAS

Carta de Pedro
*apóstolo de Jesus
Saudação

Escrevo esta carta ao povo de Deus que vive espalhado por todo o mundo...Vocês foram escolhidos de acordo com o propósito de Deus, o Pai. Que a graça e a paz estejam com vocês e aumentem cada vez mais, por meio do conhecimento que vocês têm de Deus e de Jesus, o nosso Senhor!
O poder de Deus nos tem dado tudo o que precisamos para viver uma vida que agrada a Ele, por meio do conhecimento que temos d’Aquele que nos chamou para tomar parte na Sua própria glória e bondade. Por isso mesmo façam todo o possível para juntar a bondade à fé que vocês têm. À bondade juntem o conhecimento e ao conhecimento, o domínio próprio. Ao domínio próprio juntem a perseverança e à perseverança a devoção a Deus. A essa devoção juntem a amizade cristã e à amizade cristã juntem o amor. Pois são essas as qualidades que vocês precisam ter. Vocês fazem bem em prestar atenção nessa mensagem. Pois ela é como uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia amanheça e a luz da estrela da manhã brilhe no coração de vocês. Que vocês tenham, mais e mais, a graça e a paz de Deus!

Assinado: Simão Pedro

Deram uma Bíblia a um enfermo no hospital americano da Turquia. Este, ao ter alta, levou o livro para sua casa na vila de seu nascimento, na Armênia. Um eclesiástico armênio, vendo a Bíblia, arrebatou-a de sua mão e rasgou-a, atirando as folhas pela rua. Ficou assim a Bíblia espalhada pelo chão. Um vendedor passando e vendo as folhas, ajuntou-as e levou pare sua mercearia para servir de papel de embrulho. E foi com elas embrulhando as coisas: uma vela, um pedaço de queijo, azeitonas, etc. Os fregueses levavam assim suas compras nas folhas em que a Palavra de Deus estava impressa. Deste modo singular a Bíblia foi espalhada por toda a vila. Não tardou que os fregueses perguntassem se havia mais daquelas folhas, porque eles as tinham lido e queriam saber mais acerca daquele livro. Mas o dono da Mercearia, que nada sabia da Bíblia, não podia ajudá-los. Entretanto, as folhas preciosas foram guardadas com cuidado e lidas muitas vezes. Certo dia, um missionário colportor, percorrendo as províncias da Turquia, chegou a essa vila obscura. Foi grande a sua admiração. Cerca de cem pessoas vieram à sua presença pedindo a Bíblia ou partes da mesma. A “Bíblia Espalhada” havia proclamado a sua própria mensagem de luz e de vida, e provara que a Palavra de Deus não torna para Ele vazia. Ela é preciosa e por si mesma germina nos corações sinceros e carentes do Amor Divino.
Não importa o rumo que nossa vida tem tomado, mas importa a direção que ela pode ir, se Deus a conduzir por Sua palavra. Pensemos nisto e leiamos a palavra de Deus, porque ela ainda é a espada de dois gumes que penetra em nossa alma e consegue discernir até as intenções do coração.

Esta é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio “milho crescido”. Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio. Uma vez um repórter de jornal o entrevistou; e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho. O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos. “Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano?” - perguntou o repórter. O fazendeiro respondeu: “Por que? Você não sabe? O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente, a qualidade de meu milho. Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom”. Ele era atento às conectividades da vida. O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore. Assim é também em outras dimensões. Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem. E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos. Assim, por essa lição, se desejamos ir para o céu, devemos ajudar outros também a irem. Se desejarmos nos preparar para a volta de Jesus, devemos ajudar outros a se prepararem também.
É uma lição de vida.

Certa tarde um pai saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos. Em determinado momento da caminhada, Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando. O pai respondeu que estava também muito fatigado, e diante da resposta a garotinha começou a choramingar e fazer “corpo mole”. Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou à Helena dizendo: - “Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha. Ele ira ajudá-la a seguir em frente”. A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros. Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar. A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude de Helena. O pai sorriu e respondeu dizendo: “Filha, muita gente é como Helena; não sabe distinguir muita coisa e se contenta com o que lhe dão, acreditando que a única coisa que podem fazer é crer sem nenhum questionamento e assim cavalgam pela vida em cavalos imaginários”.
Em nosso tempo devemos saber como aproveitar as informações das lições estudadas até agora. Como poderemos aplicar as profecias para o nosso tempo? Que mensagem Deus tem para nós nesse tempo? Estudemos com espírito de oração crendo que ainda há coisas que Deus deseja que tomemos conhecimento.

Um dia um joalheiro estava a trabalhar em sua banca quando entrou na loja um homem pobremente vestido. Entregando ao joalheiro uma rude pedra vermelha, perguntou-lhe quanto cobraria para cortá-la e lapidá-la. O joalheiro examinou-a cuidadosamente. Então, volvendo-se para o cliente, perguntou: - “Onde arranjou esta pedra?”. “Oh! Está em casa há muitos anos! Meu pai, faz muito tempo, achou-a na Hungria, e eu sempre gostei dela. Quando saí de minha terra para vir para a América, minha mãe a colocou na minha mala. As crianças gostam de brincar com ela. Nosso último bebê andava mordendo-a quando lhe nasciam os dentes. Uma vez a perdemos, e depois a encontramos num buraco de ratos. Mas diga-me: vale alguma coisa?”. O joalheiro exclamou: - “Se vale alguma coisa? É legítimo rubi, no valor de pelo menos quinze milhões de reais!”. O homem ficou estupefato. Aquele homem, então, disse: - “E nós temos lutado tanto por toda a vida, para conseguir o pão de cada dia, quando tínhamos em mãos uma pedra desse valor rolando pela casa!”. A Palavra de Deus pode ser comparada a essa pedra. Podemos não julgá-la de grande beleza ou valor, e talvez a deixemos “rolando” em nossa vida, mas para aquele que a tenha examinado com cuidado, estudando-a, meditando e orando em relação a ela, além de observá-la, ela é uma jóia que reflete a beleza do caráter divino.

