Como dizem as
Escrituras Sagradas
Não há uma só pessoa que faça o
que é certo,
não há ninguém que tenha juízo,
não há ninguém que adore a Deus.
TODOS se desviaram do caminho certo, TODOS se perderam.
Não há mais ninguém que faça o bem,
não há ninguém mesmo. TODOS mentem e enganam
sem parar.
Da língua deles saem mentiras perversas, e dos seus lábios
saem palavras de morte, como se fossem veneno de cobra.
A boca deles está cheia de terríveis maldições.
Eles se apressam para matar. por onde passam, deixam a destruição
e a desgraça.
Não conhecem o caminho da paz e não aprendem a
temer a Deus.
Romanos 3.10

A
Bíblia tem sido uma bênção para a
humanidade e suas palavras têm modificado muitas vidas
ao longo de sua existência. Ébrios se tornaram
sóbrios, ladrões se tornaram honestos, prostitutas
se tornaram puras e viciados se libertaram dos vícios.
Ira e amargura dão lugar ao perdão e aceitação.
Casamentos no fim são renovados e relacionamentos partidos
são refeitos pelo poder da Palavra viva do Senhor.

O
Senhor Jesus ao falar da experiência cristã fervorosa,
sugeriu que a prática da Palavra seria a principal fonte
de fé. Seria a base da vitória diante dos infortúnios
da vida e da batalha espiritual. Ele disse assim:
“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras,
e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que
edificou a sua casa sobre a rocha. E desceu a chuva, e correram
os rios, e assopraram os ventos, e combateram contra aquela
casa, e ela não caiu, porque estava edificada sobre a
rocha”. Mateus 7:24 e 25
A prática da Palavra corresponde justamente ao exercício
da fé. A fé nos é dada por Deus e proporciona
participação consciente na vida cristã.
Com a presença do Espírito Santo comunicando vida
e prática ao que se ouve ou lê, o simples ouvir
se transforma em instrução. A aceitação
se traduz em mudanças no caráter e a prática
se transforma em testemunho.
Quando
nos deitamos para dormir em um trem executivo, dois fatores
concorrem para apaziguar nossa mente: um é o farol da
locomotiva que penetra a escuridão com seus raios possantes,
demonstrando ao maquinista o estado do trilho; e o outro é
o fiel funcionário que sempre cuida de manter acesas
as luzes na retaguarda a fim de proteger e impedir uma colisão
com qualquer outro trem que venha atrasado. Na viagem de nossa
vida necessitamos desses dois fatores essenciais: a luz que
ilumina a nossa frente e a que defende a retaguarda. O Velho
e o Novo Testamento realizam essa obra para nós e por
nós.

Quando
estudamos os escritos bíblicos, muitas vezes sequer nos
preocupamos com as batalhas que já foram travadas para
que tal palavra chegasse intacta às nossas mãos.
O pior é que aqueles que lutaram contra a Bíblia
foram os mesmos que a estudaram não com a intenção
de aprender, mas de questionar e derrubar suas verdades.
Quando se diz que “as pedras clamarão”, esta
é uma expressão que é utilizada para fazer
referência à defesa que a arqueologia proporcionou
à santa Palavra de Deus, comprovando as verdades históricas
que nela estão relatadas e produzindo assim verdade e
autenticidade do documento bíblico. Louvado seja o Senhor
nosso Deus por utilizar esse recurso fidedigno da ciência.

A
Bíblia não se preocupa em comprovar seus escritos,
porque a própria história através da arqueologia
vem fazendo isto ao longo do tempo. A morte do rei Senaqueribe,
por exemplo, foi comprovada através de registros assírios
desenterrados em 1840 e em 1970.
As grandes pirâmides foram uma das sete maravilhas do
Mundo Antigo e alguns dizem que foi a maior delas. Seu edificador
foi o faraó Khufu conhecido pelos gregos como Queops.
Ele levantou uma pirâmide em homenagem à sua grandeza
e como fundamento histórico para as gerações
futuras. Heródoto, o historiador grego, declara que Queops
usou 100 mil homens na construção da pirâmide
que permanece hoje como um monumento histórico. Ao olharmos
para a Palavra de Deus encontramos os fundamentos históricos
estabelecidos por Deus através dos escritores e confirmados
pela arqueologia em todas as épocas.

