Ilustrações II

Há uma fábula a respeito de como deveríamos ser avisados dos erros que cometemos. Esta fábula fala de um certo príncipe que possuía um anel mágico. Quando no dedo, este se parecia com uma jóia comum, mas tinha um poder especial. Quando um pensamento mau passava pela cabeça do príncipe ou quando ele era tentado a praticar o que era mau, ou se falava indelicadamente com alguém, o anel dele apertava e beliscava o dedo.
Toda pessoa seja príncipe ou pobre, pode ser avisada desses males, deixando que sua consciência seja guiada, dirigida e fortalecida pelo nosso Mestre, para que possa praticar apenas o bem. Deixemos que nosso Mestre, através do Espírito Santo, nos guie em toda verdade e que nossas atitudes honrem ao Senhor.

Conta-se que um caminhante carregava um pesado saco sob o qual se afadigava e lamentava incessantemente. De ninguém conseguiu receber auxílio e conforto. E como seguisse vagarosamente, gemendo sob o peso da carga, o Anjo do Otimismo, aproximando-se falou-lhe bondosamente: “ Irmão, o que você carrega aí?”. O homem respondeu com aspereza: “Meus cuidados”. O anjo sorriu piedosamente, dizendo: “Vejamos a carga e examinemos os cuidados”. Olharam para dentro do saco e... que surpresa! Estava vazio. O homem gritou: – “Tenho certeza de que havia aqui dois grandes cuidados, demasiadamente pesados para um homem carregar. Mas... Ah! Havia-me esquecido... um deles era o de ontem e já passou. O anjo perguntou: - “E o outro?”. – “O outro? Bem... era o cuidado de amanhã e ainda não chegou. O anjo sorriu com infinita piedade e disse: - “Ouve-me! Aquele que se abate sob o peso dos cuidados de ontem e os de amanhã, se consome sem razão, mas aquele que leva apenas os cuidados de hoje não tem necessidade de um saco de tristeza. Se você tivesse lançado para o lado esses cuidados e dado toda a sua força, alegria e coragem às coisas de hoje, jamais o infortúnio o teria abatido”. Maravilhado, o homem fez como o anjo o aconselhara. Continuou sua jornada, com o coração e as mãos livres para auxiliar a outros caminhantes com suas cargas e para colher os mais doces frutos e flores ao longo do caminho. E quando chegou finalmente o fim do dia, o homem tinha nos lábios um sorriso e uma canção.

As formigas africanas são um exemplo de criaturas agressivas em nosso mundo. Elas destroem tudo que podem, quando passam aos milhares. Uma vez um casal de missionários, que vivia no hospital da Missão de Malamulo, não percebeu que as formigas estavam atacando um grande viveiro cheio de galinhas e aves silvestres. Pela manhã o pastor foi colocar sementes no viveiro e ficou espantado. Havia só uma ave viva em péssimo estado, das 30 que ali estavam. Se essas formigas fossem encontradas na Nova Terra, à semelhança de certas pessoas, elas teriam que ter a natureza mudada, porque ali nada ferirá ou destruirá.
Deus deseja mudar nossa natureza e para isto precisamos entregar-Lhe o controle de nossa vida, para que nossos atos venham de um coração que tenha a presença do Espírito Santo.

Disse certa vez um médico cristão: “O processo de nos conhecermos a nós mesmos é penoso. Precisamos de Jesus nos dirigindo. Lembro-me de ter, em certa ocasião, resolvido pintar o teto da sala de espera do nosso novo hospital, e isto porque me julgava o único capaz de fazê-lo sem manchar a parede ou o chão com pingos de tinta. Fiz o melhor que pude, porém, os meus amigos estavam conscientes, como também eu, de que o chão havia sido borrado e a culpa era toda minha. Além disto, caiu cola no meu cabelo, coisa que não me agradou”. Sozinhos nós nos perdemos, com Deus fazemos por inspiração e por Sua direção.

O apóstolo Paulo dizia que ele era o maior dos pecadores; e se o maior subiu tanto, há esperança para todos os outros. O diabo primeiro tenta fazer-nos crer que somos tão bons que não precisamos de salvação. Quando não nos convence disso, passa a afirmar o contrário. “Você é tão ruim que Deus nunca o aceitará”. E assim, seu trabalho consiste em tentar convencer os homens de que são ou bons demais ou maus demais para a salvação. Deus, porém, mostra que a natureza humana é o que Ele melhor sabe trabalhar e modificar, se a pessoa permitir.
A história de Noé é uma história de altos e baixos como todo ser humano tem. Em um momento ele estava no alto da montanha espiritual, pregando e conduzindo pessoas e animais para uma arca pela fé. Em outro momento ele oferecia sacrifícios a Deus como oferta de gratidão e depois já se apresentava embriagado e nu, mostrando seu verdadeiro lado humano. A graça de Deus aceitou seu arrependimento e o perdoou e ele pôde refletir e voltar a ser o homem fiel que sempre tinha sido.
A lição de vida de Noé nos dá esperança quanto a forma que temos de nos aproximar do Senhor. Devemos, portanto, deixar de lado os pecados, os hábitos nocivos, para sermos aceitos e perdoados e assim nossa influência sobre outros será para o bem.

Há alguns anos atrás, uma pitoresca aldeia da Suíça foi destruída pelo fogo. Em poucas horas as lindas casas eram apenas cinzas e escombros. Passado o furor do incêndio, um dos moradores achava-se tomado de grande desespero. Já não possuía sua casa e suas vacas, e para sua maior angústia estava desaparecido também seu filho de sete anos. O pobre homem chorava sem cessar, recusando ouvir qualquer palavra de conforto. Quando apareceram os primeiros raios da manhã, ele ouviu um tilintar (som) de chocalhos. Olhando para a estrada, viu seus animais e bem atrás deles, seu filho querido. – “Como escapou do incêndio meu filho?”, perguntou apreensivo o pai. O filho respondeu: - “Quando vi o fogo papai, olhei nossos animais e tive dó deles ao pensar que morreriam queimados. Tratei logo de reunir as vacas e as levei para o campo. O pai abraçou o filho muito feliz. O menino, pelo amor que tinha aos animais, salvou-os todos de morte certa, salvando-se também. Deus nos salvará porque nos ama.

Um soldado perguntou a um cristão se Deus perdoa ao pecador arrependido. “Quando a sua capa se rasga ou suja”, perguntou-lhe o cristão, “o senhor a abandona como objeto inútil?” O soldado respondeu: “Não, eu a conserto, lavo e continuo a usá-la”. Assim, arrematou o cristão: - “Se o senhor tem tanto cuidado com uma simples vestimenta, como quer que Deus abandone a Sua própria imagem, embora manchada e desfigurada pelo pecado?”.