Um senhor, que tinha visitado uma escola, prometeu um prêmio para o aluno que, quando ele voltasse tivesse a carteira em melhor ordem. Alguém perguntou: - “Mas, quando voltará o senhor?”. A resposta dele foi: - “Isso eu não poderei dizer”. Uma menina, muito conhecida por seus hábitos desordeiros, deu a entender que pretendia candidatar-se ao prêmio. As colegas dela a caçoaram. – “Você? Como, se a sua carteira está sempre em desordem?”. Ela respondeu: “É verdade, mas pretendo limpá-la no começo de cada semana”. Alguém perguntou: – “Mas, se ele vier no fim da semana?”. – “Então eu a limparei cada manhã”. - Mas, ele poderá chegar à tardinha”. Por uns momentos a criança pensou, silenciosa. Então ela disse: - “Eu sei o que farei: mantê-la-ei sempre limpa”. Assim deve ser com os servos do Senhor que querem preparar-se para receber o galardão, por ocasião de Sua vinda. Poderá ser à meia-noite, ao cantar do galo, ou pela manhã. A advertência não é “Preparai-vos”, mas, “Estai vós apercebidos”.

Certa vez houve no passado, um homem que, por ter roubado um pão para matar a fome dos seus sobrinhos miseráveis, sofreu anos e anos de prisão. Lá sofreu terrivelmente: suportou as maiores privações e os piores tratos. Um dia, afinal, foi posto em liberdade. A vida, entretanto, se lhe tornara difícil. E quem daria emprego a uma pessoa que já fora condenada por haver praticado um roubo? Nesse estado de espírito foi ter à casa de um excelente homem, que o recebeu bondosamente. E sabem vocês como pagou a esse bondoso acolhimento? Fugindo de noite, levando consigo um precioso par de candelabros de prata. Logo, a polícia o apanhou e, desconfiando do roubo, levou-o a presença do bondoso patrão. Qualquer pessoa colocaria novamente o ladrão na cadeia. Ele não o fez, pois se condoeu de sua sorte. Defendeu-o perante os guardas a lhe deu de presente os dois candeeiros. Era assim que pagava a ingratidão que recebera. O condenado ficou estupefato. Jamais esperara que houvesse alguém no mundo que o tratasse dessa forma e que fosse capaz de perdoar daquela maneira. Tocado no mais ínfimo do seu ser, ele prometeu solenemente ao bom homem jamais se desviar do caminho reto. E soube cumprir a promessa até o fim da sua vida. (adap.)
O Messias, o Ungido morreu em nosso lugar e nos garantiu o perdão!

Um senhor de meia idade, outrora homem perigoso, desleal para com seus vizinhos, temido pelas suas atitudes criminosas e desprezado por todos, contou o seguinte: “Quem me impressionou a ponto de eu aceitar Jesus foi um jovem. Eu antes já conhecia os cristãos. Mas, tinha uma atitude ostensiva contra essa gente, jamais queria estabelecer relações com os que usam “bíblias”, como eu os chamava. Um dia, como estrela até então desconhecida, descobri na vida desse jovem o que o fazia diferente de muitos outros. Muitas e muitas vezes eu o encontrei com sua velha Bíblia na mão, caminhando alegre pelas estradas em busca dos que careciam de consolo, paz e alegria. Mais tarde descobri que até as criancinhas gostavam dele. Todo mundo ali sabia de sua vida irrepreensível. Bom filho, excelente irmão, amigo leal, cristão fervoroso. Não se acanhava de falar do Evangelho. Quando falava, o coração da gente sentia a força inquebrantável de sua autoridade. Tinha só 22 anos. Pensei muito na vida que eu levava. O desejo de ler as Escrituras, a princípio mera curiosidade, levou-me a compreender porque aquele jovem era assim. Sem perder tempo, fui a Jesus e O aceitei como SALVADOR E AMIGO. Desde este instante uma transformação se fez sentir em mim e hoje sou criatura bem diferente”.
Que Jesus também nos transforme por Sua Palavra.
“O Senhor está comigo; não temerei o que me pode fazer o homem” Salmo 118:6

A Bíblia é o livro que mais se vende, e agora a sua venda é maior que nunca. Um soldado de volta da guerra queria reduzir a sua biblioteca e levou uma porção de livros a uma casa de livros usados. Havia livros dos mais diversos assuntos e uma Bíblia. O comerciante, empurrando os livros políticos para o lado, disse: “Ninguém procura estes livros atualmente; há um ano sim, mas hoje ninguém os compra. Então tomou a Bíblia, e disse: “Este livro sim, compro, pois sempre há gente que quer a Bíblia”. Cada dia que se passa a Bíblia é o livro mais “procurado”. Suas palavras são tão verdadeiras e confortadoras que foi o livro mais encontrado entre os soldados mortos na guerra. Para vencer a solidão e os horrores da guerra, só lendo a Palavra do próprio Deus, que lhes transmitia confiança e segurança íntima.
O que a Bíblia mostra de mais confortante é que Jesus é a figura central de Suas promessas e nossa maior esperança.