Faz muitos anos toda a região que fica ao norte de Michigan,
nos Estados Unidos, era coberta de densas florestas. Um dos
habitantes da região costumava contar que um dia, tendo
estado muito tempo a percorrer as matas, notou que o dia começava
a declinar e resolveu voltar para casa. Depois de algum tempo,
resolveu observar a bússola e, só então,
notou que estava seguindo exatamente direção contrária
a que devia tomar. Estava, no entanto, tão certo de que
a direção que tomara era segura, que chegou a
desconfiar da bússola e, como era natural, começou
a ficar ansioso, porque se perder alguém naquelas matas
significaria morte certa. Afinal, olhando para a bússola,
pensou: “Esse aparelho nunca me enganou, nunca me conduziu
para rumos errados. Eu vou obedecê-lo”. Isso foi
a sua salvação. Assim é a Bíblia.
É a bússola que, sendo seguida, pode guiar todos
os pecadores ao porto da Salvação.
Estudemos com o coração aberto seus ensinos e
seremos abençoados. Amém!

A muito tempo atrás certo ateu declarou que a Bíblia
era o credo dos dementes cristãos e que ele sozinho iria
derrubar a história do cristianismo que os discípulos
de Jesus tornaram maravilhosa. Disse ele: “Um só
homem derrotará o que doze iletrados fizeram”.
Ele tentou, mas isso não aconteceu e Voltaire morreu
em agonia, mergulhado em sua filosofias ateístas. A casa
onde ele declarou essas palavras foi vendida e em seu lugar
foi construída a imprensa bíblica mundial, que
já imprimiu e continua espalhando milhões de Bíblias
pelo mundo inteiro, tornando o nome de Jesus maravilhoso.
A Bíblia permanece inabalável, independente dos
ataques dos seus inimigos, porque suas verdades, foram inspiradas
pelo próprio Deus.
A Bíblia continua sendo confiável e seus ensinos
tem abençoado milhões de vidas ao redor do mundo.

O pior terremoto do século 20 aconteceu na China, no
qual morreram 240 mil pessoas. O segundo maior também
foi na China com 200 mil mortos. É que nesse lugar, as
casas não são edificadas de forma muito sólida,
facilitando sua queda e a morte dos ocupantes numa situação
trágica como um terremoto.
Jesus salientou que na vida espiritual, nosso alicerce tem que
ter base firme, conteúdo à prova dos terremotos
e tempestades da vida. A palavra de Deus, a Bíblia, providencia
esse alicerce sólido, pois nos fortalece e estabiliza
a fé.

Em 1902 quando o Rei Eduardo VII foi coroado em Londres, dentre
os milhares de convidados ilustres, estava o Rei Levanika, Rei
dos baroteses, uma nação da África Central.
O Rei Levanika nunca estivera fora do seu país primitivo
e ficou pasmado com tudo que viu na cidade de Londres. Pouco
antes de embarcar no navio que devia levá lo de volta
à África, um repórter londrino o entrevistou
e perguntou lhe o seguinte: “Senhor, gostaria de fazer
lhe uma pergunta. De tudo o que o senhor viu na Inglaterra,
o que lhe causou a mais profunda impressão?”. O
Rei Levanika pensou por alguns momentos e respondeu: “O
que mais me impressionou foi a inteligência do povo britânico
e o que a Bíblia tem feito por esse povo”. Ele
estava certo, pois durante centenas de anos, os ingleses eram
conhecidos como o “povo da Bíblia” e foi
através desta nação que milhares de pessoas
de outros países, conheceram o evangelho através
dos seus missionários.

Quando a guerra civil americana estava em seu pior momento,
o governador de Illinois escreveu uma carta ao presidente Lincoln
grandemente preocupado com a sorte do exército da união,
que estava tendo uma derrota após outra. Ele achou que
tudo estava perdido. Lincoln escreveu dizendo: “Caro Dick.
Leia Êxodo 14:13 e anime se pois diz lá o seguinte:
Não temais, estai quietos e vêde o livramento do
Senhor, que hoje vos dará...”. O governador Dick
Ogilvie leu isto e sossegou. Deus lhe dera a resposta momentos
depois com uma gloriosa vitória.