O professor W. A. Bentley tem fotografado milhares de flocos de neve; porém jamais encontrou dois semelhantes. Depois de quarenta anos de estudos ele acredita que nunca foram formados dois flocos idênticos ainda que os ângulos de cristalização de seus filamentos sejam de 60 ou 120 graus. Não existe nada feito mais ou menos por Deus. Nem dois flocos de neve, nem dois rostos são iguais. Ele chama a cada um pelo seu nome; até os nossos cabelos são numerados. É por isso que Ele consegue distinguir uma pessoa fiel no meio de tantos seres humanos. Deus consegue saber quem somos e qual é o nosso estado pessoal, emocional ou espiritual.

Em apenas 45 minutos a obra de toda uma vida do escultor Jacquez Lipschitz foi destruída pelo fogo num Edifício no centro de Nova Iorque. Ele saiu para comprar materiais e quando estava voltando viu à distância a fumaça negra que saía do prédio. Ele se aproximou do cordão de isolamento colocado pelos bombeiros e com os olhos em lágrimas assim se expressou o velho escultor: “É terrível, simplesmente terrível. Metade da minha vida está sendo queimada neste instante, e eu posso apenas assistir, sem nada poder fazer”. Entretanto, em vez de se deixar abater pelo desânimo; ele bravamente completou com energia: “Simplesmente terei de começar tudo de novo”. Havia em seu caráter uma força que sobrepujava a momentânea tragédia. Nosso Deus ao enviar o dilúvio teve que começar sua obra de novo, mas o fez com todo ânimo, porque tinha um servo fiel: Noé.
Procuremos entender o amor de Deus por aqueles que O servem, como o bom Noé.

Ruth Weeler conta a história de um cientista que acompanhado por um guia árabe, viajava pelo Oriente. Quando o Sol descia no horizonte, o árabe desenrolou a sua esteira, estendeu-a na areia e curvou a cabeça em oração. O cientista achou aquilo uma perda de tempo e argumentou com o árabe que Deus não existia e perguntou ao árabe: - “Você já O viu, já tocou nEle, já falou com Ele?”. O árabe respondeu “não” a todas as perguntas. O cientista disse: “Então, sossegue e não perca seu tempo, pois não há como provar que Ele existe”. Na manhã seguinte quando o cientista foi para fora da sua tenda ele percebeu algo interessante e chamando o guia árabe falou-lhe: - “Olhe, um camelo perambulou em volta de nossa tenda esta noite”. O árabe perguntou: – “Tem certeza? O senhor o viu, tocou nele, ouviu ele andar?”. O cientista respondeu: - “Não, mas posso provar que era um camelo, pelas suas pegadas”. O árabe, então, sorriu e disse: “Também posso provar que Deus está no Céu pela Sua criação. Quando vejo o Sol, a Lua, as estrelas, sinto que são as pegadas de Deus”.

O Dr. Borchgrevink, da Missão da Noruega, há alguns anos passados escreveu o seguinte:
“Está havendo uma grande restauração na província Betribo, na qual a ação do Espírito de Deus é o único diretor. Neste movimento espiritual foi provado que não houve intervenção alguma humana. Apenas a leitura das Santas Escrituras atuou no coração dos homens, despertando-os; nem uma outra influência, porém unicamente a Bíblia produziu esta restauração. Os homens que se chamam “Discípulos de Jesus” são os autores disso; eles todos levam suas Bíblias consigo em uma bolsa pequena, pendurada no pescoço. A Bíblia é o único mestre deles; todos estão ansiosos para dar testemunho de Cristo em suas grandes reuniões. A restauração espalha-se tão depressa, que está penetrando até em outras igrejas, e se espera que tome conta de toda a grande ilha”. O Livro de Deus é sempre o promotor das restaurações religiosas e nos oferece a segurança dos firmes fundamentos da nossa fé.

Faz alguns anos, certa senhora foi ao consultório de um famoso médico. Era uma senhora de temperamento nervoso e suas lutas haviam-na deixado aborrecida e tão nervosa que se sentia enfraquecida, física e mentalmente. Ela contou ao médico todos os sintomas do seu estado físico e ficou surpresa quando recebeu, a seguinte receita: “Senhora, a única coisa que deve fazer é ler mais a sua Bíblia. Volte para casa e leia sua Bíblia, cada dia, durante uma hora e depois de um mês volte aqui ao meu consultório”. A mulher teve uma vontade muito grande de zangar-se, mas retirou-se meditando que a receita, afinal de contas não era cara. Também reconhecia que já fazia um bom tempo que não lia a Palavra de Deus com regularidade. Ela começou a ler a Bíblia e depois de um mês voltou ao consultório. “Bom dia”, disse o médico, sorrindo ao contemplá-la. “Vejo que foi obediente e seguiu minha receita ao pé da letra, pois sua aparência está ótima. A senhora acha que precisa de outro remédio ainda?”. “Não doutor, não necessito”. Ela falou com honestidade. “Sinto-me como se fosse uma pessoa diferente. Mas como o senhor sabia justamente o que eu precisava?”. Para responder, o médico apontou para uma já bem usada Bíblia que estava aberta sobre sua escrivaninha e disse: - “Senhora, se eu deixasse de ler diariamente este livro, eu perderia a minha maior fonte de poder e perícia. Nunca me dirijo ao centro cirúrgico sem antes ler a Bíblia. Nunca atendo a um chamado de desespero sem antes encontrar auxílio nas páginas deste livro. O seu caso não exigia remédios, mas apenas paz, a mesma paz que eu mesmo uso”. Aquela senhora ficou satisfeita com o resultado e seu comportamento daquele dia em diante, foi de testemunho do poder da Palavra de Deus.
Os cristãos de nosso tempo precisam beber desta fonte que é a Palavra de Deus, para poderem refutar as coisas que vem por aí. Só crendo na Palavra confiável do Senhor é que estaremos preparados para o que vem sobre o mundo. Só a Palavra de Deus abastece e fortalece nossa fé.
Que haja sempre uma amostra do poder de Deus em nossa vida. Que possamos, acima de tudo, ter a fé firmada em Deus e em Sua Palavra.

Quando Paganini apareceu pela primeira vez no Teatro da Opera Real de Paris, a aristocracia da França reuniu-se para ouvi-lo. Com sua peculiar presença de espírito ele chegou ao palco, diante da multidão silenciosa de espectadores que mal continham a respiração. Começando a afinar seu instrumento, partiu-se uma corda. O auditório riu muito. Viu-se arrebentar outra corda e ainda uma terceira. O povo encarou-o consternado. Paganini fez pausa para afinar a última corda que restava de seu violino e, então, dando um dos seus conhecidos sorrisos, levantou seu instrumento e da simples corda tirou maravilhosa música que parecia divinal. Foi aplaudido de pé pelos presentes. Um violino quebrado, mas um violino nas mãos de um mestre faz toda a diferença! Todo Crente humilde pode ser um vibrante instrumento nas mãos do Mestre que o criou. O corpo Ele fez, o fôlego Ele deu, o intelecto deriva dEle, então o dever de toda alma vivente é soar a música divinal que o Criador pode tirar.