“Que pensais vós quanto a nossa necessidade do Senhor Jesus?”
Perguntava Gotthoid, e ele mesmo respondia:
De minha parte, minha alma é qual criança faminta e sedenta,
e preciso de Seu amor para meu refrigério;
sou uma ovelha errante e perdida, e careço dEle como bom Pastor;
minha alma é qual pomba assustada, e preciso de Sua força para meu refúgio;
sou débil ramo de videira, e preciso de Sua cruz para me amparar,
sou pecador, e careço de Sua justiça; sou pobre maltrapilho e preciso de Sua santidade a me cobrir,
sou ignorante e preciso de Seus ensinamentos; sou simplório e devo ter a guia de Seu Espírito Santo;
em tempo algum em nenhuma situação, posso passar sem Ele.
Ele é o centro da minha vida.

Conta-se que o frade Francisco de Assis ganhou de seus discípulos um novo manto, que eles compraram com muito sacrifício. Um pobre homem chegou-se a ele chorando a morte da esposa e a sua família deixada na orfandade. Francisco disse-lhe: “Eu lhe darei este manto com a condição de que você não o dará a ninguém, a não ser que o comprem e paguem bem”. Os frades ouvindo isto correram atrás do homem para lhe tomarem o manto. Mas o homem agarrando-se a ele resistiu dizendo o valor do manto se o quisessem comprar. Os frades então não tiveram alternativa e lhe pagaram o valor do manto trazendo-o novamente para Francisco de Assis.
A este exemplo, podemos dizer que: Um povo se compõe de indivíduos e Deus requer uma religião semelhante à deste homem piedoso, uma religião prática. Deus quer um povo que O busque sinceramente, e que ponha à prova esta sinceridade, praticando os Seus mandamentos e rejeitando a injustiça.

A vitória dEle é sua vitória. É magnífica esta teologia.
Existe a história de uma menina que tinha um gênio muito mau. Depois da sua conversão nunca mais cedeu ao seu gênio, e um dia alguém lhe perguntou a razão disso. A resposta foi simples: “Antes que o Senhor Jesus entrasse no meu coração o Seu inimigo batia na porta, e quando eu me aproximava, ele empurrava a porta e entrava; mas agora o Senhor Jesus entrou, e quando o inimigo bate, digo ao Senhor: ‘Senhor, vai, por favor, abrir a porta!’. E quando ele vê o Senhor Jesus na porta, vê alguém que é mais forte do que ele e vai embora dizendo: ‘Parece que bati em porta errada’.
Que o Senhor nos abençoe de forma carinhosa e que façamos dEle o nosso escudo protetor nas lutas ou angústias. Lutar sem Deus nesta vida é mau negócio, lutar com Ele ao lado é certeza de vitória. Que o Senhor nos abençoe na nossa carreira cristã e que um dia nos encontremos todos juntos e salvos no lar celestial.

Há tempos passados, um advogado ateu afirmou na escola onde lecionava:
“Vou viver num lugar onde não haja Bíblias, Igrejas ou Conferências evangelísticas”.
Ele se mudou para um lugar distante no Arizona e antes de um ano,
do lugar longínquo onde se encontrava, o advogado escreveu à um ministro pedindo-lhe que fosse pregar o Evangelho e levasse bastante Bíblias. Acrescentou:
Estou convencido de que um lugar sem Bíblias e sem cristãos é impossível viver, tamanha é a iniqüidade e a devassidão. Aqui está um testemunho e um inimigo da Palavra de Deus,
do que seria o mundo sem a Bíblia, sem as Profecias e sem o Evangelho.
Para isso mesmo diz o salmista:
“Maravilhosos são os Teus Testemunhos”.
Temos testemunhado que a Bíblia tem feito maravilhas no mundo.
As profecias têm alertado o mundo cristão e o Evangelho tem transformado os moradores do nosso planeta.
Mais uma vez sejamos gratos a Deus por esta bênção tão maravilhosa que nos concedeu, a saber, o conhecimento de Sua Palavra e das Profecias.

Uma senhora forte e sadia ficou cega com quarenta anos de idade. Durante o primeiro ano a tristeza era acima de suas forças. Mas aos poucos reconquistou a coragem e tomou-se a alegria do seu lar. Mais tarde esta senhora disse: “Há um motivo pelo qual não deixo de dar graças ao Senhor. É que descobri que minha mente é como uma janela no meio da escuridão em que me encontro. Quando era menina me apaixonei pela Bíblia e a lia sempre. Agora peço para alguém que a leia para mim ou escuto gravações feitas da Palavra e isto tem iluminado minha vida. Além disso, tenho recitado diversos trechos das Escrituras que me tem trazido o maior conforto. Ainda tenho visitado pessoas em desalento e Deus tem me dado a graça de falar a essas pessoas de minha experiência pessoal com Ele e com Sua Palavra e o resultado tem sido abençoado”.