Um dia João Calving passava apressadamente por uma das
ruas de Paris, quando viu uma grande multidão que gritava
de forma assustadora. Indagando sobre o que estaria acontecendo,
ele se aproximou e viu um rapaz amarrado a um poste, com muita
lenha a seus pés. O homem parecia calmo e muito sereno.
Quando puseram fogo, ele começou a cantar um dos Salmos
de Davi. O cantor cantou até que sua voz emudeceu envolvido
pelas chamas. Calving sentiu se profundamente impressionado
por este testemunho que saiu dali preocupado com uma coisa:
“Aquele rapaz, tinha algo que ele não tinha, uma
fé viva na palavra de Deus”. Calving sentiu-se
desafiado a ter aquele mesmo tipo de fé e para tanto
estudou profundamente a palavra de Deus renovando a sua fé.
Aquele jovem ao morrer testemunhando nunca poderia imaginar
que seu testemunho tinha ganho o coração de um
dos maiores e futuro reformador. A história fala de Calving,
como um segundo Martinho Lutero em seu país.

No
começo dos anos 60 houve um homem de nome Tex Watson
que se tornou o pior criminoso de sua época. Ele começou
a fazer parte de uma sociedade que pregava a liberdade total
dos instintos humanos. Tex se tornou uma espécie de fera
humana. Matava por prazer como se fosse um animal, até
que foi preso no verão de 1969. Foi condenado e considerado
“insano” e incapaz de voltar à sociedade.
Ele passou dois anos inteiros se batendo contra as grades da
prisão, numa loucura total. Um dia alguém jogou
uma Bíblia dentro da cela de Tex que eles chamavam de
“o animal” e ele começou a lê-la. Hoje
Tex Watson é um novo homem. Numa prisão da Califórnia
ele é o dirigente da Classe Bíblica para presidiários.
Ele foi considerado um prisioneiro modelo, já por 15
anos e já levou ao batismo centenas de amigos da prisão.
Deus o transformou através da Palavra em um novo homem.
Com este exemplo podemos dizer que Deus pode fazer o mesmo conosco
hoje e nos transformar pela influência dessa Palavra maravilhosa.
Por isso Ele teve o cuidado de preservá-la confirmando
Sua autenticidade para que chegasse intacta em nossos dias,
cheio de pessoas tão violentas e tão carentes
da influência dessa Palavra nos corações.
Leiamos mais a Bíblia e sentiremos que muitas das dificuldades
que estamos enfrentando se dissparão pela sua influência.
Amém!

A ciência, através de homens ligados ao evolucionismo
e ao humanismo batalha contra as verdades bíblicas, criando
uma luta insensata. Certa vez, perguntaram para o famoso Albert
Einstein, o que ele pensava da discussão da Ciência
com a Religião, a respeito da autenticidade do dilúvio
global e de fatos relativos ao Universo e à Terra. O
impertubável cientista olhou para seu interlocutor e
disse-lhe: “A religião sem a ciência é
cega; e a ciência sem a religião é manca”.
É necessária a conciliação para
que se tenha uma visão global da realidade. É
por isso que, quando o homem julga a Palavra de Deus de acordo
com seus padrões humanos, faz algo semelhante a tentar
medir as estrelas com uma fita métrica.

Entre 1927 e 1941, o escultor Gutzon Broglum e 400 trabalhadores
esculpiram no Monte Rushmore, em Black Hills, os bustos de quatro
Presidentes americanos: George Washington, Thomas Jefferson,
Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln. A inauguração
desta gigantesca escultura, próxima à Deystone,
serviu como um marco para a história dos Estados Unidos
da América. É claro que qualquer pessoa que vê
essa obra não aceita a explicação de que
aquilo tudo apareceu ali por acaso. Foi preciso a mão
do artista tornando aquilo possível. A criação
da Terra também foi obra do maior Artista do Universo,
ou seja, o nosso Deus.

Quando avaliamos a criação divina e olhamos para
nossa estrutura física, temos que ficar impressionados
com a sabedoria divina. Nosso cérebro, por exemplo, é
o mais complexo computador já criado. Ele processa, armazena,
cria, altera, deleta dados e informações numa
velocidade fantástica e durante dezenas de anos sem interrupção
ou manunteção. É algo fantástico
nosso cérebro e também o nosso corpo!