A Revista “Seleções” de março de 1997 trouxe uma reportagem muito interessante a respeito do povo mais feliz da Terra. Depois de uma pesquisa feita pelo Instituto Gallup em 18 países, o Instituto revelou que o povo islandês é o povo mais feliz do mundo. Lá moram 267.809 pessoas e 82 por cento delas estão muito satisfeitas com sua vida pessoal. Esse povo diz que o trabalho é muito saudável e ganham muito bem anualmente. A Islândia possui a menor taxa de mortalidade infantil do mundo e quase a maior média de longevidade (anos de vida). Os islandeses acham que lá é um “Paraíso na Terra”, e a natureza torna a vida colorida. O povo tem um nível de solidariedade muito grande e o número de ladrões é praticamente zero. Mesmo com toda esta paz e beleza o Jardim do Éden era ainda mais belo e a Nova Terra o será mais ainda. Tudo que Deus faz é bom.

Braile, um astrônomo famoso, tinha um amigo que era ateu convicto e que não acreditava que o Universo fosse obra exclusiva de um Ser supremo. Desejando confundir e vencer o ateísmo absurdo do amigo, o astrônomo construiu um magnífico planetário, onde mecanicamente se reproduzia o Sol e os principais planetas com seus movimentos e suas órbitas e assim perguntou o jovem ateu para observar o interessante engenho. O moço veio e Braile pôs em movimento o planetário com o Sol, os planetas, os satélites, as estrelas e ele ficou encantado a ponto de dizer: - “É realmente muito bonito! Quem foi o autor deste engenhoso aparelho?”. Tranqüilamente o astrônomo disse: - “Não houve autor algum”. Surpreso o ateu perguntou: - “Como assim? Como não houve um autor para isto tudo?”. A resposta de Braile foi: - “Muito simples. Este planetário apareceu aqui por acaso”. O ateu disse: - “Isto é um absurdo; uma peça tão perfeita assim, não pode ter aparecido do nada; alguém fez tudo isto!”. Então, o astrônomo arrematou: “Bem, se você acha que um simples planetário não pode ser obra do acaso, como ousas aceitar e pregar que o Universo com suas infinitas e insondáveis maravilhas, bem como a vida na Terra, tenha surgido do acaso? Deus é o autor de toda a beleza e harmonia do Universo e do nosso mundo com suas complexidades de formas. Ele escreveu as Leis que mantém e conservam todas as coisas”. Vencido pelo argumento do astrônomo, o ateu reconheceu a existência do grande Deus e passou a adorá-Lo também. A Bíblia descreve a origem da vida e isto nos leva a louvar o Deus Criador.

No Museu Britânico há um tijolo babilônico tirado das ruínas daquela cidade antiga tão famosa. Naquele tempo era costume imprimir nos tijolos usados na construção de edifícios públicos e muros da cidade o nome do rei. Mas este tijolo havia caído ao chão onde passou a noite. O nome do rei fora apagado pelo pé de um chacal [mamífero].
Há neste tijolo uma semelhança com nossas vidas. Deus colocou em nós Sua marca, mas o pecado apagou. Deus quer restaurar em nós a Sua marca, Seu nome, Seu caráter de amor.

Um certo escritor americano, que visitou a Europa, conta-nos numa de suas memórias, o episódio ocorrido num Hotel na Noruega, onde uma menina tentava compor uma pecinha musical ao piano tocando desafinadamente as notas musicais. Ela não conhecia muito bem os recursos da harmonia, e tornava a execução de seu trabalho algo monótono e cansativo, ao tocar várias vezes a mesma linha musical. A princípio os hóspedes até a toleraram. Por fim, passaram a fugir dela, saindo da sala, assim que ela chegava ao piano. Certa vez chegou ao Hotel o grande maestro Haendel. Ele ouviu o som do piano e ao aproximar-se notou que os hóspedes saíam depressa, mal a criança iniciava o seu desalinhado concerto. Magoou-o a irreverência dos ouvintes. Por isso sentou-se ao lado da menina e retomando o mesmo tema e a linha musical que ela não conseguia aproveitar, transformou-a numa encantadora balada. A sala que estava vazia rapidamente se encheu, a ponto de pessoas se acotovelarem para se aproximar o mais próximo possível do genial artista.
Podemos dizer que nossa vida também se parece com uma música mal tocada e desafinada. Só quando Jesus Se aproxima e nos acompanha é que passamos a ter harmonia, pois a imagem divina começa a ser restaurada em nós.
O relato da criação da humanidade é precioso e nos confere um sentimento de autoridade diante dos fatos. Ao mesmo tempo nos confere o dever de honrarmos nosso criador com nosso testemunho e nossa obediência aos seus preceitos.
Que haja, então, entre nós a fé necessária para confiarmos em nosso Criador e Mantenedor e assim defendermos Suas verdades, diante do mundo que se torna cada vez mais incrédulo.

A pequena Alice sem querer tinha quebrado um belo vaso antigo de sua bisavó. Tinha o coração moído. Uma tia ajudou-a a resolver o problema. Levaram o vaso a um perito restaurador de porcelanas. Terminado o trabalho, o vaso estava exatamente COMO NOVO. Quando Alice viu restaurado aquele objeto de estimação, exclamou: – “Ó titia, isto é justamente como ser cristão. Jesus conserta nosso coração, e ele fica COMO NOVO”.

Certo senhor comprou uma casinha onde encontrou um poço com uma bomba d’água. Quando o estava examinando, passou uma vizinha e lhe disse: “O senhor não deve usar desta água porque é imprestável. O homem que antes morava aqui e sua família usaram-na e todos se envenenaram”. O novo dono disse: - “É verdade? Mas logo arranjarei tudo isto”. Comprou tinta, pintou muito bem a bomba, tapou os buracos, ficando tudo bem bonito. Então disse para si mesmo: “Agora estou seguro de que tudo ficará bem”. No entanto, você dirá que este homem foi insensato ao crer que arrumando um pouquinho e pintando a bomba se remediaria tudo, quando a água estava envenenada. Você tem razão em assim dizer.
É realmente isto o que está fazendo o pecador. Trata de pintar e remendar sua natureza má, a qual sempre o inclina para o mal e lhe tem inspirado idéias embaraçosas. Assim como o proprietário necessitava de um novo poço para ter boa água, o pecador necessita de um novo coração para ter vida pura.

Havia uma cela subterrânea numa antiga prisão egípcia, muito temida pelos prisioneiros. Certa vez um homem nobre foi sentenciado a passar vinte e quatro horas nesse lugar de horror. O homem sentiu-se deprimido, paralisado de medo. Sentiu que daí a pouco o terror o conduziria à loucura. Então, subitamente ouviu o som de passos no teto, era seu pastor. O pobre homem perguntou: Você esta aí? Sim, respondeu o capelão. “E não sairei daqui enquanto você não for solto”. O pobre homem não sabia como agradecer. “Pois bem, não me preocuparei tanto agora, estando você aí dessa maneira”. O terror se dissipou estando seu amigo tão próximo embora, invisível. Assim também ao lado de todos nós está a presença invisível, contudo amorosa, de nosso Amigo Jesus, e as trevas e o perigo não mais terão poder de nos amedrontar.