Um oficial da Marinha americana contou a respeito de um velho marinheiro que era conhecido como um grande ateu. Um dia em que estava muito doente um amigo o visitou e deu-lhe uma Bíblia dizendo: “Sei que você não crê na Bíblia, mas leia-a a partir do livro de João e marque com caneta vermelha aquilo que você acha que pode acreditar”. O marinheiro cético pegou a Bíblia e começou a lê-la e durante muitos e muitos dias não marcou nem uma palavra em vermelho. Anos depois, o amigo que lhe dera a Bíblia voltou ao navio e perguntou do velho marinheiro e teve uma surpresa ao saber que ele se tornara o melhor homem do navio. Um outro marinheiro disse ao visitante: “O interessante é que um dia eu abri a Bíblia que o senhor lhe dera e ela estava toda marcada de vermelho”. Ninguém lhe explicara nada, mas o Espírito Santo o instruiu na verdade e ele se converteu. A Bíblia na verdade nos prepara para o Céu.

Durante a primeira guerra mundial, houve um rapaz alemão de uns dezoito anos de idade que se tomou um marinheiro voluntário do exército americano. Era moço de firmes convicções, mas que sofreu tanta perseguição dentro da marinha, que qualquer um outro teria desistido de suas obrigações. Acusaram-no de ser inimigo disfarçado, suspeitavam dele, em todo o lugar foi xingado, foi insultado por oficiais; foi até torturado pelos soldados do exército que zombavam da sua moralidade e de sua integridade religiosa. Mas esse moço tinha uma confiança em alguma coisa maior que desafiava a ira dos seus inimigos. Um dia um oficial vendo sua resignação, perguntou-lhe, como ele conseguia agüentar tanta zombaria e perseguição. A resposta foi um brilhante testemunho de sua experiência com Cristo. Disse: “Quando eles me incomodam, recordo-me que tenho um Amigo muitíssimo maior que todos os meus inimigos. Sinto a presença deste Amigo ao meu lado, dizendo-me: ‘Eis que estou convosco todos os dias’, e por isso não há poder que me faça desistir dos meus ideais”.

Quando a rainha Guilhermina completou 40 anos de reinado, ela fez um discurso à nação holandesa e expressou a sua gratidão a todos os que, durante o seu reinado de quarenta anos, haviam-na ajudado a cumprir sua tarefa. Uma piedade profunda caracterizava o discurso da rainha quando disse: “Mesmo na ocasião da minha ascensão”, disse ela, “era consciente da insuficiência do conhecimento e capacidade humana, e acreditava de todo o meu coração que somente o auxílio de Deus podia prover as nossas necessidades. Enfrentei duras lutas e muita oposição e hoje, porém, considerando retrospectivamente estes quarenta anos na direção da luz do Senhor, estou cheia de gratidão”.
O testemunho desta boa mulher, a rainha da Holanda, quanto a sua dependência diária de Deus e a sua grande alegria, enche de louvores inumeráveis todos os corações cristãos que confiam no poder divino, pelo mundo afora, não importando a força que esteja dirigindo-o.

Certo jovem cristão disse a um amigo quando iam viajar: “Quase terminei de arrumar a mala. Só preciso pôr ainda o seguinte: um mapa, uma lâmpada, um espelho, um microscópio, um telescópio, um volume de boa poesia, algumas biografias, um pacote de velas, um livro de cânticos, uma espada, um martelo, e uma coleção de livros que tenho de estudar”. O amigo disse-lhe: – “Mas você não poderá colocar tudo isto na sua pequena mala”. O jovem cristão respondeu: – “Mas mesmo assim eu vou fazer justamente isto”. Aqui está tudo que falei”, e colocou a Bíblia num canto da mala.

Há dez anos aproximadamente, um locutor espanhol, nativo entre os índios Zoque, no Sul do México, comprou uma Bíblia em espanhol; leu-a e se converteu. Seu entusiasmo se expandiu tanto que atingiu até três comunidades com 200 ou 300 membros, que assistiam com regularidade aos trabalhos nas casas de oração, e amavelmente procuravam direção divina. Eles mudaram seus hábitos totalmente e se tornaram amáveis e compreensivos uns com os outros. Foi a Dr. Wonderly que os visitou e traduziu a Bíblia no idioma deles. Com a nova Bíblia, 10.000 nativos se converteram. A Palavra de Deus é muito poderosa e merece todo crédito.

Era uma vez uma indústria de calçados aqui no Brasil que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida mandou dois dos seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado. Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou a seguinte mensagem para a direção da indústria: “Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos”. Sem saber dessa mensagem, alguns dias depois o segundo consultor mandou a sua: “Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ainda”. A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase: “Os tristes acham que o vento geme; os alegres e cheios de Espírito afirmam que ele canta”.

No passado, um rico senhor, dono de uma fazenda, tinha a seu serviço uma senhora viúva a quem oprimiu duramente e a maltratou sem piedade porque ela não cedera aos seus assédios e caprichos masculinos. O filhinho desta viúva, menino de oito anos, viu tudo e jamais se esqueceu daquelas cenas de sofrimento. Anos depois, chegou a ser um artista do pincel e pintou aquelas atitudes vergonhosas em cores vivas e colocou o quadro em lugar bem visível onde ele sabia que o patrão rico o veria. Este, ao ver o quadro, ficou sumamente pálido, nervoso, e ofereceu qualquer quantia para que aquela pintura não fosse exposta a ninguém. O artista não aceitou e a justiça se fez, mesmo depois de tantos anos com a prova daquele quadro. Um advogado processou o rico senhor que foi condenado por maus tratos e assédio sexual, apesar da sua riqueza. Hoje podemos crer que há também um pintor invisível que está pintando em cores indestrutíveis todas as nossas paixões e atos, e que no juízo este quadro da nossa vida será mostrado. Que veredicto nos terá sobre nossa vida? Culpado ou Inocente? Pensemos bem.