Um
médico cristão estava lendo sua Bíblia
assentado num banco da praça, quando um senhor se aproximou
e reconhecendo o médico, disse: “Não posso
crer que o senhor, com sua cultura, consiga ler e acreditar
num livro como esse!”. O médico perguntou: “Por
que?”. Aquele senhor respondeu: “Porque nem sabemos
quem escreveu este livro. Eu não acredito numa coisa
que nem sequer saiba quem escreveu”. O médico olhou
fixamente para o senhor e perguntou-lhe: “O senhor acredita
e usa a tabuada?”. “Sim, uso-a frequentemente”,
respondeu o senhor. O médico voltou a perguntar: “O
senhor sabe quem escreveu a tabuada?”. “Não,
não sei”, respondeu o incrédulo. Perguntou-lhe
o médico: “Como é então que o senhor
acredita e usa algo que o senhor nem sequer sabe quem escreveu”.
O homem embaraçado teve uma idéia brilhante e
respondeu: “É que a tabuada funciona, e todo mundo
sabe disso”. Por fim o médico respondeu: “Meu
amigo, a Bíblia também funciona muito bem e eu
poderia mostrar centenas de pessoas que tiveram suas vidas modificadas
pela Palavra de Deus. Seus ensinos são vida para quem
os coloca no coração”.
Que o Senhor nos abençoe ricamente ao lermos Sua Palavra
e que nos tor ne Seus mensageiros que irão testemunhar
do efeito da Palavra na vida a cada dia.

Os maiores educadores, psicólogos e sociólogos
ficam impressionados com o efeito da Palavra de Deus na mente
humana. Não se trata de lavagem cerebral, nem de agressão
da vontade própria da pessoa, mas de espontânea
mudança de direção. Os melhores métodos
de educação, socialização e integração
humana, apenas conseguem acalmar a natureza humana, sem mudá-la.
Só a Bíblia tem um poder miraculoso capaz de mudança
interior de forma genuína. Você tem idéia
disso?
No nordeste, no tempo do cangaço, um bando assaltou uma
fazenda e entre os objetos roubados estava uma Bíblia.
O chefe do bando gostou das folhas e começou a arrancá-las
para fazer cigarro de fumo de corda. Um dia ao preparar um cigarro,
leu uma frase na página arrancada que lhe chamou a atenção.
Chamou um capanga e ordenou que ele fosse na cidade e roubasse
outro livro daquele. O homem foi e trouxe outra Bíblia
intacta para seu chefe. Na luz da fogueira à noite, o
chefe do bando pediu que um deles lesse o livro para todos.
Depois de alguns meses, um missionário que pregava no
nordeste, espantado, viu na frente da tenda, 40 cangaceiros
fortemente armados. Ele pregou e fez o apelo e viu 40 homens
virem para o púlpito diante do pastor atônito e
amedrontado. Eles entregaram suas armas e se confessaram crentes
em Jesus. A Bíblia tinha modificado aqueles homens. Agora
eles passaram a ser pacíficos pela atuação
do Espírito Santo.

João Wesley contava que em certa noite ao voltar para
casa foi assaltado por um homem na rua. O homem tirou tudo dele
e fugiu. Dez anos depois, ao cumprimentar as pessoas na porta
da igreja, depois de um culto, teve o prazer de ver um homem
que se confessou ser o ladrão daquela noite no passado.
Ele tinha levado a Bíblia de Wesley e ao abri-la para
ver se tinha alguma nota de valor entre as páginas, foi
surpreendido pelo Espírito Santo e tornou-se cativo dos
princípios ali aprendidos. Leu, aprendeu e se converteu
com os princípios divinos.

No
passado houve um reavivamento maravilhoso no País de
Gales, no qual o evangelho foi pregado de maneira corajosa e
os testemunhos foram eloqüentes a respeito da atuação
divina em muitas vidas. Um homem saiu da sua igreja em Londres
e foi até o País de Gales. Ao chegar na estação,
procurou um guarda e perguntou: “Meu amigo, onde está
ocorrendo aqui o formidável reavivamento espiritual de
que temos ouvido em Londres?”. O oficial consciente dos
acontecimentos apontou para o peito e disse: “O reavivamento
está ocorrendo justamente debaixo desses botões
dourados da minha farda, em meu coração”.

Qual o destino final da humanidade?
Mateus 25:32-41; João 3:16; 5:29; Apocalipse 20:6-15.
RESPOSTA: A Bíblia menciona dois destinos diferentes:
os salvos para a vida eterna e os ímpios para a destruição
final. A salvação foi estendida a todos, mas no
juízo os dois destinos aparecerão definidos.

