Há
uma fábula a respeito de como deveríamos ser avisados
dos erros que cometemos. Esta fábula fala de um certo
príncipe que possuía um anel mágico. Quando
no dedo, este se parecia com uma jóia comum, mas tinha
um poder especial. Quando um pensamento mau passava pela cabeça
do príncipe ou quando ele era tentado a praticar o que
era mau, ou se falava indelicadamente com alguém, o anel
dele apertava e beliscava o dedo.
Toda pessoa seja príncipe ou pobre, pode ser avisada
desses males, deixando que sua consciência seja guiada,
dirigida e fortalecida pelo nosso Mestre, para que possa praticar
apenas o bem. Deixemos que nosso Mestre, através do Espírito
Santo, nos guie em toda verdade e que nossas atitudes honrem
ao Senhor.

Conta-se
que um caminhante
carregava um pesado saco sob o qual se afadigava e lamentava
incessantemente. De ninguém conseguiu receber auxílio
e conforto. E como seguisse vagarosamente, gemendo sob o peso
da carga, o Anjo do Otimismo, aproximando-se falou-lhe bondosamente:
“ Irmão, o que você carrega aí?”.
O homem respondeu com aspereza: “Meus cuidados”.
O anjo sorriu piedosamente, dizendo: “Vejamos a carga
e examinemos os cuidados”. Olharam para dentro do saco
e... que surpresa! Estava vazio. O homem gritou: – “Tenho
certeza de que havia aqui dois grandes cuidados, demasiadamente
pesados para um homem carregar. Mas... Ah! Havia-me esquecido...
um deles era o de ontem e já passou. O anjo perguntou:
- “E o outro?”. – “O outro? Bem... era
o cuidado de amanhã e ainda não chegou. O anjo
sorriu com infinita piedade e disse: - “Ouve-me! Aquele
que se abate sob o peso dos cuidados de ontem e os de amanhã,
se consome sem razão, mas aquele que leva apenas os cuidados
de hoje não tem necessidade de um saco de tristeza. Se
você tivesse lançado para o lado esses cuidados
e dado toda a sua força, alegria e coragem às
coisas de hoje, jamais o infortúnio o teria abatido”.
Maravilhado, o homem fez como o anjo o aconselhara. Continuou
sua jornada, com o coração e as mãos livres
para auxiliar a outros caminhantes com suas cargas e para colher
os mais doces frutos e flores ao longo do caminho. E quando
chegou finalmente o fim do dia, o homem tinha nos lábios
um sorriso e uma canção.

As
formigas africanas são um exemplo de criaturas agressivas
em nosso mundo. Elas destroem tudo que podem, quando passam
aos milhares. Uma vez um casal de missionários, que vivia
no hospital da Missão de Malamulo, não percebeu
que as formigas estavam atacando um grande viveiro cheio de
galinhas e aves silvestres. Pela manhã o pastor foi colocar
sementes no viveiro e ficou espantado. Havia só uma ave
viva em péssimo estado, das 30 que ali estavam. Se essas
formigas fossem encontradas na Nova Terra, à semelhança
de certas pessoas, elas teriam que ter a natureza mudada, porque
ali nada ferirá ou destruirá.
Deus deseja mudar nossa natureza e para isto precisamos entregar-Lhe
o controle de nossa vida, para que nossos atos venham de um
coração que tenha a presença do Espírito
Santo.

Disse
certa vez um médico cristão: “O processo
de nos conhecermos a nós mesmos é penoso. Precisamos
de Jesus nos dirigindo. Lembro-me de ter, em certa ocasião,
resolvido pintar o teto da sala de espera do nosso novo hospital,
e isto porque me julgava o único capaz de fazê-lo
sem manchar a parede ou o chão com pingos de tinta. Fiz
o melhor que pude, porém, os meus amigos estavam conscientes,
como também eu, de que o chão havia sido borrado
e a culpa era toda minha. Além disto, caiu cola no meu
cabelo, coisa que não me agradou”. Sozinhos nós
nos perdemos, com Deus fazemos por inspiração
e por Sua direção.

O
apóstolo Paulo dizia que ele era o maior dos pecadores;
e se o maior subiu tanto, há esperança para todos
os outros. O diabo primeiro tenta fazer-nos crer que somos tão
bons que não precisamos de salvação. Quando
não nos convence disso, passa a afirmar o contrário.
“Você é tão ruim que Deus nunca o
aceitará”. E assim, seu trabalho consiste em tentar
convencer os homens de que são ou bons demais ou maus
demais para a salvação. Deus, porém, mostra
que a natureza humana é o que Ele melhor sabe trabalhar
e modificar, se a pessoa permitir.
A história de Noé é uma história
de altos e baixos como todo ser humano tem. Em um momento ele
estava no alto da montanha espiritual, pregando e conduzindo
pessoas e animais para uma arca pela fé. Em outro momento
ele oferecia sacrifícios a Deus como oferta de gratidão
e depois já se apresentava embriagado e nu, mostrando
seu verdadeiro lado humano. A graça de Deus aceitou seu
arrependimento e o perdoou e ele pôde refletir e voltar
a ser o homem fiel que sempre tinha sido.
A lição de vida de Noé nos dá esperança
quanto a forma que temos de nos aproximar do Senhor. Devemos,
portanto, deixar de lado os pecados, os hábitos nocivos,
para sermos aceitos e perdoados e assim nossa influência
sobre outros será para o bem.

Há
alguns anos atrás, uma pitoresca aldeia da Suíça
foi destruída pelo fogo. Em poucas horas as lindas casas
eram apenas cinzas e escombros. Passado o furor do incêndio,
um dos moradores achava-se tomado de grande desespero. Já
não possuía sua casa e suas vacas, e para sua
maior angústia estava desaparecido também seu
filho de sete anos. O pobre homem chorava sem cessar, recusando
ouvir qualquer palavra de conforto. Quando apareceram os primeiros
raios da manhã, ele ouviu um tilintar (som) de chocalhos.
Olhando para a estrada, viu seus animais e bem atrás
deles, seu filho querido. – “Como escapou do incêndio
meu filho?”, perguntou apreensivo o pai. O filho respondeu:
- “Quando vi o fogo papai, olhei nossos animais e tive
dó deles ao pensar que morreriam queimados. Tratei logo
de reunir as vacas e as levei para o campo. O pai abraçou
o filho muito feliz. O menino, pelo amor que tinha aos animais,
salvou-os todos de morte certa, salvando-se também. Deus
nos salvará porque nos ama.

Um
soldado perguntou a um cristão se Deus perdoa ao pecador
arrependido. “Quando a sua capa se rasga ou suja”,
perguntou-lhe o cristão, “o senhor a abandona como
objeto inútil?” O soldado respondeu: “Não,
eu a conserto, lavo e continuo a usá-la”. Assim,
arrematou o cristão: - “Se o senhor tem tanto cuidado
com uma simples vestimenta, como quer que Deus abandone a Sua
própria imagem, embora manchada e desfigurada pelo pecado?”.

O
professor W. A. Bentley tem fotografado milhares de flocos de
neve; porém jamais encontrou dois semelhantes. Depois
de quarenta anos de estudos ele acredita que nunca foram formados
dois flocos idênticos ainda que os ângulos de cristalização
de seus filamentos sejam de 60 ou 120 graus. Não existe
nada feito mais ou menos por Deus. Nem dois flocos de neve,
nem dois rostos são iguais. Ele chama a cada um pelo
seu nome; até os nossos cabelos são numerados.
É por isso que Ele consegue distinguir uma pessoa fiel
no meio de tantos seres humanos. Deus consegue saber quem somos
e qual é o nosso estado pessoal, emocional ou espiritual.