Uma tremenda tempestade açoitava um transatlântico no meio do mar. A tripulação e os passageiros gritavam aflitos em suas cabines e alguns andavam de lá para cá apavorados com o balançar do navio. Os marinheiros se esforçavam por salvar o navio. Entretanto, em um dos salões uma menina brincava despreocupada, alheia à aflição de todos. Uma senhora se aproximou e perguntou-lhe se não estava com medo da tempestade. Sem largar o brinquedo que tinha na mão, ela levantou a cabeça, olhou para a mulher com os olhos arregalados e disse: “Sente-se aqui e brinque comigo, porque quem está no comando deste navio e o meu papai e eu confio nele totalmente. Vamos, sente-se aqui”. A mulher vendo a confiança da criança assentou-se e pareceu-lhe que o terror desaparecera por completo. Assim Deus, o nosso Pai do Céu, é o piloto de nossa vida e deseja que confiemos n’Ele. Deixemos de lado nossos temores e deixemos-O agir.

Acima do alarido dos clientes numa loja de grande cidade, ouviu-se o choro de uma criança, e por fim descobriu-se uma garotinha em lágrimas que tinha se separado da mãe. Para a sua mente amedrontada e confusa, os que a cercavam no sincero desejo de ajudá-la, eram todos inimigos. Ela teria continuado a chorar de forma convulsiva e desconsolada se o gerente da loja não houvesse, por fim, encontrado a mãe. Este episódio insignificante é aplicável à vida de muitos adultos. Quantos, sabendo-se perdidos, nada fazem além de expressar angústia em soluços! Muitos andam amedrontados e desorientados, justamente como esta criança, por terem se apartado da mão guiadora. A menina foi feliz porque alguém a reconduziu para a segurança da mãe. O que mais ficou gravado na mente de todos foi a sua expressão de abandono e desespero, e depois, a luz que lhe brilhou nos olhos lacrimejantes, qual súbito raio de esperança, ao reencontrar sua mãe. Que alívio os saltos de alegria da criança revelaram!
Pensemos em como Deus pode atuar em nossa vida nesse nosso tempo. Não importa a perseguição que estejamos sofrendo. Não importa se estamos nos sentindo prisioneiros das circunstâncias, Deus tem a saída para o nosso caso. Não há necessidade de nos sentirmos como uma criança abandonada, pois Deus nos ama além do que podemos imaginar.

Numa bela casa de campo, existia um enorme aquário. Naquele aquário, cada peixe tinha sua função. Uns limpavam os vidros, outros, as pedras. Enquanto uns montavam patrulha de dia, outros, de noite. Alguns traziam os alimentos para o fundo, facilitando a procura por comida para os mais velhos, outros, afastavam os jovens comilões. Naquele aquário, todos tinham uma função a cumprir com determinação e organização. Um dia chegou, não se sabe de onde, um peixe amarelo bicudo e cheio de mau humor. Por não ser conhecido e ter aquela aparência de um ser mal humorado, logo foi posto de lado, sem função e sem amigos. Sem ter o que fazer, depois do isolamento da comunidade aquática, o peixe amarelo agora triste e abandonado tentou o suicídio. Nadou rápido e tentou saltar para fora do aquário uma vez, duas vezes, dez vezes sem sucesso. Logo ele ficou esfarrapado, humilhado, faminto e morreu estressado. Encostada no aquário a Dona Aranha olhava tudo imóvel. Enquanto tecia sua teia ela pensa: “Às vezes para ser feliz, é preciso apenas um amigo e um pouquinho de atenção, porque a amizade nos torna valorizado no meio em que vivemos”. Captou a lição?

Um rico industrial ao passar certo dia por uma represa, viu um senhor sentado à sombra de uma árvore pescando. Ele ficou irritado e chamou a atenção do homem aconselhando-o a se mexer e procurar pescar mais peixes, ir ao mercado vender, contratar mais pessoas para pescar para ele, abrir uma cooperativa, vender para grandes indústrias, exportar e assim aumentar seu faturamento. O homem que pescava ficou curioso e perguntou: “Por que eu faria toda essa correria que o senhor sugeriu?”. O industrial respondeu: - “Bem, o senhor teria dinheiro para comprar um galpão, colocar mais empregados, ter um carro novo, roupas boas, e depois ter tempo para sentar-se e desfrutar o tempo, pescando sossegado”. O homem olhou para ele surpreso e disse: - “Mas é exatamente isso que estou fazendo agora, sem esse monte de problemas que o senhor falou”.
Foi o que Salomão tentou ensinar com “vaidade de vaidades”. Quando a busca desmedida por poder, riqueza, prazeres, cultura, se tornará em fumaça, em brisa e tão passageiros quanto a névoa. [vapor que sobe para a atmosfera]

Dois galos estavam disputando em feroz luta, o direito de comandar o quintal da chácara. Por fim um pôs o outro para correr. O galo derrotado afastou-se e foi se recolher num lugar sossegado. O vencedor, voando até o alto de um muro, bateu as asas e exultante cantou com toda sua força. Uma águia que pairava ali perto se lançou sobre ele, e com um bote certeiro levou-o preso em suas poderosas garras. O galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou absoluto livre de disputa.
Moral da História: O orgulho e a arrogância é o caminho mais curto para a ruína.
A humildade é a maior conquista.

Um homem saiu pelo mundo à procura da mulher perfeita. Depois de dez anos de busca, resolveu voltar a sua aldeia. Seu melhor amigo lhe perguntou: “Encontrou a mulher perfeita em suas andanças?”. O homem respondeu: - “Ao sul, encontrei uma mulher linda. Seus olhos pareciam duas pérolas, seu cabelo era da cor da asa da graúna, seu corpo era lindo como o de uma deusa”. O amigo, entusiasmado, disse: “Onde está sua esposa?”. Então ele respondeu: “Infelizmente, ela não era perfeita, pois era muito pobre... Aí fui para o norte e encontrei uma mulher que era a mais rica da cidade. Não tinha nem noção do poder e dinheiro que tinha”. Novamente o amigo exclamou: - “Então esta era perfeita...”. O homem respondeu: - “Não, o problema é que nunca vi criatura mais feia em toda a minha vida... Finalmente, ao sudeste, conheci uma mulher linda. Sua beleza era do ofuscar os olhos, tinha muito dinheiro, era perfeita”. O amigo perguntou se com esta ele tinha se casado, e ouviu a resposta: - “Não, porque, infelizmente, ela também procurava o homem perfeito...”.