Que propósito você pode achar para a vida? Que
sentido existe em todas as coisas que faz, sabendo que um dia
estará morto, e também todos os seus filhos e
todos os seus netos? Ecleiastes. 9:3-6.
RESPOSTA: Para muitos a vida com a idéia da morte é
sem sentido; por isso as pessoas vivem, trabalham e se entregam
aos prazeres. A visão cristã não vê
a morte como final, mas uma breve interrupção
da vida (um sono) até a volta de Jesus. Isto se chama
esperança no futuro.

A águia levou gentilmente seus filhotes para a beirada
do ninho. Seu coração se acelerou com emoções
conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência
dos filhotes a seus insistentes cutucões. A águia
pensou: – “Por que a emoção de voar
tem que começar com o medo de cair?”. O ninho estava
colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo
e o ar para sustentar as asas dos filhotes. Apesar do medo,
a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão
estava preste a se completar; restava ainda uma tarefa final,
ou seja, o empurrão. A águia encheu-se de coragem.
Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não
haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles
não aprenderem a voar não compreenderão
o privilégio que é nascer águia. O empurrão
era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo
ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o
abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem
o papel de águia. São elas que nos empurram para
o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias
circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas
para voar.

Conta-se
que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia
com o néscio da aldeia – um pobre coitado de pouca
inteligência, que vivia de esmolas. Diariamente eles chamavam
o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre
duas moedas, uma grande de 400 réis e outra menor, de
dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa,
o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros
do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia
percebido que a moeda maior valia menos. O “tolo”
respondeu assim: - “Eu sei. Ela vale cinco vezes menos,
mas no dia que eu escolher a de maior valor, a brincadeira acaba
e não vou mais ganhar minha moeda”.
Isto nos mostra que quem parece tolo, nem sempre é. Dito
em forma de pergunta: Quais eram os verdadeiros “tolos”
da história?
Salomão em seus escritos mencionou inúmeras vezes
a expressão “tolo” para diferenciar da pessoa
sábia. Ele admitia que aquele que não sabia escolher
boas coisas, que aceitava suborno, que se deixava levar por
maus companheiros, que desprezava a vontade divina e que vivia
sem nenhum sentido, era considerado “um tolo”.
Logo
após a Segunda Guerra Mundial, um jovem piloto inglês,
que experimentava o seu frágil avião monomotor
numa arrojada aventura ao redor do mundo, teve um pequeno problema.
Consta que pouco depois de levantar vôo de um dos pequenos
e improvisados aeroportos da Índia, ouviu um estranho
ruído que vinha de trás de seu assento. Percebeu
logo que havia um rato a bordo e que poderia, roendo a cobertura
de lona, destruir o seu frágil avião. Poderia
voltar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo, perigoso
e inesperado passageiro. Lembrou-se, contudo, de que os ratos
não resistem a grandes alturas. Voando cada vez mais
alto, pouco a pouco, cessaram os ruídos que quase punham
em perigo a sua viagem.
Isto nos ensina que se te ameaçarem destruir por inveja,
calúnia ou maledicência, VOE MAIS ALTO !!! Se te
criticarem, VOE MAIS ALTO !!! Se fizerem injustiças a
você, VOE MAIS ALTO !!! E... Lembre-se; sempre... os “ratos”
não resistem às alturas.

O sábio Salomão, ao falar de diversas situações,
citou o caso do encantador de serpentes que é mordido
antes de encantar a serpente, mostrando que algumas situações
da vida necessitam de prevenção para se tornarem
suportáveis. Essas situações podem ser
provocadas por pessoas que tem habilidade para tirar nossa paz
e são, por assim dizer, verdadeiros ratos na vida.