Em
apenas 45 minutos a obra de toda uma vida do escultor Jacquez
Lipschitz foi destruída pelo fogo num Edifício
no centro de Nova Iorque. Ele saiu para comprar materiais e
quando estava voltando viu à distância a fumaça
negra que saía do prédio. Ele se aproximou do
cordão de isolamento colocado pelos bombeiros e com os
olhos em lágrimas assim se expressou o velho escultor:
“É terrível, simplesmente terrível.
Metade da minha vida está sendo queimada neste instante,
e eu posso apenas assistir, sem nada poder fazer”. Entretanto,
em vez de se deixar abater pelo desânimo; ele bravamente
completou com energia: “Simplesmente terei de começar
tudo de novo”. Havia em seu caráter uma força
que sobrepujava a momentânea tragédia. Nosso Deus
ao enviar o dilúvio teve que começar sua obra
de novo, mas o fez com todo ânimo, porque tinha um servo
fiel: Noé.
Procuremos entender o amor de Deus por aqueles que O servem,
como o bom Noé.

Ruth
Weeler conta a história de um cientista que acompanhado
por um guia árabe, viajava pelo Oriente. Quando o Sol
descia no horizonte, o árabe desenrolou a sua esteira,
estendeu-a na areia e curvou a cabeça em oração.
O cientista achou aquilo uma perda de tempo e argumentou com
o árabe que Deus não existia e perguntou ao árabe:
- “Você já O viu, já tocou nEle, já
falou com Ele?”. O árabe respondeu “não”
a todas as perguntas. O cientista disse: “Então,
sossegue e não perca seu tempo, pois não há
como provar que Ele existe”. Na manhã seguinte
quando o cientista foi para fora da sua tenda ele percebeu algo
interessante e chamando o guia árabe falou-lhe: - “Olhe,
um camelo perambulou em volta de nossa tenda esta noite”.
O árabe perguntou: – “Tem certeza? O senhor
o viu, tocou nele, ouviu ele andar?”. O cientista respondeu:
- “Não, mas posso provar que era um camelo, pelas
suas pegadas”. O árabe, então, sorriu e
disse: “Também posso provar que Deus está
no Céu pela Sua criação. Quando vejo o
Sol, a Lua, as estrelas, sinto que são as pegadas de
Deus”.

O
Dr. Borchgrevink, da Missão da Noruega, há alguns
anos passados escreveu o seguinte:
“Está havendo uma grande restauração
na província Betribo, na qual a ação do
Espírito de Deus é o único diretor. Neste
movimento espiritual foi provado que não houve intervenção
alguma humana. Apenas a leitura das Santas Escrituras atuou
no coração dos homens, despertando-os; nem uma
outra influência, porém unicamente a Bíblia
produziu esta restauração. Os homens que se chamam
“Discípulos de Jesus” são os autores
disso; eles todos levam suas Bíblias consigo em uma bolsa
pequena, pendurada no pescoço. A Bíblia é
o único mestre deles; todos estão ansiosos para
dar testemunho de Cristo em suas grandes reuniões. A
restauração espalha-se tão depressa, que
está penetrando até em outras igrejas, e se espera
que tome conta de toda a grande ilha”. O Livro de Deus
é sempre o promotor das restaurações religiosas
e nos oferece a segurança dos firmes fundamentos da nossa
fé.

Faz
alguns anos, certa senhora foi ao consultório de um famoso
médico. Era uma senhora de temperamento nervoso e suas
lutas haviam-na deixado aborrecida e tão nervosa que
se sentia enfraquecida, física e mentalmente. Ela contou
ao médico todos os sintomas do seu estado físico
e ficou surpresa quando recebeu, a seguinte receita: “Senhora,
a única coisa que deve fazer é ler mais a sua
Bíblia. Volte para casa e leia sua Bíblia, cada
dia, durante uma hora e depois de um mês volte aqui ao
meu consultório”. A mulher teve uma vontade muito
grande de zangar-se, mas retirou-se meditando que a receita,
afinal de contas não era cara. Também reconhecia
que já fazia um bom tempo que não lia a Palavra
de Deus com regularidade. Ela começou a ler a Bíblia
e depois de um mês voltou ao consultório. “Bom
dia”, disse o médico, sorrindo ao contemplá-la.
“Vejo que foi obediente e seguiu minha receita ao pé
da letra, pois sua aparência está ótima.
A senhora acha que precisa de outro remédio ainda?”.
“Não doutor, não necessito”. Ela falou
com honestidade. “Sinto-me como se fosse uma pessoa diferente.
Mas como o senhor sabia justamente o que eu precisava?”.
Para responder, o médico apontou para uma já bem
usada Bíblia que estava aberta sobre sua escrivaninha
e disse: - “Senhora, se eu deixasse de ler diariamente
este livro, eu perderia a minha maior fonte de poder e perícia.
Nunca me dirijo ao centro cirúrgico sem antes ler a Bíblia.
Nunca atendo a um chamado de desespero sem antes encontrar auxílio
nas páginas deste livro. O seu caso não exigia
remédios, mas apenas paz, a mesma paz que eu mesmo uso”.
Aquela senhora ficou satisfeita com o resultado e seu comportamento
daquele dia em diante, foi de testemunho do poder da Palavra
de Deus.
Os cristãos de nosso tempo precisam beber desta fonte
que é a Palavra de Deus, para poderem refutar as coisas
que vem por aí. Só crendo na Palavra confiável
do Senhor é que estaremos preparados para o que vem sobre
o mundo. Só a Palavra de Deus abastece e fortalece nossa
fé.
Que haja sempre uma amostra do poder de Deus em nossa vida.
Que possamos, acima de tudo, ter a fé firmada em Deus
e em Sua Palavra.

Quando
Paganini apareceu pela primeira vez no Teatro da Opera Real
de Paris, a aristocracia da França reuniu-se para ouvi-lo.
Com sua peculiar presença de espírito ele chegou
ao palco, diante da multidão silenciosa de espectadores
que mal continham a respiração. Começando
a afinar seu instrumento, partiu-se uma corda. O auditório
riu muito. Viu-se arrebentar outra corda e ainda uma terceira.
O povo encarou-o consternado. Paganini fez pausa para afinar
a última corda que restava de seu violino e, então,
dando um dos seus conhecidos sorrisos, levantou seu instrumento
e da simples corda tirou maravilhosa música que parecia
divinal. Foi aplaudido de pé pelos presentes. Um violino
quebrado, mas um violino nas mãos de um mestre faz toda
a diferença! Todo Crente humilde pode ser um vibrante
instrumento nas mãos do Mestre que o criou. O corpo Ele
fez, o fôlego Ele deu, o intelecto deriva dEle, então
o dever de toda alma vivente é soar a música divinal
que o Criador pode tirar.