Charles H. Spurgeon, grande pregador do passado estava certa vez em um hotel e viu uma cena incomum. Um homem entrou no hotel e sem demora assentou-se e começou a tomar vinhos, a comer e a gozar da comodidade do hotel. Não houve nenhuma delícia que ele tivesse esquecido, pois provou de tudo. No fim de sua permanência no hotel, o hoteleiro apresentou-lhe a conta e ele se surpreendeu, dizendo: “Tenho que pagar alguma coisa?”. O hoteleiro disse: “Que estranho! Aqui está um homem que, ou é espertalhão ou é louco”. E dirigindo-se novamente ao homem disse-lhe: “Então, o senhor não pensou na conta? Não pensou que teria de pagar-me?” O dono do hotel chamou a polícia e o espertalhão foi para as grades. Assim também há no mundo um grande número de homens que estão fazendo o mesmo. Comem, bebem, pecam e estão esquecendo-se da eternidade, e do tempo quando Deus os trarão a juízo.

Um casal recém-casado mudou-se para um bairro muito tranqüilo. Na primeira manhã que passaram na casa, enquanto tomavam o desjejum, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: “Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Ela está precisando de um sabão de melhor qualidade. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar roupas!”. O marido observou calado. Três dias depois, também durante o desjejum da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido: “Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!” E assim, dia a dia, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo pendurados, e empolgada foi dizer ao marido: “Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que uma outra vizinha lhe deu sabão ou a ensinou? Porque eu não fiz nada”. O marido calmamente respondeu: “Não querida, hoje eu levantei-me mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!”.

Há muito tempo atrás, houve um professor que costumava todos os anos oferecer uma medalha de ouro ao aluno que escrevesse a melhor composição sobre “A Verdade”. Ano após ano, o nome do estudante que ganhava; essa medalha era gravada em letras de ouro na sala de aula desse professor. Veio para esse colégio um rapaz que decidiu ter o seu nome gravado na parede da sala do professor, em letras de ouro e ganhar a medalha. Enquanto o rapaz passeava de um lado para o outro do seu quarto, certo dia, pensando no que haveria de dizer em sua composição, passou na rua, em frente do seu quarto, um homem que anos antes ganhara a medalha. Ocorreu à mente do rapaz a idéia de que se ele pudesse ler aquela composição, descobriria o que deveria escrever para vencer o concurso. Visitou, portanto, o autor, e pediu-lhe que lhe emprestasse a composição que anos antes conquistara a medalha. Com esperteza copiou todo o texto e enviou para o professor com o seu nome. O professor leu-a e disse: “Esta é a melhor composição deste ano, merece o prêmio”. Ao ir pregar no quadro o texto, deu uma segunda lida e pareceu-lhe que se lembrava daquele texto. Rebuscou na memória e lembrou-se de que um aluno de outros tempos é que a escrevera. Com isto, chamou o impostor e foi obrigado a retirar-lhe o prêmio, deixando-o envergonhado diante de todos. Seu erro foi descoberto de forma vergonhosa.
Oremos ao Senhor Jesus para que nos ajude em nossa vida cristã. Que nos conceda forças para vencermos as tentações para que sejamos achados dignos de sermos representados e mediados por Ele.

Infelizmente é muito comum encontrarmos cristãos que caíram no pecado por certas circunstâncias especiais que apareceram nas suas vidas. Há outros, entretanto, que negligenciam os seus deveres e, pouco a pouco, sem mesmo o sentir, vão se desviando dos retos caminhos. Talvez a porcentagem destes seja maior que a daqueles. Faz alguns anos um navio americano naufragou perto da Ilha da Sicília. O mar estava calmo, tranqüilo, como também o Céu, mas apareceu apenas uma corrente traiçoeira que apanhou o navio e o levou para fora da sua rota, lançando-o sobre os rochedos, naufragando com a perda de muitas vidas. Fiquemos em alerta, pois na vida há correntes traiçoeiras, e tão fortes que agarram a alma devagar e devagar, mas levando-a as praias da ruína e aos rochedos da perdição, ocasionando-lhe o naufrágio. Quando a pessoa dá pelo fato de estar se desviando da presença de Jesus, então é a hora em que deve se chegar até ao Pai e pedir-Lhe socorro e proteção. Ele nunca falhará na ajuda e sempre estenderá sua mão amiga.

Um missionário escreveu que num grande templo da Ásia, a devoção do adorador consiste em correr ao redor do edifício sagrado 100 vezes, jogando um pó numa caixa a cada volta. Quando o adorador termina a sua prática, vai para casa muito fatigado, mas muito contente pensando haver feito um grande serviço ao seu deus. Para nós cristãos, isto é um dos maiores absurdos; nenhum de nós acreditaria que tal ato se aplicaria a um culto para Deus, porém muitas vezes incorremos em erros semelhantes. Que diferença há entre correr ao redor de um templo e ir diariamente a ele, sentar-se, ouvir o sermão, cantar só de lábios, adorar só de boca, quando o nosso coração está voltado para coisas muito diferentes? Muitos crêem que só praticar boas obras e ser bonzinho é algo surpreendente que garantirá sua presença no Céu ou sua absolvição no juízo, com direito a uma medalha de “HONRA AO MÉRITO”. Puro engano. Se não for por Jesus, qualquer esforço ou obra, ou tarefa de cunho pessoal, será como o pó que o adorador joga ao vento, sem valor algum para seu crescimento espiritual.