Uma sábia e conhecida história árabe diz
que, certa feita, um imperador sonhou que havia perdido todos
os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um sábio
para que interpretasse seu sonho. O sábio exclamou: “Que
infelicidade meu senhor! Cada dente caído representa
a perda de um parente de vossa majestade”. O imperador
gritou enfurecido, dizendo: - “Mas, que desaforo! Como
te atreves a dizer-me uma coisa desta? Fora daqui!”. Chamou
os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou
que trouxessem outro sábio e lhe contou sobre o sonho”.
Este, após ouvir o imperador com atenção,
disse lhe: “Meu senhor! Grande felicidade vos está
reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos
os vossos parentes. Longa vida terá!”.
A fisionomia do imperador iluminou-se num sorriso, e ele mandou
dar cem moedas de ouro ao segundo sábio.
Quando este saía do palácio, um dos assessores
do imperador lhe disse admirado: “Não é
possível! A interpretação que você
fez foi à mesma que o seu colega havia feito. Não
entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites
e a você com cem moedas de ouro”.
O sábio respondeu: - “Lembra-te, meu amigo. Nesta
vida tudo depende da maneira de se dizer as coisas. O tolo é
devorado por suas próprias palavras”.

Conta-se que certa vez, um ladrão entrou em certa casa
no Maranhão e quando estava para sair, a família
chegou e ele escondeu-se embaixo de uma das camas. Ali ele viu
que antes de se deitar, a família leu um livro, oraram
e foram dormir. De madrugada, ele saiu do seu esconderijo, roubou
o livro e desapareceu. Um ano depois ele batia naquela mesma
casa pela porta da frente, para devolver o livro e para pagar
as coisas que roubara. Estava transformado em um novo cristão
para a glória de Deus. Ele tinha começado a ler
o livro (a Bíblia) e seu coração foi tocado
pelo Espírito Santo produzindo mudança.

A
esperança se tornou um elemento raro para muitos corações
que vivem de forma sub-humana. Alguns vivem imersos na violência
externa e até dentro do lar. Outros vivem em situações
depressivas e não enxergam saída ou esperança
de melhora. Alguns trabalham tanto e recebem tão pouco
que ao se verem sem estudo e sem preparo profissional se sujeitam
a uma quase escravidão sem esperança. Pessoas
há que estão dentro de presídios, aguardando
julgamento para provar sua inocência e não enxergam
esperança para seu caso. Outros estão com o casamento
desmoronando e cada dia fica ainda mais sem esperança.
Qual a solução para milhões de casos assim?
A resposta é simples e direta: só Deus pode renovar
nossa esperança.

Certo
pastor estava muito desanimado quanto ao seu trabalho, quando
a fé simples de uma criança foi-lhe muito inspiradora.
Ele viajava num trem e viu uma menina pequenina sozinha, sentada
no banco ao seu lado. “Quantos anos você tem?”,
perguntou o pastor e ela respondeu: “Cinco”. “Você
não tem medo de viajar sozinha nesse trem?”, perguntou
novamente o pastor. Os olhos azuis da menina se abriram bem,
e ela deu uma risada muito gostosa, franca, extrovertida, dizendo
em seguida: “Não senhor, não tenho medo
de nada neste trem. Porque meu pai é o chefe do trem”.
O pastor confessou que aquela simples verdade invadiu o seu
coração e seus olhos brilharam com uma nova esperança
ao pensar que Deus, o nosso querido Pai celestial pode cuidar
de nós também, e a fé simples do cristão
pode trazer-lhe a mesma paz e esperança para a alma.
O melhor de tudo é que Deus sabe do nosso caso e pode
nos prover esperança para avançarmos na vida cristã.
Estudemos então na Bíblia como essa esperança
pode ser revelada a nós.

Alguém
perguntou a um chinês se ele já tinha lido a Bíblia.
“Não, nunca li, mas já a vi andando por
aí”, respondeu ele. “Já viu? Como
assim? Já viu a Bíblia em uma livraria?”.
O chinês respondeu: “Não, não. Eu
conheci um homem que era a peste da região onde eu morava.
Era beberrão, viciado no ópio, vendia drogas e
de uma hora para outra transformou-se: abandonou todos os vícios
e o comércio ilegal; vivia com a saúde debilitada,
mas agora é vistoso e todos se admiram de sua saúde
e comportamento. Ele afirma que fez isso por causa da Bíblia.
Nunca li esse livro, mas já vi que ele é bom”.