A
Revista “Seleções” de março
de 1997 trouxe uma reportagem muito interessante a respeito
do povo mais feliz da Terra. Depois de uma pesquisa feita pelo
Instituto Gallup em 18 países, o Instituto revelou que
o povo islandês é o povo mais feliz do mundo. Lá
moram 267.809 pessoas e 82 por cento delas estão muito
satisfeitas com sua vida pessoal. Esse povo diz que o trabalho
é muito saudável e ganham muito bem anualmente.
A Islândia possui a menor taxa de mortalidade infantil
do mundo e quase a maior média de longevidade (anos de
vida). Os islandeses acham que lá é um “Paraíso
na Terra”, e a natureza torna a vida colorida. O povo
tem um nível de solidariedade muito grande e o número
de ladrões é praticamente zero. Mesmo com toda
esta paz e beleza o Jardim do Éden era ainda mais belo
e a Nova Terra o será mais ainda. Tudo que Deus faz é
bom.

Braile,
um astrônomo famoso, tinha um amigo que era ateu convicto
e que não acreditava que o Universo fosse obra exclusiva
de um Ser supremo. Desejando confundir e vencer o ateísmo
absurdo do amigo, o astrônomo construiu um magnífico
planetário, onde mecanicamente se reproduzia o Sol e
os principais planetas com seus movimentos e suas órbitas
e assim perguntou o jovem ateu para observar o interessante
engenho. O moço veio e Braile pôs em movimento
o planetário com o Sol, os planetas, os satélites,
as estrelas e ele ficou encantado a ponto de dizer: - “É
realmente muito bonito! Quem foi o autor deste engenhoso aparelho?”.
Tranqüilamente o astrônomo disse: - “Não
houve autor algum”. Surpreso o ateu perguntou: - “Como
assim? Como não houve um autor para isto tudo?”.
A resposta de Braile foi: - “Muito simples. Este planetário
apareceu aqui por acaso”. O ateu disse: - “Isto
é um absurdo; uma peça tão perfeita assim,
não pode ter aparecido do nada; alguém fez tudo
isto!”. Então, o astrônomo arrematou: “Bem,
se você acha que um simples planetário não
pode ser obra do acaso, como ousas aceitar e pregar que o Universo
com suas infinitas e insondáveis maravilhas, bem como
a vida na Terra, tenha surgido do acaso? Deus é o autor
de toda a beleza e harmonia do Universo e do nosso mundo com
suas complexidades de formas. Ele escreveu as Leis que mantém
e conservam todas as coisas”. Vencido pelo argumento do
astrônomo, o ateu reconheceu a existência do grande
Deus e passou a adorá-Lo também. A Bíblia
descreve a origem da vida e isto nos leva a louvar o Deus Criador.

No
Museu Britânico há um tijolo babilônico tirado
das ruínas daquela cidade antiga tão famosa. Naquele
tempo era costume imprimir nos tijolos usados na construção
de edifícios públicos e muros da cidade o nome
do rei. Mas este tijolo havia caído ao chão onde
passou a noite. O nome do rei fora apagado pelo pé de
um chacal [mamífero].
Há neste tijolo uma semelhança com nossas vidas.
Deus colocou em nós Sua marca, mas o pecado apagou. Deus
quer restaurar em nós a Sua marca, Seu nome, Seu caráter
de amor.

Um
certo escritor americano, que visitou a Europa, conta-nos numa
de suas memórias, o episódio ocorrido num Hotel
na Noruega, onde uma menina tentava compor uma pecinha musical
ao piano tocando desafinadamente as notas musicais. Ela não
conhecia muito bem os recursos da harmonia, e tornava a execução
de seu trabalho algo monótono e cansativo, ao tocar várias
vezes a mesma linha musical. A princípio os hóspedes
até a toleraram. Por fim, passaram a fugir dela, saindo
da sala, assim que ela chegava ao piano. Certa vez chegou ao
Hotel o grande maestro Haendel. Ele ouviu o som do piano e ao
aproximar-se notou que os hóspedes saíam depressa,
mal a criança iniciava o seu desalinhado concerto. Magoou-o
a irreverência dos ouvintes. Por isso sentou-se ao lado
da menina e retomando o mesmo tema e a linha musical que ela
não conseguia aproveitar, transformou-a numa encantadora
balada. A sala que estava vazia rapidamente se encheu, a ponto
de pessoas se acotovelarem para se aproximar o mais próximo
possível do genial artista.
Podemos dizer que nossa vida também se parece com uma
música mal tocada e desafinada. Só quando Jesus
Se aproxima e nos acompanha é que passamos a ter harmonia,
pois a imagem divina começa a ser restaurada em nós.
O relato da criação da humanidade é precioso
e nos confere um sentimento de autoridade diante dos fatos.
Ao mesmo tempo nos confere o dever de honrarmos nosso criador
com nosso testemunho e nossa obediência aos seus preceitos.
Que haja, então, entre nós a fé necessária
para confiarmos em nosso Criador e Mantenedor e assim defendermos
Suas verdades, diante do mundo que se torna cada vez mais incrédulo.

A
pequena Alice sem querer tinha quebrado um belo vaso antigo
de sua bisavó. Tinha o coração moído.
Uma tia ajudou-a a resolver o problema. Levaram o vaso a um
perito restaurador de porcelanas. Terminado o trabalho, o vaso
estava exatamente COMO NOVO. Quando Alice viu restaurado aquele
objeto de estimação, exclamou: – “Ó
titia, isto é justamente como ser cristão. Jesus
conserta nosso coração, e ele fica COMO NOVO”.

Certo
senhor comprou uma casinha onde encontrou um poço com
uma bomba d’água. Quando o estava examinando, passou
uma vizinha e lhe disse: “O senhor não deve usar
desta água porque é imprestável. O homem
que antes morava aqui e sua família usaram-na e todos
se envenenaram”. O novo dono disse: - “É
verdade? Mas logo arranjarei tudo isto”. Comprou tinta,
pintou muito bem a bomba, tapou os buracos, ficando tudo bem
bonito. Então disse para si mesmo: “Agora estou
seguro de que tudo ficará bem”. No entanto, você
dirá que este homem foi insensato ao crer que arrumando
um pouquinho e pintando a bomba se remediaria tudo, quando a
água estava envenenada. Você tem razão em
assim dizer.
É realmente isto o que está fazendo o pecador.
Trata de pintar e remendar sua natureza má, a qual sempre
o inclina para o mal e lhe tem inspirado idéias embaraçosas.
Assim como o proprietário necessitava de um novo poço
para ter boa água, o pecador necessita de um novo coração
para ter vida pura.

Havia
uma cela subterrânea numa antiga prisão egípcia,
muito temida pelos prisioneiros. Certa vez um homem nobre foi
sentenciado a passar vinte e quatro horas nesse lugar de horror.
O homem sentiu-se deprimido, paralisado de medo. Sentiu que
daí a pouco o terror o conduziria à loucura. Então,
subitamente ouviu o som de passos no teto, era seu pastor. O
pobre homem perguntou: Você esta aí? Sim, respondeu
o capelão. “E não sairei daqui enquanto
você não for solto”. O pobre homem não
sabia como agradecer. “Pois bem, não me preocuparei
tanto agora, estando você aí dessa maneira”.
O terror se dissipou estando seu amigo tão próximo
embora, invisível. Assim também ao lado de todos
nós está a presença invisível, contudo
amorosa, de nosso Amigo Jesus, e as trevas e o perigo não
mais terão poder de nos amedrontar.