Certo juiz ao encerrar o expediente recebeu a visita de um oficial que trazia pela mão um homem irritado e que resmungava muito. O juiz soube pelo oficial que o referido transgressor da lei, havia caluniado e difamado o bom nome de um virtuoso mestre da cidade. Indignado o juiz determinou um castigo para o homem em 3 fases: a primeira era escrever em um papel pequeno, o nome do homem caluniado de forma que pudesse ser escondido debaixo de um grão de milho. Depois, o juiz determinou que o homem picasse o pequeno papel e fosse com o oficial até o final da rua, jogando ao vento os pequenos papéis picados. O transgressor achou aquele castigo muito fácil, sendo que ao voltar de espalhar os pequenos papéis, o juiz determinou ainda que ele fosse pelo mesmo caminho com o oficial e recolhesse os papéis lançados ao vento de forma a recuperar perfeitamente o nome do homem caluniado. Se assim não fizesse, receberia 100 chicotadas, teria seus bens bloqueados e teria que passar 30 dias caminhando de casa em casa e desmentindo suas calúnias. É óbvio que ele teve que cumprir o castigo de forma plena e assim o bom mestre teve seu caráter vindicado diante de todos.
Aprendemos que o juízo tem a finalidade de vindicar o caráter de Deus diante do Universo. O inimigo de nossas almas acusou a Deus e o juízo mostrará a bondade e a justiça equilibrada do nosso amado Deus ao dar oportunidade ao homem através do Seu amor salvador.

Conta-se que em Roma, na Antigüidade, houve um carcereiro que teve pena de certo prisioneiro cristão, que estava condenado à morte por motivo da sua fé em Cristo. Permitiu às ocultas que sua filha o visitasse. Depois de ela se retirar, com tamanha surpresa o guarda olhava o preso. Este perguntou: “Por que está olhando assim para mim?”. O guarda respondeu: “Porque você não parece estar aflito, sendo que, afinal, vai morrer amanhã. Esta noite viu sua filha pela última vez”. Por fim o preso exclamou: “Está enganado soldado. Eu tornarei a ver minha filha outra vez, pois ela também é cristã. Os cristãos nunca se encontram pela última vez. Eles se encontrarão na volta de Jesus e depois viverão para todo o sempre. Compreende agora porque é que estou satisfeito e alegre, e porque estou pronto a morrer pela minha fé cristã?”.

Uma senhora de rosto enrugado e repulsivo, depois de uma vida de incredulidade e pecado, se convertera ao Evangelho tornando-se objeto de perseguição de seus maus vizinhos. Ela agora procurava ajudar os outros de várias maneiras, mas as pessoas que antigamente foram por ela prejudicadas procuravam agora perturbar, e provocar a ira, o espírito de paciência e bondade que agora ela possuía. Finalmente, um dos perseguidores, tendo esgotado todos os recursos para lhe tirar a paciência, exclamou venenosamente: “Eu acho a senhora a velha mais feia que eu já vi!”. A velhinha, então, com o rosto brilhando de uma luz que lhe dava uma fisionomia atraente e simpática, respondeu em lágrimas: “Não tem importância! Eu acho simplesmente maravilhoso o fato de que Jesus pudesse amar a uma velha feia como eu e fazer com que minhas obras, que são imperfeitas, sejam aceitáveis diante de Deus. Louvado seja o Senhor”. E assim foi-se feliz.

Conta-se a história de um gavião real que certo dia, baixando à Terra, agarrou um esquilo, pequeno animal muito vulgar na Europa, e voou em seguida para as alturas, levando a sua presa. Alguns homens, que viram a cena acontecer, ficaram impressionados com a imponência do grande gavião. Dentro de poucos instantes, porém, algo começou a acontecer com a grande ave, a ponto dela ir abaixando o vôo. Podia-se ver que o gavião fazia um esforço muito grande para se livrar do seu pequeno passageiro. Finalmente seu vôo se tornou rasante e ele bateu numa árvore baixa, caindo morto ao chão. Aproximaram-se depressa os homens e viram, então, o corpo da grande ave. Ela apresentava um buraco no peito por onde sangrava muito. Pelo que se observou, supondo que o esquilo já estava morto, o gavião deixou-o bem próximo ao peito para que não escapasse. O pequeno animal teve, assim, chance de abocanhar-lhe o peito estufado, produzindo um ferimento por onde se eliminava vagarosamente o sangue do seu inimigo. Assim verdadeiramente é o pecado engana e destrói.

“Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo” I João 2:16

Muitos dos filhos de Deus que se entregam aos prazeres para satisfação pessoal, encontram depois um amargo arrependimento após duro sofrimento. Para muitos a força só volta depois da fraqueza total.

Sansão foi um filho nascido sob uma promessa feita pelo próprio Deus para a esposa de Manoá através de um anjo. Sansão era a esperança de libertação do povo caído em escravidão já por 40 anos sob o peso do pecado e da idolatria. O libertador deveria ser treinado desde o ventre materno através de uma rígida dieta alimentar com a abstenção de alimentos nocivos ou inadequados para a gestante.