Um sapo, barrigudo gritava orgulhoso em seu pântano, quando viu um vaga-lume que brilhava no alto de uma pedra. Mordendo-se de inveja, e achando que ninguém tinha o direito de fazer o que ele não podia, deu um salto e cobriu o vaga-lume com o seu corpo frio. O vaga-lume, sentindo-se coberto, perguntou: “Sapo por que me cobres?” E o sapo só pôde responder: “Porque você brilha muito e está me ofuscando!”. Nesta fábula está resumida toda a psicologia do invejoso, pois o indivíduo dominado pela inveja só tem uma preocupação: a de não permitir que outros pratiquem ações mais brilhantes do que as dele.
Jesus Cristo foi vítima dos invejosos fariseus, saduceus e dos chefes religiosos de seu tempo que não podiam ver com bons olhos o sucesso que Ele estava alcançando em seu ministério. Viviam eles constantemente a lançar sobre Cristo perguntas maliciosas e insinuantes com o intuito de fazer ocultar a Sua luz. Porém, a autoridade com que Cristo sempre lhes respondeu, e a sabedoria com que Ele lhes retribuiu, somente lhes causavam dificuldades e derrotas.

Um menino andava com seu pai em um grande vale quando tropeçou e caiu, gritando: “Ai”. Logo ouviu uma voz dizendo: “Ai”. Curioso perguntou: “Quem é você?”, e ouviu: “Quem é você?”. Contrariado ele gritou: “Seu covarde”, e ouviu a resposta: “Seu covarde”. O menino olhou para o pai e perguntou: “O que é isso, papai?”. O bom homem olhou para o filho e disse: “Veja isto meu filho”; então, o pai gritou na direção da montanha: “Eu admiro você”, e logo se fez ouvir: “Eu admiro você”. Mais uma vez disse: “Você é um campeão”, e a resposta foi: “Você é um campeão”. Por fim, o pai disse ao filho: “Filho, as pessoas chamam isso de “ECO”, mas, na verdade, isso é a “VIDA”. A vida nos dá de volta tudo o que dizemos, tudo o que desejamos de bem e mau aos outros. A vida devolverá toda blasfêmia, inveja, incompreensão, falta de honestidade, que uma pessoa executou ou praguejou às pessoas que lhe cercam”.

Havia em certa escola um professor tido como excepcional. Muito inteligente e amigo, que compreendia cada aluno em particular. Um dia alguém viu quando ele chegou pela manhã bem cedo e dirigiu-se para a sala de aula vazia. A pessoa olhou por uma fresta e descobriu o segredo de bondade e sabedoria do professor. Ele chegava meia hora mais cedo e ficava em comunhão com Deus. Ali estava a fonte do seu poder e sabedoria. Deus era sua fonte e o transformava a cada contato. Salomão teve esta experiência e por isso foi abençoado com sabedoria. Façamos nós o mesmo.

“Eu, o Pregador, venho sendo rei de Israel, em Jerusalém. Apliquei o coração a esquadrinhar e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; este enfadonho trabalho impôs Deus aos filhos dos homens, para nele os afligir. Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento. Aquilo que é torto não se pode endireitar; e o que falta não se pode calcular. Disse comigo: eis que eu me engrandeci e sobrepujei em sabedoria a todos os que antes de mim existiram em Jerusalém; com efeito, o meu coração tem tido larga experiência da sabedoria e do conhecimento. Apliquei o coração a conhecer a sabedoria e a saber o que é loucura e o que é estultícia; e vim a saber que também isto é correr atrás do vento. Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência aumenta a tristeza”.
Eclesiastes 1:12 a 18

Certo pastor resolveu ganhar seus inimigos pelo amor. Quando ele sabia que alguém não gostava dele, ou que tinha feito qualquer coisa para prejudicá-lo, resolvia pagar o mal com o bem. Fazia tudo para ajudar essa pessoa, para auxiliá-la, para servi-la. Descobria o endereço da pessoa e enviava um bolo delicioso feito pela esposa, acompanhado de uma carta de cortesia. O resultado foi que os inimigos não podiam odiá-lo por causa do amor com que os tratava, e deste modo se tornaram seus amigos e depois de algum tempo, muitos deles já batizados, pertenciam à comunidade da igreja.

Conta-se a história de John Angel James, que foi um dos mais populares e influentes ministros da Inglaterra, e que foi ganho para Cristo ao ver um companheiro de quarto ajoelhado em oração. Mais tarde, referindo-se ao caso, disse: “Aquela cena despertou minha consciência adormecida, e foi como uma seta ao meu coração. Seguiu-se logo depois minha conversão. Quase meio século se passou; mas aquele quartinho e aquele jovem prostrado em oração, ainda os tenho na memória, e jamais serão esquecidos, mesmo em meio aos esplendores do Céu e através dos séculos da eternidade”. Muitos estudantes foram levados a engrandecer ao Senhor mediante a fidelidade de um companheiro de quarto. Quando John E. Clough entrou para a Academia em Burlington e descobriu que seu companheiro de quarto era um jovem de oração, disse: “Neste quarto não quero que haja oração”. Entretanto, o estudante crente traçou com giz uma linha dividindo o quarto em duas partes, e então, disse a John que ele fizesse o que desejasse no seu lado, mas do seu lado ele haveria de ler a Bíblia e fazer oração. E foi a fidelidade a suas devoções diárias que, afinal, ganhou o estudante rebelde, pois John E. Clough tornou-se mais tarde o grande missionário que se uniu a ele em engrandecer o nome do Senhor.
Vamos nos lembrar disto e nossa vida terá mais sentido no dia-a-dia. Salomão poderia olhar a vida por outro ângulo, se ao invés de se envolver com a luxúria e a licenciosidade, tivesse engrandecido a Deus em sua vida e conduzido outros para o grande Deus. A Bíblia diz que Salomão levou o povo à idolatria. Foi por isso que ele achava a vida um desgosto (tédio).
Que o Senhor nos abençoe e nos torne úteis em Sua causa.

“Vós sois Meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando”
João 15.14

Os pastores e itinerantes do interior, que dependem muitas vezes de viagens à cavalo para chegar às igrejinhas distantes, têm freqüentemente encontrado quem lhes conte tal experiência. Quando alguém tem de atravessar um abundante rio, por ocasião de chuvas ininterruptas, e este não possui uma ponte, é um perigo muito grande olhar para as águas enquanto o cavalo o atravessa. O redemoinho das águas e a agitação da corrente são fatores que ocasionam tonteiras, muitas vezes provocando a queda da pessoa que procura atravessar o rio. Se, no entanto, a pessoa fixa o seu olhar no tronco de uma forte árvore na margem do rio, ou mesmo numa rocha, ou no cume de uma montanha, pode chegar seguramente ao seu destino. Pois assim também, nas tempestades da vida, a fé fixa o nosso olhar no Deus sempiterno, desviando-o das cenas inquietas e tumultuosas ao nosso redor e assim alcançamos nosso destino.
Rogamos a Deus por Sua presença em nosso viver para alcançarmos a vitória nos momentos de maior luta, quando nosso inimigo nos tentar e nos fazer baixar a fronte diante das incertezas.