Uma
tremenda tempestade açoitava um transatlântico
no meio do mar. A tripulação e os passageiros
gritavam aflitos em suas cabines e alguns andavam de lá
para cá apavorados com o balançar do navio. Os
marinheiros se esforçavam por salvar o navio. Entretanto,
em um dos salões uma menina brincava despreocupada, alheia
à aflição de todos. Uma senhora se aproximou
e perguntou-lhe se não estava com medo da tempestade.
Sem largar o brinquedo que tinha na mão, ela levantou
a cabeça, olhou para a mulher com os olhos arregalados
e disse: “Sente-se aqui e brinque comigo, porque quem
está no comando deste navio e o meu papai e eu confio
nele totalmente. Vamos, sente-se aqui”. A mulher vendo
a confiança da criança assentou-se e pareceu-lhe
que o terror desaparecera por completo. Assim Deus, o nosso
Pai do Céu, é o piloto de nossa vida e deseja
que confiemos n’Ele. Deixemos de lado nossos temores e
deixemos-O agir.

Acima
do alarido dos clientes numa loja de grande cidade, ouviu-se
o choro de uma criança, e por fim descobriu-se uma garotinha
em lágrimas que tinha se separado da mãe. Para
a sua mente amedrontada e confusa, os que a cercavam no sincero
desejo de ajudá-la, eram todos inimigos. Ela teria continuado
a chorar de forma convulsiva e desconsolada se o gerente da
loja não houvesse, por fim, encontrado a mãe.
Este episódio insignificante é aplicável
à vida de muitos adultos. Quantos, sabendo-se perdidos,
nada fazem além de expressar angústia em soluços!
Muitos andam amedrontados e desorientados, justamente como esta
criança, por terem se apartado da mão guiadora.
A menina foi feliz porque alguém a reconduziu para a
segurança da mãe. O que mais ficou gravado na
mente de todos foi a sua expressão de abandono e desespero,
e depois, a luz que lhe brilhou nos olhos lacrimejantes, qual
súbito raio de esperança, ao reencontrar sua mãe.
Que alívio os saltos de alegria da criança revelaram!
Pensemos em como Deus pode atuar em nossa vida nesse nosso tempo.
Não importa a perseguição que estejamos
sofrendo. Não importa se estamos nos sentindo prisioneiros
das circunstâncias, Deus tem a saída para o nosso
caso. Não há necessidade de nos sentirmos como
uma criança abandonada, pois Deus nos ama além
do que podemos imaginar.

Numa
bela casa de campo, existia um enorme aquário. Naquele
aquário, cada peixe tinha sua função. Uns
limpavam os vidros, outros, as pedras. Enquanto uns montavam
patrulha de dia, outros, de noite. Alguns traziam os alimentos
para o fundo, facilitando a procura por comida para os mais
velhos, outros, afastavam os jovens comilões. Naquele
aquário, todos tinham uma função a cumprir
com determinação e organização.
Um dia chegou, não se sabe de onde, um peixe amarelo
bicudo e cheio de mau humor. Por não ser conhecido e
ter aquela aparência de um ser mal humorado, logo foi
posto de lado, sem função e sem amigos. Sem ter
o que fazer, depois do isolamento da comunidade aquática,
o peixe amarelo agora triste e abandonado tentou o suicídio.
Nadou rápido e tentou saltar para fora do aquário
uma vez, duas vezes, dez vezes sem sucesso. Logo ele ficou esfarrapado,
humilhado, faminto e morreu estressado. Encostada no aquário
a Dona Aranha olhava tudo imóvel. Enquanto tecia sua
teia ela pensa: “Às vezes para ser feliz, é
preciso apenas um amigo e um pouquinho de atenção,
porque a amizade nos torna valorizado no meio em que vivemos”.
Captou a lição?

Um
rico industrial ao passar certo dia por uma represa, viu um
senhor sentado à sombra de uma árvore pescando.
Ele ficou irritado e chamou a atenção do homem
aconselhando-o a se mexer e procurar pescar mais peixes, ir
ao mercado vender, contratar mais pessoas para pescar para ele,
abrir uma cooperativa, vender para grandes indústrias,
exportar e assim aumentar seu faturamento. O homem que pescava
ficou curioso e perguntou: “Por que eu faria toda essa
correria que o senhor sugeriu?”. O industrial respondeu:
- “Bem, o senhor teria dinheiro para comprar um galpão,
colocar mais empregados, ter um carro novo, roupas boas, e depois
ter tempo para sentar-se e desfrutar o tempo, pescando sossegado”.
O homem olhou para ele surpreso e disse: - “Mas é
exatamente isso que estou fazendo agora, sem esse monte de problemas
que o senhor falou”.
Foi o que Salomão tentou ensinar com “vaidade de
vaidades”. Quando a busca desmedida por poder, riqueza,
prazeres, cultura, se tornará em fumaça, em brisa
e tão passageiros quanto a névoa. [vapor que sobe
para a atmosfera]

Dois
galos estavam disputando em feroz luta, o direito de comandar
o quintal da chácara. Por fim um pôs o outro para
correr. O galo derrotado afastou-se e foi se recolher num lugar
sossegado. O vencedor, voando até o alto de um muro,
bateu as asas e exultante cantou com toda sua força.
Uma águia que pairava ali perto se lançou sobre
ele, e com um bote certeiro levou-o preso em suas poderosas
garras. O galo derrotado saiu do seu canto, e daí em
diante reinou absoluto livre de disputa.
Moral da História: O orgulho e a arrogância é
o caminho mais curto para a ruína.
A humildade é a maior conquista.

Um
homem saiu pelo mundo à procura da mulher perfeita. Depois
de dez anos de busca, resolveu voltar a sua aldeia. Seu melhor
amigo lhe perguntou: “Encontrou a mulher perfeita em suas
andanças?”. O homem respondeu: - “Ao sul,
encontrei uma mulher linda. Seus olhos pareciam duas pérolas,
seu cabelo era da cor da asa da graúna, seu corpo era
lindo como o de uma deusa”. O amigo, entusiasmado, disse:
“Onde está sua esposa?”. Então ele
respondeu: “Infelizmente, ela não era perfeita,
pois era muito pobre... Aí fui para o norte e encontrei
uma mulher que era a mais rica da cidade. Não tinha nem
noção do poder e dinheiro que tinha”. Novamente
o amigo exclamou: - “Então esta era perfeita...”.
O homem respondeu: - “Não, o problema é
que nunca vi criatura mais feia em toda a minha vida... Finalmente,
ao sudeste, conheci uma mulher linda. Sua beleza era do ofuscar
os olhos, tinha muito dinheiro, era perfeita”. O amigo
perguntou se com esta ele tinha se casado, e ouviu a resposta:
- “Não, porque, infelizmente, ela também
procurava o homem perfeito...”.

Um
sapo, barrigudo gritava orgulhoso em seu pântano, quando
viu um vaga-lume que brilhava no alto de uma pedra. Mordendo-se
de inveja, e achando que ninguém tinha o direito de fazer
o que ele não podia, deu um salto e cobriu o vaga-lume
com o seu corpo frio. O vaga-lume, sentindo-se coberto, perguntou:
“Sapo por que me cobres?” E o sapo só pôde
responder: “Porque você brilha muito e está
me ofuscando!”. Nesta fábula está resumida
toda a psicologia do invejoso, pois o indivíduo dominado
pela inveja só tem uma preocupação: a de
não permitir que outros pratiquem ações
mais brilhantes do que as dele.
Jesus Cristo foi vítima dos invejosos fariseus, saduceus
e dos chefes religiosos de seu tempo que não podiam ver
com bons olhos o sucesso que Ele estava alcançando em
seu ministério. Viviam eles constantemente a lançar
sobre Cristo perguntas maliciosas e insinuantes com o intuito
de fazer ocultar a Sua luz. Porém, a autoridade com que
Cristo sempre lhes respondeu, e a sabedoria com que Ele lhes
retribuiu, somente lhes causavam dificuldades e derrotas.