Olhando para a vida de Sansão como escolhido desde o ventre para uma obra especial, poderíamos deduzir dos seus atos contrários à sua vocação, que sua propensão para o pecado foi muito maior do que o ideal planejado por Deus para ele.

Sansão mudou ao se relacionar com jovens pagãs; ele usou de teimosia, desobedeceu aos pais e a Deus e se entregou à sensualidade e à prostituição unindo-se com os inimigos. Ele desobedeceu a uma ordem divina sobre o jugo desigual, desobedeceu aos pais, desprezou sua missão, deu mais valor aos seus instintos pecaminosos do que na orientação divina.

O casamento de Sansão terminou em pura tragédia. Seus pais o avisaram, mas ele foi teimoso e quis fazer sua própria vontade através do jugo desigual.
Este assunto deve, no entanto, servir de alerta para os jovens de hoje.
Sansão se casou com jugo desigual e depois se entregou a uma loucura quando se apaixonou por Dalila. Faltou disciplina para o jovem Sansão, apesar dele se deixar usar pelo Espírito do Senhor no combate aos filisteus. Faltou controle de suas emoções, apesar dele ser consciente do papel que deveria desempenhar na história.

Quando um filho de Deus se coloca no terreno proibido, ele só colhe conseqüências negativas. Sansão, sendo uma pessoa escolhida por Deus para uma missão de libertação, estava escravizado pelos laços que ele mesmo tinha criado para sua vida pessoal e espiritual.
Começou com sua associação com os descrentes e um casamento prematuro sem a aprovação de Deus e dos pais. A esposa foi forçada a traí-lo por medo de morrer, mostrando a falta de diálogo e confiança entre os dois. Depois do abandono veio a realidade e Sansão tentou voltar para resgatar o afeto da esposa abandonada.


Muitas crianças e até mesmo muitos adultos se encantam com os circos, e principalmente gostam muito dos animais. Uma das melhores atrações são os elefantes. Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de peso, tamanho e força fora do comum... Mas depois de sua atuação e até mesmo instantes antes de entrar em cena, o elefante permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. Sem dúvida alguma a estaca é só um pedaço de madeira, enterrado apenas alguns centímetros na terra, mas o elefante não escapa. Isto acontece porque ele fica preso na estaca desde pequeno e aprendeu que não adianta tentar se soltar, pois jamais conseguiria.
Sansão era forte, mas ficou tanto tempo preso à “estaca” da paixão que passou a admitir que não se libertaria mais. Ele chegou a brigar com os pais, por conta de sua paixão. Parecia o elefante do espetáculo.

Roberto Elphick tornou-se alcoólatra aos 20 anos, seguindo uma vida vulgar com seus amigos. Seu pai o expulsou de casa e ele virou praticamente um mendigo abandonado. Um dia achou uma Bíblia sem capa no lixo e começou lê-la. Deus mudou seu coração e, depois de modificado, ele voltou para casa e foi recebido pelo pai. Depois ele foi estudar teologia e se formou como ministro do evangelho. É assim que atua o poder divino.

Jorge, um rapaz pertencente ao exército dos Estados Unidos encontrou, em seus dias de folga, amplas oportunidades para beber, nos clubes e bares. Encontrava, porém, dificuldade em recuperar as forças depois de embriagado, em tempo de estar pronto para trabalhar. Tentava andar com passos firmes e apressados ao longo da praia para vencer o efeito do álcool, e assim evitar a detenção por parte de seus superiores. Ele se gabava de sair às vezes de forma escondida, quando bebia e voltava ao quartel. Um dia, sob o efeito do álcool, ele tocou fogo em uma casa vazia na praia, enquanto voltava para o quartel. A polícia descobriu que um soldado havia andado pela praia e ao interrogar os soldados no quartel, Jorge muito nervoso confessou seu crime e foi condenado e preso por cinco anos, por incêndio criminoso. Pensava que poderia beber, agir e brincar e, por isso, pagou caro sua vaidade.

Na Alemanha em um vilarejo, morava uma família com sua filha de três anos e ao lado morava um vizinho que possuía um grande cão. Um dia quando o pai da menina voltava para casa a menina correu ao seu encontro. O cão estava solto no quintal e como o portão estava aberto, ele avançou sobre a menina e a matou. Os habitantes do local mataram o cão e se não fosse a polícia, teriam linchado o dono do animal. Quando houve o tempo de semear a lavoura ninguém vendeu sementes para o dono daquele animal, mas o pai da menina, com espírito de perdão deu metade das suas sementes para o outro e se tornaram grandes amigos, porque o perdão é um dom divino e apaga as piores cicatrizes da alma.

Aprendemos que o desrespeito às ordens divinas traz conseqüências irreparáveis para a vida toda, material e espiritual, pois ficamos enfraquecidos para o pecado.


Longfellow apanhava um pedaço inútil de papel, escrevia nele um poema e fazia-o valer seis mil dólares – isso que é gênio. Rockfeller assinava o nome num pedaço de papel e fazia-o valer milhões – isso que é capital. Um mecânico toma um material que vale cinco reais e o transforma num artigo que valerá quinhentos – isso é perícia. Deus toma uma vida inútil e pecadora, lava-a no sangue de Cristo, põe nela o Seu Espírito Santo e faz dela uma bênção para a humanidade – isso é salvação.