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar sua sabedoria aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um jovem guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. O jovem, impaciente guerreiro, jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato do mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: “Como o senhor pode suportar tanta indignidade?”. O samurai perguntou: - “Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?”. Um dos discípulos respondeu: “A quem tentou entregá-lo”. Foi então, que o mestre disse: - “O mesmo vale para a inveja, para a raiva e para os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir...”.

O sábio Salomão gostava de comparações com algumas situações da vida e procurava ensinar algo com suas deduções. Algumas vezes ele utilizava contrastes para justificar uma aplicação para seus ensinos. A questão do bom nome foi um dos seus ensinos.
ILUSTRAÇÃO: O fogo que não é ativado, logo se extingue. Quão verdade é isso com relação ao fogo da maledicência. Quantos nomes são estragados por causa de se falar mal das pessoas. Conta-se que Sofrônio, quando sua filha Eulália desejou visitar a tagarela Lucinda, não lhe permitiu. Então, Eulália perguntou-lhe: - “Por que não posso ir, meu pai? De que maneira poderá ela fazer-me mal?”. O sábio Sofrônio tirou da lareira um carvão, e trouxe-o para sua bela filha dizendo: - “Toma-o em tuas mãos”. Eulália se encolheu horrorizada, recusando-se a pegar o carvão. O pai exclamou: – “Mas ele não pode queimar você”. Refletindo, ela viu que realmente o carvão não podia queimá-la, mas que podia sujá-la. Isto a fez enxergar a realidade. Há, sem dúvida, um certo sentido em que muita coisa que suja é pior do que se queimasse. Uma mão queimada não suja outra mão que a aperte, o que não ocorrerá com uma mão suja. Assim alguém pode sujar o nome de outrem com algum comentário maldoso ou situações fabricadas que se passa de pessoa para pessoa.


Um dos costumes mais comuns das pessoas é o de julgar antes de fazer a devida averiguação. Um rapaz de boa aparência e vestido à paisana estava numa cabina telefônica, fazendo uma ligação. Do lado de fora, aguardando a vez, havia vários soldados, que ficaram cada vez mais impacientes e ruidosos à medida que passavam os minutos. As observações que os soldados faziam acerca do estranho na cabina foram cada vez mais altas e tornaram-se mais pesadas. Afinal, o jovem pendurou o fone e saiu. Ao fazer isso, foi rudemente empurrado e ridicularizado por não estar no exército. Um dos soldados gritou: “Você deve ter arranjado uma boa história para evitar ser sorteado”. Um outro soldado berrou: “Você é um covarde!”. O rapaz não se defendeu, mas seu rosto mostrou a mágoa que sentia perante as malévolas observações desses homens. Foi retirar-se e os soldados notaram, pela primeira vez, que a manga esquerda do paletó estava vazia. O silêncio na confusão apoderou-se do grupo de soldados, pois puderam compreender quão cruelmente injustos haviam sido seus juízos contra um jovem que até já tinha dado um braço por seu país.

Casa de festas, casa de prantos...
O sábio Salomão ao olhar a vida sob uma ótica realista, nos dá a impressão de ser um pessimista, porém sua forma de análise pode trazer alguns ensinamentos para nossa vida.
“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir a casa onde há banquete; porque naquela se vê o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração. Melhor é a mágoa do que o riso, porque a tristeza do rosto torna melhor o coração. O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria. Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir alguém a canção dos tolos” Eclesiastes 7:2-5

A reflexão sobre a vida você encontra em uma casa que está de luto. Ali é possível pensar na fragilidade da vida, e é possível rever alguns conceitos. Em uma festa, essa avaliação sequer existe; a preocupação é apenas com roupas, pompa, consumo, futilidades.


Uma das árvores, mais famosas, do mundo é um pinheiro deformado e retorcido, mal alcançando 20 polegadas de altura. Esta árvore, já muitas vezes centenária, fica no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, a 3 mil metros de altitude. Esta velha árvore desafiou as leis da natureza, firmando suas raízes em sólido granito. De algum modo ela consegue obter nutrimento necessário para crescer e permanecer firme contra os ventos gelados. O serviço nacional de parques colocou em sua base uma plaqueta com estas palavras: “Este é o pinheiro Jeffrey. Esta árvore cheia de nós, batida pelos ventos, é resistente, pois tem se apegado, firmemente à vida a despeito de grandes obstáculos”.


Salomão tinha uma preocupação com o tipo de caráter das pessoas do mundo. Suas palavras se relacionam com as ações e atitudes dessas pessoas. Ele mostra a natureza caída dos seres humanos.
Salomão apreciava passar pequenas lições na forma de provérbios. Sua forma de apresentar os assuntos tornaram-se interessantes porque exigia dedução da parte do leitor.

Para exemplificar isto, vejamos este história sobre quatro pessoas: Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém. Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria. Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo. Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito...

As pessoas do século passado acreditavam que a ciência e a tecnologia poderiam trazer benefícios ao mundo, como a cura de doenças degenerativas, doenças fatais, promover mais diálogo entre as nações e eliminar o ódio e as guerras. Acreditavam no desenvolvimento em laboratório de pessoas perfeitas como “bebês de proveta”, “clones humanos”, “decodificação do código genético humano”, etc.

Pense nos eventos do século passado. Até que ponto a ciência atendeu às grandes esperanças que as pessoas tinham para com ela? Veja também Mateus 24.
RESPOSTA: As guerras continuam no mundo civilizado, as sonhadas curas não aconteceram ainda, mais doenças apareceram no cenário mundial, a violência e o engano aumentaram no mundo todo.

Conta-se a seguinte história a respeito de um homem meio desorientado. Numa certa ocasião deram para ele um relógio, e ele tirou os ponteiros, levando-os a um relojoeiro e disse: - “Quero que me conserte estes ponteiros; andam sempre errados, e nunca sei quando é hora de me levantar”. Quase não contendo uma gargalhada, o relojoeiro disse: - “Tem que me trazer o relógio inteiro para eu poder consertá-lo”. O desorientado respondeu: - “Isso é que não! O relógio não tem nada de errado, somente os ponteiros não funcionam bem; o senhor quer é apresentar-me uma conta grande, mas pode estar certo de que eu não lhe trarei o relógio”. E tendo dito isto, saiu nervoso com os ponteiros na mão. Salomão falou dessas pessoas que querem que Deus conserte somente os ponteiros da sua vida, quando a máquina é que está com defeito. Isto mostra uma natureza caída.