Um
menino andava com seu pai em um grande vale quando tropeçou
e caiu, gritando: “Ai”. Logo ouviu uma voz dizendo:
“Ai”. Curioso perguntou: “Quem é você?”,
e ouviu: “Quem é você?”. Contrariado
ele gritou: “Seu covarde”, e ouviu a resposta: “Seu
covarde”. O menino olhou para o pai e perguntou: “O
que é isso, papai?”. O bom homem olhou para o filho
e disse: “Veja isto meu filho”; então, o
pai gritou na direção da montanha: “Eu admiro
você”, e logo se fez ouvir: “Eu admiro você”.
Mais uma vez disse: “Você é um campeão”,
e a resposta foi: “Você é um campeão”.
Por fim, o pai disse ao filho: “Filho, as pessoas chamam
isso de “ECO”, mas, na verdade, isso é a
“VIDA”. A vida nos dá de volta tudo o que
dizemos, tudo o que desejamos de bem e mau aos outros. A vida
devolverá toda blasfêmia, inveja, incompreensão,
falta de honestidade, que uma pessoa executou ou praguejou às
pessoas que lhe cercam”.

Havia
em certa escola um professor tido como excepcional. Muito inteligente
e amigo, que compreendia cada aluno em particular. Um dia alguém
viu quando ele chegou pela manhã bem cedo e dirigiu-se
para a sala de aula vazia. A pessoa olhou por uma fresta e descobriu
o segredo de bondade e sabedoria do professor. Ele chegava meia
hora mais cedo e ficava em comunhão com Deus. Ali estava
a fonte do seu poder e sabedoria. Deus era sua fonte e o transformava
a cada contato. Salomão teve esta experiência e
por isso foi abençoado com sabedoria. Façamos
nós o mesmo.

“Eu,
o Pregador, venho sendo rei de Israel, em Jerusalém.
Apliquei o coração a esquadrinhar e a informar-me
com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; este
enfadonho trabalho impôs Deus aos filhos dos homens, para
nele os afligir. Atentei para todas as obras que se fazem debaixo
do sol, e eis que tudo era vaidade e correr atrás do
vento. Aquilo que é torto não se pode endireitar;
e o que falta não se pode calcular. Disse comigo: eis
que eu me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que
antes de mim existiram em Jerusalém; com efeito, o meu
coração tem tido larga experiência da sabedoria
e do conhecimento. Apliquei o coração a conhecer
a sabedoria e a saber o que é loucura e o que é
estultícia; e vim a saber que também isto é
correr atrás do vento. Porque na muita sabedoria há
muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta a tristeza”.
Eclesiastes 1:12 a 18

Certo
pastor resolveu ganhar seus inimigos pelo amor. Quando ele sabia
que alguém não gostava dele, ou que tinha feito
qualquer coisa para prejudicá-lo, resolvia pagar o mal
com o bem. Fazia tudo para ajudar essa pessoa, para auxiliá-la,
para servi-la. Descobria o endereço da pessoa e enviava
um bolo delicioso feito pela esposa, acompanhado de uma carta
de cortesia. O resultado foi que os inimigos não podiam
odiá-lo por causa do amor com que os tratava, e deste
modo se tornaram seus amigos e depois de algum tempo, muitos
deles já batizados, pertenciam à comunidade da
igreja.

Conta-se
a história de John Angel James, que foi um dos mais populares
e influentes ministros da Inglaterra, e que foi ganho para Cristo
ao ver um companheiro de quarto ajoelhado em oração.
Mais tarde, referindo-se ao caso, disse: “Aquela cena
despertou minha consciência adormecida, e foi como uma
seta ao meu coração. Seguiu-se logo depois minha
conversão. Quase meio século se passou; mas aquele
quartinho e aquele jovem prostrado em oração,
ainda os tenho na memória, e jamais serão esquecidos,
mesmo em meio aos esplendores do Céu e através
dos séculos da eternidade”. Muitos estudantes foram
levados a engrandecer ao Senhor mediante a fidelidade de um
companheiro de quarto. Quando John E. Clough entrou para a Academia
em Burlington e descobriu que seu companheiro de quarto era
um jovem de oração, disse: “Neste quarto
não quero que haja oração”. Entretanto,
o estudante crente traçou com giz uma linha dividindo
o quarto em duas partes, e então, disse a John que ele
fizesse o que desejasse no seu lado, mas do seu lado ele haveria
de ler a Bíblia e fazer oração. E foi a
fidelidade a suas devoções diárias que,
afinal, ganhou o estudante rebelde, pois John E. Clough tornou-se
mais tarde o grande missionário que se uniu a ele em
engrandecer o nome do Senhor.
Vamos nos lembrar disto e nossa vida terá mais sentido
no dia-a-dia. Salomão poderia olhar a vida por outro
ângulo, se ao invés de se envolver com a luxúria
e a licenciosidade, tivesse engrandecido a Deus em sua vida
e conduzido outros para o grande Deus. A Bíblia diz que
Salomão levou o povo à idolatria. Foi por isso
que ele achava a vida um desgosto (tédio).
Que o Senhor nos abençoe e nos torne úteis em
Sua causa.
“Vós
sois Meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando”
João 15.14

Os
pastores e itinerantes do interior, que dependem muitas vezes
de viagens à cavalo para chegar às igrejinhas
distantes, têm freqüentemente encontrado quem lhes
conte tal experiência. Quando alguém tem de atravessar
um abundante rio, por ocasião de chuvas ininterruptas,
e este não possui uma ponte, é um perigo muito
grande olhar para as águas enquanto o cavalo o atravessa.
O redemoinho das águas e a agitação da
corrente são fatores que ocasionam tonteiras, muitas
vezes provocando a queda da pessoa que procura atravessar o
rio. Se, no entanto, a pessoa fixa o seu olhar no tronco de
uma forte árvore na margem do rio, ou mesmo numa rocha,
ou no cume de uma montanha, pode chegar seguramente ao seu destino.
Pois assim também, nas tempestades da vida, a fé
fixa o nosso olhar no Deus sempiterno, desviando-o das cenas
inquietas e tumultuosas ao nosso redor e assim alcançamos
nosso destino.
Rogamos a Deus por Sua presença em nosso viver para alcançarmos
a vitória nos momentos de maior luta, quando nosso inimigo
nos tentar e nos fazer baixar a fronte diante das incertezas.

Perto
de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que
agora se dedicava a ensinar sua sabedoria aos jovens. Apesar
de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar
qualquer adversário. Certa tarde, um jovem guerreiro
conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu
por ali. O jovem, impaciente guerreiro, jamais havia perdido
uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava
ali para derrotá-lo e aumentar sua fama. Todos os estudantes
se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o
desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem
começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras
em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos
os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado,
o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato do
mestre aceitar tantos insultos e provocações,
os alunos perguntaram: “Como o senhor pode suportar tanta
indignidade?”. O samurai perguntou: - “Se alguém
chega até você com um presente, e você não
o aceita, a quem pertence o presente?”. Um dos discípulos
respondeu: “A quem tentou entregá-lo”. Foi
então, que o mestre disse: - “O mesmo vale para
a inveja, para a raiva e para os insultos. Quando não
são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava
consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se
você permitir...”.