Uma andorinha construiu o seu ninho num vagão de carga de estrada de ferro, que tinha sido mandado a uma oficina para consertos. Quando estava em condições de voltar ao serviço, uma ninhada de filhotes de andorinha parecia estar ameaçada de ficar privada dos cuidados maternos. Mas, embora viajasse várias centenas de quilômetros, a andorinha não abandonou os filhotes. O maquinista e seus ajudantes notificaram o superintendente, que pôs o vagão fora de serviço até que os passarinhos voassem e cuidassem de si. Se uma grande empresa de estrada de ferro pode ser acomodada de forma a proteger indefesos passarinhos, é óbvio acreditarmos que o grande Superintendente do Universo acomode todas as coisas para o bem de Seus filhos.

O amor, tendo procedência celestial, precisa alimentar-se de pão celestial. O amor também precisa se alimentar, senão morre de fome. Amor alimenta-se com amor. A razão da existência de nosso amor para com Deus é Ele mesmo, porque Deus é o autor e a fonte de todo nosso amor para com o próximo e para com Ele mesmo. “Nós amamos a Ele, porque Ele nos amou primeiro” I João 4:19

O general Lee dirigia-se de trem para Richmond. Havia muitos homens viajando naquele trem. Numa das estações embarcou um homem acompanhado de uma mulher, visivelmente feia. O homem, no entanto, se desmanchava em gentilezas diante dela, apesar de sua aparência. Imediatamente muitos homens que estavam ali, começaram a observar o tratamento do casal e passaram a sorrir, como que zombando da falta de beleza da mulher e do cavalheirismo exagerado do marido. O atencioso militar se deslocou até onde estava o casal e os parabenizou pela beleza do amor e relacionamento demonstrado. Em seguida dirigiu-se aos homens zombadores e disse-lhes: “Cavalheiros, aprendam aqui a lição do amor verdadeiro isento de preconceitos. A beleza do coração é superior ao que os olhos possam ver. Invejo este casal por tamanho amor, e digo-vos que aquele que está sorrindo ao vê-los, é porquê não alcançou na vida ainda este ideal”. Todos se calaram pensativos de sua condição sentimental.

Ninguém cai em pecado de uma vez, existem os passos que antecedem a queda. A cobiça, o desejo acalentado no coração, as atitudes focalizadas para o objeto do desejo e assim por diante.

Tudo que é proibido, traz aparentemente um sabor de aventura; é isto que provoca a infidelidade de uma pessoa. Quando alguém se coloca nessa situação, planeja, mente, inventa verdades, gasta o que não tem, faz loucuras para mostrar para a outra parte, que está se sacrificando por aquela paixão. A outra parte fica encantada com o sacrifício do amante e isto funciona como uma fonte de excitação. São telefonemas secretos, são bilhetes amorosos, e-mails convidativos, poesias ajustadas para a conquista, flores, saídas inesperadas, jantares em lugares encantados, encontros mirabolantes regados sempre por uma música sentimental que lhes toca o coração, mas que ao final, quando a pessoa acordar e a “ficha” da realidade cair de verdade, só irá trazer uma sensação de desgosto, vazio, perda, tristeza, dor e separação. Há um pensamento que diz assim: “Não se constrói a felicidade, sobre a infelicidade de ninguém”.

Certo dia um mosteiro chinês, com a morte do “Guardião do Castelo”, foi preciso encontrar um substituto. O grande mestre convocou, então, todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela. O mestre, com muita tranqüilidade, falou: “Assumirá o posto o primeiro que resolver o problema que vou apresentar”. Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da sala e em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas: “Aqui está o problema!”. Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representava? O que fazer? Qual o enigma? Num certo momento, um dos discípulos sacou a espada, olhou para o mestre e para os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e ... ZAPT..., ; destruiu tudo com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou ao seu lugar, o mestre disse: “Você será o novo guardião do Castelo”. Moral da história: Não importa o tipo do problema, ou seu tamanho e aparência; um problema é sempre um problema e tem que ser resolvido. É isto que Deus deseja oferecer para nossa vida, ou seja, a solução.

O grande missionário na Alemanha, pastor Oncken, sofreu muito pela fé: perseguições duras, e às vezes prisões. Ele conta como foi levado, uma vez, perante o tribunal na cidade de Hamburgo e o juiz, levantando um dedo, disse: “Está vendo este dedo? Enquanto tenho força para mover este dedo o senhor será vencido!”. Respondeu o pastor: “Vejo, sim, o seu dedo. Mas vejo também um braço que o senhor não pode ver, e enquanto meu Deus estender o Seu braço forte, o senhor não pode me vencer, porque Deus é mais forte”.


Durante toda a noite um trem expresso corria pelas sombras da noite enquanto homens, mulheres e crianças dormiam sossegados, sendo levados para onde desejavam ir. Quando acordaram pela manhã estavam todos bem dispostos e ainda confiantes no maquinista e no condutor.

A Palavra de Deus é como um “TREM EXPRESSO” que nos conduz a uma estação segura que é a VERDADE PROFÉTICA. Devemos confiar em Jesus como o Condutor fiel, pois nos levará em segurança, mesmo diante dos perigos de filosofias, incredulidades e doutrinas falsas do mundo.

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor levante sobre ti o Seu rosto, e te dê a paz” Números 6:24-26
“Eis que cedo venho e está comigo a Minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra” Apocalipse 22:12

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