Certa
vez, um rei caminhava por um lugar sem ser acompanhado da guarda.
Demonstrava grande aborrecimento pela vida, apesar de muitas
fazendas e muto dinheiro depositado em diversos bancos. De repente,
chegaram aos seus ouvidos as palavras de um hino que um irlandês
cantava: “Sou filho de um rei”. O rei se aproximou
do irlandês e lhe perguntou por que estava tão
contente, tendo um trabalho tão duro. Ele respondeu:
“Sou filho do Rei do Universo e tenho uma grande herança
de paz que Ele já me faz desfrutar aqui nesta vida”.
O rei começou a meditar e chegou à conclusão
de que a FELICIDADE e a PAZ nesta vida não consistem
nas riquezas, mas sim no amor de Deus, o Pai, que nos inflama
deste mesmo amor.

Certa
noite Thomas Edson voltava para casa, e sua mulher disse: “Você
trabalhou muito, sem tomar tempo para descansar. Deve tirar
agora as suas férias”. Edson perguntou: “Mas,
onde irei descansar?”. O conselho de sua esposa, então,
foi: “Decida apenas que irá para o lugar mais almejado
e gostoso da Terra”. Depois de momentos de hesitação,
afinal, Thomas Edson disse: “Muito bem, irei amanhã
mesmo para este lugar maravilhoso”. Na outra manhã
encontraram-no trabalhando em seu laboratório. Assim
podemos dizer também que o lugar onde trabalhamos, deve
ser muito aprazível, porque disse um poeta: “Trabalhai,
meus irmãos, que o trabalho é riqueza, é
virtude, é vigor. Dentre a orquestra das ferramentas
e da tecnologia, brotam vidas, cidades, amor”.

Só
Deus pode nos dar contentamento nas coisas desta vida, para
que não tenhamos ambição desmedida. Muitas
vezes as coisas que o Senhor nos proporciona com Sua bênção
pode ser muito melhor do que aquilo que conquistamos às
custas de concorrência desleal, atropelamento de pessoas
nos negócios, prevaricação ou suborno de
fornecedores e assim por diante. A Bíblia registra as
palavras inspiradas de Provérvios 30:8 e 9, que resumem
o pensamento cristão moderado. Vejamos o texto:
“Não me dês nem a pobreza nem a riqueza;
dá-me o pão que me for necessário; para
não suceder que, estando eu farto, Te negue e diga: Quem
é o Senor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane
o nome de Deus”.

Certo
jovem começou a trabalhar em uma fábrica de móveis
onde os homens eram pagos por peça pronta. Foi-lhe dada
a tarefa de borrifar tinta nas mesas, e ele não somente
pintava a parte superior e as pernas, mas virava as mesas ao
contrário e pintava a parte de baixo. O chefe que passava
observando tudo disse ao moço: “Você não
precisa pintar a parte de baixo da mesa, pois ninguém
vai ver isto”. O moço respondeu: “Bem, eu
quero que as mesas pintadas por mim, durem muito tempo, Senhor”.
Não é de surpreender que esse jovem logo foi promovido
para ser o chefe de uma seção, porque era fiel
no trabalho e a empresa podia confiar que ele faria tudo fielmente,
como se fosse para ele.
As riquezas e o poder que tanto nos atraem, devem ser sabiamente
contidos através da entrega de nossa vontade ao Senhor.
A Bíblia mostra que o amor de Deus em nossa vida e a
bondade são tesouros a serem cultivados e que vencerão
a ambição egoísta da natureza humana.

Quando
os valdenses foram perseguidos pelas autoridades, eles se dispersaram
por toda a França e iam como os cristãos de Jerusalém,
pregando por onde passavam. Muitos saíam como vendedores
ambulantes e quando a pessoa os atendiam, eles ofereciam os
produtos e ao entrarem nas casas, tiravam do forro das roupas,
folhas da Bíblia, nas quais liam a vontade de Deus e
ensinavam as pessoas. As autoridades imaginavam que a perseguição
bloquearia a mensagem cristã, mas serviu de motivação
e semente de multiplicação.
A Palavra de Deus é importante hoje em nosso mundo moderno
cheio de tecnologia, mas frio como um iceberg. A Palavra de
Deus é uma mensagem pessoal para nossa vida. Ele preenche
o vazio que existe na alma, pois traz Deus para dentro de nós.