O
sábio Salomão gostava de comparações
com algumas situações da vida e procurava ensinar
algo com suas deduções. Algumas vezes ele utilizava
contrastes para justificar uma aplicação para
seus ensinos. A questão do bom nome foi um dos seus ensinos.
ILUSTRAÇÃO: O fogo que não é ativado,
logo se extingue. Quão verdade é isso com relação
ao fogo da maledicência. Quantos nomes são estragados
por causa de se falar mal das pessoas. Conta-se que Sofrônio,
quando sua filha Eulália desejou visitar a tagarela Lucinda,
não lhe permitiu. Então, Eulália perguntou-lhe:
- “Por que não posso ir, meu pai? De que maneira
poderá ela fazer-me mal?”. O sábio Sofrônio
tirou da lareira um carvão, e trouxe-o para sua bela
filha dizendo: - “Toma-o em tuas mãos”. Eulália
se encolheu horrorizada, recusando-se a pegar o carvão.
O pai exclamou: – “Mas ele não pode queimar
você”. Refletindo, ela viu que realmente o carvão
não podia queimá-la, mas que podia sujá-la.
Isto a fez enxergar a realidade. Há, sem dúvida,
um certo sentido em que muita coisa que suja é pior do
que se queimasse. Uma mão queimada não suja outra
mão que a aperte, o que não ocorrerá com
uma mão suja. Assim alguém pode sujar o nome de
outrem com algum comentário maldoso ou situações
fabricadas que se passa de pessoa para pessoa.

Um dos costumes mais comuns das pessoas é o de julgar
antes de fazer a devida averiguação. Um rapaz
de boa aparência e vestido à paisana estava numa
cabina telefônica, fazendo uma ligação.
Do lado de fora, aguardando a vez, havia vários soldados,
que ficaram cada vez mais impacientes e ruidosos à medida
que passavam os minutos. As observações que os
soldados faziam acerca do estranho na cabina foram cada vez
mais altas e tornaram-se mais pesadas. Afinal, o jovem pendurou
o fone e saiu. Ao fazer isso, foi rudemente empurrado e ridicularizado
por não estar no exército. Um dos soldados gritou:
“Você deve ter arranjado uma boa história
para evitar ser sorteado”. Um outro soldado berrou: “Você
é um covarde!”. O rapaz não se defendeu,
mas seu rosto mostrou a mágoa que sentia perante as malévolas
observações desses homens. Foi retirar-se e os
soldados notaram, pela primeira vez, que a manga esquerda do
paletó estava vazia. O silêncio na confusão
apoderou-se do grupo de soldados, pois puderam compreender quão
cruelmente injustos haviam sido seus juízos contra um
jovem que até já tinha dado um braço por
seu país.

Casa
de festas, casa de prantos...
O sábio Salomão ao olhar a vida sob uma ótica
realista, nos dá a impressão de ser um pessimista,
porém sua forma de análise pode trazer alguns
ensinamentos para nossa vida.
“Melhor é ir à casa onde há luto
do que ir a casa onde há banquete; porque naquela se
vê o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu
coração. Melhor é a mágoa do que
o riso, porque a tristeza do rosto torna melhor o coração.
O coração dos sábios está na casa
do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria.
Melhor é ouvir a repreensão do sábio do
que ouvir alguém a canção dos tolos”
Eclesiastes 7:2-5
A
reflexão sobre a vida você encontra em uma casa
que está de luto. Ali é possível pensar
na fragilidade da vida, e é possível rever alguns
conceitos. Em uma festa, essa avaliação sequer
existe; a preocupação é apenas com roupas,
pompa, consumo, futilidades.

Uma das árvores, mais famosas, do mundo é um pinheiro
deformado e retorcido, mal alcançando 20 polegadas de
altura. Esta árvore, já muitas vezes centenária,
fica no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, a 3
mil metros de altitude. Esta velha árvore desafiou as
leis da natureza, firmando suas raízes em sólido
granito. De algum modo ela consegue obter nutrimento necessário
para crescer e permanecer firme contra os ventos gelados. O
serviço nacional de parques colocou em sua base uma plaqueta
com estas palavras: “Este é o pinheiro Jeffrey.
Esta árvore cheia de nós, batida pelos ventos,
é resistente, pois tem se apegado, firmemente à
vida a despeito de grandes obstáculos”.

Salomão tinha uma preocupação com o tipo
de caráter das pessoas do mundo. Suas palavras se relacionam
com as ações e atitudes dessas pessoas. Ele mostra
a natureza caída dos seres humanos.
Salomão apreciava passar pequenas lições
na forma de provérbios. Sua forma de apresentar os assuntos
tornaram-se interessantes porque exigia dedução
da parte do leitor.
Para
exemplificar isto, vejamos este história sobre quatro
pessoas: Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha
certeza de que Alguém o faria. Qualquer Um poderia tê-lo
feito, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou porque
era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer
Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo
Mundo deixasse de fazê-lo. Ao final, Todo Mundo culpou
Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia
ter feito...

As
pessoas do século passado acreditavam que a ciência
e a tecnologia poderiam trazer benefícios ao mundo, como
a cura de doenças degenerativas, doenças fatais,
promover mais diálogo entre as nações e
eliminar o ódio e as guerras. Acreditavam no desenvolvimento
em laboratório de pessoas perfeitas como “bebês
de proveta”, “clones humanos”, “decodificação
do código genético humano”, etc.
Pense nos eventos do século passado. Até que ponto
a ciência atendeu às grandes esperanças
que as pessoas tinham para com ela? Veja também Mateus
24.
RESPOSTA: As guerras continuam no mundo civilizado, as sonhadas
curas não aconteceram ainda, mais doenças apareceram
no cenário mundial, a violência e o engano aumentaram
no mundo todo.

Conta-se
a seguinte história a respeito de um homem meio desorientado.
Numa certa ocasião deram para ele um relógio,
e ele tirou os ponteiros, levando-os a um relojoeiro e disse:
- “Quero que me conserte estes ponteiros; andam sempre
errados, e nunca sei quando é hora de me levantar”.
Quase não contendo uma gargalhada, o relojoeiro disse:
- “Tem que me trazer o relógio inteiro para eu
poder consertá-lo”. O desorientado respondeu: -
“Isso é que não! O relógio não
tem nada de errado, somente os ponteiros não funcionam
bem; o senhor quer é apresentar-me uma conta grande,
mas pode estar certo de que eu não lhe trarei o relógio”.
E tendo dito isto, saiu nervoso com os ponteiros na mão.
Salomão falou dessas pessoas que querem que Deus conserte
somente os ponteiros da sua vida, quando a máquina é
que está com defeito. Isto mostra uma natureza caída.

Houve
um homem, que herdou do pai, quase um milhão de reais
e junto herdou também a tendência para a embriaguez.
No dia do enterro da mãe, seguiu o funeral de sua mãe
para o cemitério completamente embriagado, caindo sobre
o caixão na hora do sepultamento e escandalizando todos
os presentes. Este foi o começo de sua carreira descendente.
Deixou o seu importante emprego e gastava os dias tentando satisfazer
este apetite diabólico. Ao final perdeu tudo o que tinha,
tomou dinheiro emprestado a todos e continuou nesta vida até
perder tudo mais: o amor, o respeito, a honra, passando a odiar
as coisas que antigamente amava. Continuou nesta vida sem amigos,
envergonhado, sozinho, até cair na sarjeta e virar um
mendigo. Um amigo que era um cristão sincero achou-o
num beco e o ajudou a levantar-se do fundo do poço. Este
homem sentiu-se chamado por Deus e recuperado do alcoolismo,
estudou e foi consagrado ao ministério tempos depois.
Ele foi trabalhar no Oregon e não levou consigo, nem
bolsa, nem dinheiro, pois queria confiar inteiramente em Deus.
Ali trabalhou 20 anos, pregando o evangelho, ministrando as
necessidades espirituais e temporais do povo, construindo uma
grande igreja e ganhando muitas almas para Cristo. É
maravilhoso o modo como Deus cura nossa natureza caída
e como nos reabilita a ponto de nos fazer úteis para
beneficiar outras vidas caídas.