Houve um homem, que herdou do pai, quase um milhão de reais e junto herdou também a tendência para a embriaguez. No dia do enterro da mãe, seguiu o funeral de sua mãe para o cemitério completamente embriagado, caindo sobre o caixão na hora do sepultamento e escandalizando todos os presentes. Este foi o começo de sua carreira descendente. Deixou o seu importante emprego e gastava os dias tentando satisfazer este apetite diabólico. Ao final perdeu tudo o que tinha, tomou dinheiro emprestado a todos e continuou nesta vida até perder tudo mais: o amor, o respeito, a honra, passando a odiar as coisas que antigamente amava. Continuou nesta vida sem amigos, envergonhado, sozinho, até cair na sarjeta e virar um mendigo. Um amigo que era um cristão sincero achou-o num beco e o ajudou a levantar-se do fundo do poço. Este homem sentiu-se chamado por Deus e recuperado do alcoolismo, estudou e foi consagrado ao ministério tempos depois. Ele foi trabalhar no Oregon e não levou consigo, nem bolsa, nem dinheiro, pois queria confiar inteiramente em Deus. Ali trabalhou 20 anos, pregando o evangelho, ministrando as necessidades espirituais e temporais do povo, construindo uma grande igreja e ganhando muitas almas para Cristo. É maravilhoso o modo como Deus cura nossa natureza caída e como nos reabilita a ponto de nos fazer úteis para beneficiar outras vidas caídas.

Um certo rei foi visitar uma escola e ao entrar em uma sala de aula, resolveu fazer algumas perguntas para as alunas. Foi perguntando coisas como: – “O boi pertence a que reino?”. Uma aluna respondeu: – “Ao reino animal”. – “E uma pedra, a que reino pertence?”. – “Ao reino mineral” – respondeu outra aluna bem esperta. – “E uma abóbora, a que reino pertence?”. – “Ao reino vegetal”, respondeu a menorzinha. O rei, satisfeito com as respostas, apontou para uma menina bem na frente e perguntou: – “E eu, a que reino eu pertenço?”. A professora ficou pálida, com receio que a resposta da menina fosse ofensiva ao rei. A pequena pensou um pouco, levantou-se e com um brilho no olhar disse ao rei: – “O senhor pertence ao reino de Deus”. O rei ficou muito satisfeito com a resposta dando-lhes os parabéns. A professora foi elogiada pelo excelente nível de ensino dedicado às alunas da sala.

Um homem, no limite de suas forças, atentou contra a própria vida com uma arma de fogo. Ouvindo o tiro, o vizinho entrou naquele apartamento, e ao lado do corpo encontrou uma carta assim escrita: “Não deu para suportar. Passei a noite toda como um louco pelas ruas. Fui a pé... não tinha condições de dirigir. Perdi meu emprego por injustiça feita contra mim. Nada mais consegui. Ontem telefonaram avisando que minha moradia no campo foi incendiada. Estava ameaçado de perder este apartamento por não ter podido pagar as prestações. Só me restou um carro tão desgastado que nada vale. Afastei-me de todos os meus amigos com vergonha desta humilhante situação... e agora, chegando aqui, não encontrei ninguém... fui abandonado e levaram até minhas melhores roupas! Aquele que me encontrar, faça o que tem que ser feito. Perdão”. O vizinho dirigiu-se ao telefone para chamar a polícia. Quando a polícia chegou, viu que havia recado na secretária eletrônica. Era a voz da mulher do morto que dizia: - “Alô! Sou eu querido! Ligue para a firma! O engano foi reconhecido e você está sendo chamado de volta para a semana que vem! O dono do apartamento disse que tem uma boa proposta para não o perdermos! Estamos na nossa casinha de campo. A história do incêndio era trote! Isso merece uma festa, não merece? Nossos amigos estão vindo para cá. Um beijo! Já coloquei as suas melhores roupas no porta-malas do seu carro. Vem!”. Que pena que o homem dessa história não refletiu só mais um minuto. Por aí vemos que nunca devemos perder a esperança, por piores que sejam as circunstâncias. Confiemos em Deus antes de executar qualquer atitude que modifique nossa vida para sempre. Devemos confiar em Deus desde agora. Ele nos ama. Creiamos nisto!
Temos ricas promessas na Palavra de Deus, se tão-somente crermos e confiarmos nEle. Corremos o perigo de confiar em nossos próprios esforços humanos deficientes, e de não depositar nossa confiança em Deus.


“Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância
nunca se farta da renda; também isto é vaidade” Eclesiastes 5:10

Quando o rei Salomão assumiu o trono ele já conhecia o que era ser rico, pois era o filho do rei Davi. Suas observações, porém, identificaram pessoas como os opressores, os oprimidos, os ricos e os pobres. Os pobres chamaram sua atenção porque a sobrevivência para tal grupo de pessoas era algo doloroso como uma luta diária sem trégua. Salomão falou dos pobres e Jesus os mencionou numa comparação entre Sua presença humana neste mundo e a existência dos pobres. Ele disse:
“Porque os pobres, sempre os tendes convosco” Mateus 26:11

O sábio Salomão mencionou que apesar do poder que muitos têm ou da extrema necessidade causada pela pobreza, uma coisa é certa: todos precisam do alimento que a terra produz pela providência divina. Eis as palavras do sábio sobre esta dependência, conforme escrito em Eclesiastes 5:9:
“O proveito da terra é para todos; até o rei se serve do campo”

A mensagem central é que Deus é o dono de tudo e que Ele permite que ricos e pobres possam usufruir o que a terra produz de maneira gratuita, mas a ganância humana mudou tudo.

O rei Salomão observou que neste assunto do rico, do pobre, da terra que pertence a Deus e da ganância humana tomando conta de tudo e explorando os mais pobres, só Deus poderá dar a recompensa a cada um.


Um dia, um mendigo estava se arrastando de casa em casa, carregando uma malinha velha; em cada porta, pedia alguns centavos para comprar comida. Queixava-se da vida, imaginando por que as pessoas que tinham bastante dinheiro nunca estavam satisfeitas, sempre querendo mais. Nesse momento, a Fortuna veio descendo a rua e parou quando viu o mendigo. Disse-lhe: “Escute! Há muito tempo venho querendo te ajudar. Segure sua malinha enquanto eu despejo umas moedas de ouro nela. Mas só faço isso com uma condição: o que ficar na malinha será ouro puro, mas o que cair no chão vai virar poeira”. “Sim, sim, claro que compreendo” - disse o mendigo. A fortuna disse: “Então tome cuidado. Sua malinha está velha; é melhor não a encher muito”. O mendigo estava tão contente que mal podia esperar. Abriu rapidamente a malinha e uma torrente de moedas de ouro foi despejada ali dentro. Logo, a malinha foi ficando muito pesada. A Fortuna perguntou: - “Já é o bastante? Sua mala já está quase rachando”. O mendigo disse que ainda podia colocar um pouco mais. As mãos dele começaram a tremer. Agora já era um homem rico. Ele disse: - “Só mais um pouquinho. Só mais uns punhados”. A Fortuna voltou a dizer: “Pronto, já está cheia. Essa malinha vai explodir!”. O mendigo achava que ainda agüentava mais um pouquinho, e novamente disse: “Só mais um pouquinho!”. Foi então que caiu mais uma moeda e a malinha estourou. O tesouro caiu ao chão e virou poeira. A Fortuna havia desaparecido. Agora, o mendigo só tinha mesmo a malinha vazia, e ainda por cima rasgada de alto abaixo. Estava mais pobre do que antes. Sua ambição deixou-o derrotado.