Um
certo rei foi visitar uma escola e ao entrar em uma sala de
aula, resolveu fazer algumas perguntas para as alunas. Foi perguntando
coisas como: – “O boi pertence a que reino?”.
Uma aluna respondeu: – “Ao reino animal”.
– “E uma pedra, a que reino pertence?”. –
“Ao reino mineral” – respondeu outra aluna
bem esperta. – “E uma abóbora, a que reino
pertence?”. – “Ao reino vegetal”, respondeu
a menorzinha. O rei, satisfeito com as respostas, apontou para
uma menina bem na frente e perguntou: – “E eu, a
que reino eu pertenço?”. A professora ficou pálida,
com receio que a resposta da menina fosse ofensiva ao rei. A
pequena pensou um pouco, levantou-se e com um brilho no olhar
disse ao rei: – “O senhor pertence ao reino de Deus”.
O rei ficou muito satisfeito com a resposta dando-lhes os parabéns.
A professora foi elogiada pelo excelente nível de ensino
dedicado às alunas da sala.

Um
homem, no limite de suas forças, atentou contra a própria
vida com uma arma de fogo. Ouvindo o tiro, o vizinho entrou
naquele apartamento, e ao lado do corpo encontrou uma carta
assim escrita: “Não deu para suportar. Passei a
noite toda como um louco pelas ruas. Fui a pé... não
tinha condições de dirigir. Perdi meu emprego
por injustiça feita contra mim. Nada mais consegui. Ontem
telefonaram avisando que minha moradia no campo foi incendiada.
Estava ameaçado de perder este apartamento por não
ter podido pagar as prestações. Só me restou
um carro tão desgastado que nada vale. Afastei-me de
todos os meus amigos com vergonha desta humilhante situação...
e agora, chegando aqui, não encontrei ninguém...
fui abandonado e levaram até minhas melhores roupas!
Aquele que me encontrar, faça o que tem que ser feito.
Perdão”. O vizinho dirigiu-se ao telefone para
chamar a polícia. Quando a polícia chegou, viu
que havia recado na secretária eletrônica. Era
a voz da mulher do morto que dizia: - “Alô! Sou
eu querido! Ligue para a firma! O engano foi reconhecido e você
está sendo chamado de volta para a semana que vem! O
dono do apartamento disse que tem uma boa proposta para não
o perdermos! Estamos na nossa casinha de campo. A história
do incêndio era trote! Isso merece uma festa, não
merece? Nossos amigos estão vindo para cá. Um
beijo! Já coloquei as suas melhores roupas no porta-malas
do seu carro. Vem!”. Que pena que o homem dessa história
não refletiu só mais um minuto. Por aí
vemos que nunca devemos perder a esperança, por piores
que sejam as circunstâncias. Confiemos em Deus antes de
executar qualquer atitude que modifique nossa vida para sempre.
Devemos confiar em Deus desde agora. Ele nos ama. Creiamos nisto!
Temos ricas promessas na Palavra de Deus, se tão-somente
crermos e confiarmos nEle. Corremos o perigo de confiar em nossos
próprios esforços humanos deficientes, e de não
depositar nossa confiança em Deus.

“Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem
ama a abundância
nunca se farta da renda; também isto é vaidade”
Eclesiastes 5:10
Quando
o rei Salomão assumiu o trono ele já conhecia
o que era ser rico, pois era o filho do rei Davi. Suas observações,
porém, identificaram pessoas como os opressores, os oprimidos,
os ricos e os pobres. Os pobres chamaram sua atenção
porque a sobrevivência para tal grupo de pessoas era algo
doloroso como uma luta diária sem trégua. Salomão
falou dos pobres e Jesus os mencionou numa comparação
entre Sua presença humana neste mundo e a existência
dos pobres. Ele disse:
“Porque os pobres, sempre os tendes convosco” Mateus
26:11
O
sábio Salomão mencionou que apesar do poder que
muitos têm ou da extrema necessidade causada pela pobreza,
uma coisa é certa: todos precisam do alimento que a terra
produz pela providência divina. Eis as palavras do sábio
sobre esta dependência, conforme escrito em Eclesiastes
5:9:
“O proveito da terra é para todos; até o
rei se serve do campo”
A
mensagem central é que Deus é o dono de tudo e
que Ele permite que ricos e pobres possam usufruir o que a terra
produz de maneira gratuita, mas a ganância humana mudou
tudo.
O
rei Salomão observou que neste assunto do rico, do pobre,
da terra que pertence a Deus e da ganância humana tomando
conta de tudo e explorando os mais pobres, só Deus poderá
dar a recompensa a cada um.

Um dia, um mendigo estava se arrastando de casa em casa, carregando
uma malinha velha; em cada porta, pedia alguns centavos para
comprar comida. Queixava-se da vida, imaginando por que as pessoas
que tinham bastante dinheiro nunca estavam satisfeitas, sempre
querendo mais. Nesse momento, a Fortuna veio descendo a rua
e parou quando viu o mendigo. Disse-lhe: “Escute! Há
muito tempo venho querendo te ajudar. Segure sua malinha enquanto
eu despejo umas moedas de ouro nela. Mas só faço
isso com uma condição: o que ficar na malinha
será ouro puro, mas o que cair no chão vai virar
poeira”. “Sim, sim, claro que compreendo”
- disse o mendigo. A fortuna disse: “Então tome
cuidado. Sua malinha está velha; é melhor não
a encher muito”. O mendigo estava tão contente
que mal podia esperar. Abriu rapidamente a malinha e uma torrente
de moedas de ouro foi despejada ali dentro. Logo, a malinha
foi ficando muito pesada. A Fortuna perguntou: - “Já
é o bastante? Sua mala já está quase rachando”.
O mendigo disse que ainda podia colocar um pouco mais. As mãos
dele começaram a tremer. Agora já era um homem
rico. Ele disse: - “Só mais um pouquinho. Só
mais uns punhados”. A Fortuna voltou a dizer: “Pronto,
já está cheia. Essa malinha vai explodir!”.
O mendigo achava que ainda agüentava mais um pouquinho,
e novamente disse: “Só mais um pouquinho!”.
Foi então que caiu mais uma moeda e a malinha estourou.
O tesouro caiu ao chão e virou poeira. A Fortuna havia
desaparecido. Agora, o mendigo só tinha mesmo a malinha
vazia, e ainda por cima rasgada de alto abaixo. Estava mais
pobre do que antes. Sua ambição deixou-o derrotado.