Monna Tessa estava auxiliando o serviço de recepção, na festa que havia dado Messer Portinari. A sua beleza e voz gentil fizeram pensar que ela era “o mais jovem dos anjos”. Depois de terminado seu trabalho, essa criada saía de casa e ia cuidar dos pobres, adoentados, nas favelas da cidade de Florença. Visto que o extenso palácio de Portinari não estava todo ocupado, ela pediu ao seu senhor que lhe permitisse usar dois quartos vazios. Portinari consentiu, e quando ele foi vê-los certo dia, encontrou-os cheios de doentes pobres, aos quais a criada sustentava com seu salário e cuidava deles em seus momentos de lazer. Disse-lhe Portinari: “Este trabalho é de Deus e eu ajudarei você nele”. Ele construiu um pequeno hospital e a colocou na direção do mesmo. Por esse motivo teve a pobreza de Florença a atenção e cuidados médicos durante séculos. Essa foi a origem do Hospital Geral de Florença, fundado por uma criada que pensava nos pobres.
Cristo veio socorrer um mundo necessitado e enfermo e ainda hoje continua inspirando homens e mulheres, para heroicamente trabalharem em prol dos necessitados e enfermos, do físico e da moral.

A pobreza não pode ser exterminada sem primeiro conhecer-se a condição do pobre. Numa tarde Guilherme Pitt, quando Primeiro Ministro da Inglaterra, parou na fazenda de um amigo íntimo. Depois do jantar, Pitt falou amplamente e com orgulho perdoável sobre a prosperidade da Inglaterra e a posição que ela gozava no conceito das nações. O hospedeiro ficou em silêncio, mas no outro dia levou o Primeiro Ministro ao arraial vizinho. Nesse pequeno lugar a indústria principal era o fabrico de cestos. O estado de imundície e a extrema miséria do povo impressionaram sobremaneira o grande Pitt. Encarando assim as condições terríveis dos pobres, preparou e introduziu no Parlamento, um documento para o alívio dos pobres.
Nossa confiança não deve ser posta em bens, mas em Deus, sabendo que Ele julgará nossos motivos e a forma como tratamos as pessoas. A vinda de Jesus deve ser nosso parâmetro de juízo.

Um jovem muito rico foi ter com um rabi, e lhe pediu um conselho para orientar sua vida. Este o conduziu até a janela e perguntou-lhe: “O que vês através dos vidros?” - “Vejo homens que vão e vem, e um cego pedindo esmolas na rua”. Então, o rabi mostrou-lhe um grande espelho e novamente o interrogou: “Olha neste espelho e diga-me agora o que vês”. O jovem rico respondeu: “Vejo-me a mim mesmo”. O mestre perguntou: - “E já não vês os outros! Repara que a janela e o espelho são ambos feitos da mesma matéria prima: o vidro. Mas no espelho, porque há uma fina camada de prata colada ao vidro, não vês nele mais do que a tua pessoa. Deves comparar-te a estas duas espécies de vidro.

Conta-se que, certo dia uma senhora muito rica sonhou que Deus a chamara para visitar os céus, e pôs a sua disposição um anjo guia, que a conduziria por toda parte e lhe explicaria tudo. Passando por uma das ruas da cidade viu um lindo palacete, que estava sendo construído. Perguntou ao anjo: “Para quem é esta casa?”. “Para o seu jardineiro” – lhe falou o guia. – “Para o meu jardineiro? Como assim? Pois ele nunca habitou em uma casa confortável na Terra!”. O anjo nada mais respondeu e eles continuaram a jornada. Adiante ela viu outra casa em construção. Não era ruim, pois naquela cidade nada havia de ruim, mas estava longe de ter a beleza da anterior. A visitante perguntou: - “Para quem é esta?”. A resposta do guia foi: “Esta é para a senhora”. – “Para mim? Como pode ser isso? Pois eu sempre morei em casas boas na Terra”. O guia respondeu: - “Sim, eu sei disso, mas o grande Rei do Céu está fazendo o melhor que pode com o material que a senhora manda aqui para cima”.
Esta visita, ou este sonho, é da imaginação de Frank T. Bailehy, mas ilustra o privilégio que todos tem de acumular na Terra os bens espirituais com que o Senhor nos preparará lugar. O apóstolo Paulo, falando sobre o assunto escreveu o seguinte: “Veja cada um como edifica” o seu lar celestial sobre a Rocha. A forma como entregamos a vida a Jesus e como tratamos nossos semelhantes são tesouros importantes para o Céu, pois de nossas riquezas materiais nada levaremos para a vida no Céu.

Que possamos olhar para estas lições que foram colocadas diante de nosso coração, tais como: a adoração reverente ao Senhor nosso Deus, como Senhor desta Terra e Aquele que julga os motivos humanos de opressão, riqueza, pobreza, etc. Ainda aprendemos sobre a presença dos pobres e a oportunidade que Deus nos deixou de aliviar-lhes os sofrimentos. O amor às riquezas e ao dinheiro pode colocar uma pessoa na perdição quando o seu coração for dominado pela ambição.
Finalizando, vemos que aprendemos sobre a questão de ajuntarmos tesouros no Céu através da entrega do coração a Jesus e do exercício da bondade neste mundo. Em resumo: Só Jesus pode fazer todos esses milagres em nossa vida e nos possibilitar uma nova experiência na vida cristã. O que precisamos é começar desde já uma nova vida pelo poder divino. Uma vida onde as oportunidades são conquistadas, pois...

“Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições”
“Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado”
“Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece”
“Morre lentamente quem faz da TV o seu guru e seu parceiro diário (Como pode 29 polegadas ocupar tanto espaço em uma vida?)”
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o “preto no branco” e os “pingos nos is” a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente aquelas emoções que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos e soluços, corações aos tropeços, sentimentos;
“Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos”;
“Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo”;
“Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar”
“Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe”.

Evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar. Pior que morrer lentamente é morrer eternamente sem esperança alguma para o futuro com Jesus.
Nossa confiança não deve ser posta em bens, mas em Deus, sabendo que Ele julgará nossos motivos e a forma como tratamos as pessoas. A vinda de Jesus deve ser nosso parâmetro de juízo.

Deus nos julgará e mostrará ao Universo Seu justo juízo porque Ele é Senhor da Terra e Aquele que cuida de todos. Ele criou e será o juiz.

Que o Senhor nos abençoe e que possamos ter entendido a mensagem divina para nosso coração.


“Como saiu do ventre de sua mãe, assim nu tornará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que possa levar na sua mão” Eclesiastes 5:15

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor levante sobre ti o Seu rosto, e te dê a paz” Números 6:24-26
“Eis que cedo venho e está comigo a Minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra” Apocalipse 22:12

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