Monna
Tessa estava auxiliando o serviço de recepção,
na festa que havia dado Messer Portinari. A sua beleza e voz
gentil fizeram pensar que ela era “o mais jovem dos anjos”.
Depois de terminado seu trabalho, essa criada saía de
casa e ia cuidar dos pobres, adoentados, nas favelas da cidade
de Florença. Visto que o extenso palácio de Portinari
não estava todo ocupado, ela pediu ao seu senhor que
lhe permitisse usar dois quartos vazios. Portinari consentiu,
e quando ele foi vê-los certo dia, encontrou-os cheios
de doentes pobres, aos quais a criada sustentava com seu salário
e cuidava deles em seus momentos de lazer. Disse-lhe Portinari:
“Este trabalho é de Deus e eu ajudarei você
nele”. Ele construiu um pequeno hospital e a colocou na
direção do mesmo. Por esse motivo teve a pobreza
de Florença a atenção e cuidados médicos
durante séculos. Essa foi a origem do Hospital Geral
de Florença, fundado por uma criada que pensava nos pobres.
Cristo veio socorrer um mundo necessitado e enfermo e ainda
hoje continua inspirando homens e mulheres, para heroicamente
trabalharem em prol dos necessitados e enfermos, do físico
e da moral.

A
pobreza não pode ser exterminada sem primeiro conhecer-se
a condição do pobre. Numa tarde Guilherme Pitt,
quando Primeiro Ministro da Inglaterra, parou na fazenda de
um amigo íntimo. Depois do jantar, Pitt falou amplamente
e com orgulho perdoável sobre a prosperidade da Inglaterra
e a posição que ela gozava no conceito das nações.
O hospedeiro ficou em silêncio, mas no outro dia levou
o Primeiro Ministro ao arraial vizinho. Nesse pequeno lugar
a indústria principal era o fabrico de cestos. O estado
de imundície e a extrema miséria do povo impressionaram
sobremaneira o grande Pitt. Encarando assim as condições
terríveis dos pobres, preparou e introduziu no Parlamento,
um documento para o alívio dos pobres.
Nossa confiança não deve ser posta em bens, mas
em Deus, sabendo que Ele julgará nossos motivos e a forma
como tratamos as pessoas. A vinda de Jesus deve ser nosso parâmetro
de juízo.

Um
jovem muito rico foi ter com um rabi, e lhe pediu um conselho
para orientar sua vida. Este o conduziu até a janela
e perguntou-lhe: “O que vês através dos vidros?”
- “Vejo homens que vão e vem, e um cego pedindo
esmolas na rua”. Então, o rabi mostrou-lhe um grande
espelho e novamente o interrogou: “Olha neste espelho
e diga-me agora o que vês”. O jovem rico respondeu:
“Vejo-me a mim mesmo”. O mestre perguntou: - “E
já não vês os outros! Repara que a janela
e o espelho são ambos feitos da mesma matéria
prima: o vidro. Mas no espelho, porque há uma fina camada
de prata colada ao vidro, não vês nele mais do
que a tua pessoa. Deves comparar-te a estas duas espécies
de vidro.

Conta-se
que, certo dia uma senhora muito rica sonhou que Deus a chamara
para visitar os céus, e pôs a sua disposição
um anjo guia, que a conduziria por toda parte e lhe explicaria
tudo. Passando por uma das ruas da cidade viu um lindo palacete,
que estava sendo construído. Perguntou ao anjo: “Para
quem é esta casa?”. “Para o seu jardineiro”
– lhe falou o guia. – “Para o meu jardineiro?
Como assim? Pois ele nunca habitou em uma casa confortável
na Terra!”. O anjo nada mais respondeu e eles continuaram
a jornada. Adiante ela viu outra casa em construção.
Não era ruim, pois naquela cidade nada havia de ruim,
mas estava longe de ter a beleza da anterior. A visitante perguntou:
- “Para quem é esta?”. A resposta do guia
foi: “Esta é para a senhora”. – “Para
mim? Como pode ser isso? Pois eu sempre morei em casas boas
na Terra”. O guia respondeu: - “Sim, eu sei disso,
mas o grande Rei do Céu está fazendo o melhor
que pode com o material que a senhora manda aqui para cima”.
Esta visita, ou este sonho, é da imaginação
de Frank T. Bailehy, mas ilustra o privilégio que todos
tem de acumular na Terra os bens espirituais com que o Senhor
nos preparará lugar. O apóstolo Paulo, falando
sobre o assunto escreveu o seguinte: “Veja cada um como
edifica” o seu lar celestial sobre a Rocha. A forma como
entregamos a vida a Jesus e como tratamos nossos semelhantes
são tesouros importantes para o Céu, pois de nossas
riquezas materiais nada levaremos para a vida no Céu.

Que
possamos olhar para estas lições que foram colocadas
diante de nosso coração, tais como: a adoração
reverente ao Senhor nosso Deus, como Senhor desta Terra e Aquele
que julga os motivos humanos de opressão, riqueza, pobreza,
etc. Ainda aprendemos sobre a presença dos pobres e a
oportunidade que Deus nos deixou de aliviar-lhes os sofrimentos.
O amor às riquezas e ao dinheiro pode colocar uma pessoa
na perdição quando o seu coração
for dominado pela ambição.
Finalizando, vemos que aprendemos sobre a questão de
ajuntarmos tesouros no Céu através da entrega
do coração a Jesus e do exercício da bondade
neste mundo. Em resumo: Só Jesus pode fazer todos esses
milagres em nossa vida e nos possibilitar uma nova experiência
na vida cristã. O que precisamos é começar
desde já uma nova vida pelo poder divino. Uma vida onde
as oportunidades são conquistadas, pois...
“Morre
lentamente quem não troca de idéias, não
troca de discurso, evita as próprias contradições”
“Morre lentamente quem vira escravo do hábito,
repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras
no supermercado”
“Quem não troca de marca, não arrisca vestir
uma cor nova, não dá papo para quem não
conhece”
“Morre lentamente quem faz da TV o seu guru e seu parceiro
diário (Como pode 29 polegadas ocupar tanto espaço
em uma vida?)”
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere
o “preto no branco” e os “pingos nos is”
a um turbilhão de emoções indomáveis,
justamente aquelas emoções que resgatam o brilho
nos olhos, sorrisos e soluços, corações
aos tropeços, sentimentos;
“Morre lentamente quem não vira a mesa quando está
infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto
atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez
na vida, fugir dos conselhos sensatos”;
“Morre lentamente quem não viaja, quem não
lê, quem não ouve música, quem não
acha graça de si mesmo”;
“Morre lentamente quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar”
“Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má
sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes
de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto
que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o
que sabe”.
Evitemos
a morte em suaves prestações, lembrando sempre
que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente
respirar. Pior que morrer lentamente é morrer eternamente
sem esperança alguma para o futuro com Jesus.
Nossa confiança não deve ser posta em bens, mas
em Deus, sabendo que Ele julgará nossos motivos e a forma
como tratamos as pessoas. A vinda de Jesus deve ser nosso parâmetro
de juízo.
Deus
nos julgará e mostrará ao Universo Seu justo juízo
porque Ele é Senhor da Terra e Aquele que cuida de todos.
Ele criou e será o juiz.
Que
o Senhor nos abençoe e que possamos ter entendido a mensagem
divina para nosso coração.

“Como saiu do ventre de sua mãe, assim nu tornará,
indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que
possa levar na sua mão” Eclesiastes 5:15

“O
Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer
o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor
levante sobre ti o Seu rosto, e te dê a paz” Números
6:24-26
“Eis que cedo venho e está comigo a Minha recompensa,
para retribuir a cada um segundo a sua obra” Apocalipse
22:12
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