Certa
vez em uma região, onde estava ocorrendo uma comemoração
do aniversário da cidade, um advogado ateu que estava
discursando, valeu-se daquele momento para falar contra a Bíblia,
o velho livro, como ele fez referência.Um Senhor que estava
presente foi à frente e perguntou para todos, quantos
conheciam o advogado que lhes falava e um bom número
levantou a mão. Depois ele perguntou: “Quantos
já foram ajudados por este advogado?”. Poucas mãos
se levantaram. O velho senhor, então perguntou: “Quantos
aqui já foram ajudados pelo velho livro, a Bíblia?”.
Centenas de mãos se levantaram e o advogado calou-se
e aprendeu que a Bíblia pode ser velha, mas é
totalmente moderna para abençoar as vidas que abrem suas
palavras.
“Para muitos, a Bíblia não tem nenhuma importância
hoje. Embora as razões variem, elas podem ser resumidas:
(1) o livro antigo; (2) o livro provém de um grupo relativamente
pequeno de pessoas, (3) o mundo é tão diferente
hoje do que nos dias em que o livro foi escrito que não
pode mais ser relevante”.

A Bíblia tem enfrentado, ao logo da história,
muita oposição e muitos ataques aos seus escritos.
Historiadores, filósofos, arqueólogos, cientistas,
ateus, doutores e uma infinidade de elementos já tentaram
derrubar suas verdades e apreciaram aparentes e momentâneas
vitórias, mas caíram fragorosamente diante das
evidências históricas e diante dos testemunhos
excepcionais da atuação da Palavra de Deus nas
vidas que aceitaram Seus ensinos.
A confiança na Palavra de Deus será um ponto muito
forte dos que passarão pelos momentos de provação
no final da história deste mundo.

Certo
colportor (vendedor de literatura da igreja) foi visitar um
incrédulo, que se achava gravemente doente. O homem quando
estava sadio havia sido um dos mais fortes opositores à
sua presença na vila e agora mesmo doente, não
quis recebê-lo, e mandou dizer-lhe que não voltasse
mais a sua casa. Entretanto, o colportor notando que o doente,
extremamente pobre, não tinha a alimentação
que seu estado exigia, foi ao armazém comprar alguns
gêneros de primeira necessidade e os enviou sem demora.
Algum tempo depois tornou a visitá-lo e foi recebido.
O doente procurou saber se tinha sido ele quem o socorrera quando
se achava enfermo. O colportor afirmou que sim, mas pediu que
não falassem mais nisso, e que isto já tinha passado.
Foi então que o incrédulo doente disse: “O
senhor foi bondoso para comigo, enquanto os meus velhos amigos
me abandonaram. Tenha a bondade de ler alguma coisa de seu livro”.
O colportor leu alguns trechos da Bíblia e o homem converteu-se
a Jesus com a instrumentalidade daquele servo que soube preparar
bem o caminho para Cristo.

Conta-se
que há muitos anos atrás numa das ilhas francesas,
um perigoso bandido começou a freqüentar as reuniões
de um evangelista. No início, foi aquele pânico
entre as pessoas, mas depois descobriram que Deus tinha planos
maravilhosos. Aquele homem foi transformado, pela influência
da Palavra de Deus e ficou cheio do Espírito Santo; tornou-se
um missionário entre os índios, levando Cristo
aos corações ignorantes da salvação.
É isso que a Palavra irá fazer conosco se a aceitarmos.
Há uma bênção reservada para todos
nós, se nos dispusermos a adorá-Lo integralmente.
Deixemos que a Palavra de Deus fale ao nosso coração
e seremos transformados por seu poder. Que o Senhor nos abençoe
e que nosso coração seja repleto da graça
divina. Amém.
“Bendize,
ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças
de nenhum dos Seus benefícios”.
sl 103.2

No
tempo da reforma, muitas pessoas testemunharam de sua fé
contra a idolatria reinante. Martinho Lutero foi uma testemunha
muito fiel e incentivou muito esta atitude. Uma das testemunhas
foi Martinho da Basiléia, que foi preso sob suspeita
de ser um reformista. Ele ficou calado o tempo todo e foi lançado
na prisão. Ali ele ficou dez anos sem dizer nada. Quando
foi libertado, anos depois, alguém descobriu um tijolo
descolado da parede e ao retirá-lo viu escrito na pedra
as palavras: “Jesus meu Senhor”. Martinho da Basiléia
foi um discípulo secreto, e seu testemunho mudo não
ajudou ninguém.
Sem o exercício físico a pessoa atrofia. Sem o
exercício espiritual a alma fica raquítica e pouco
ou nenhum fruto para o reino de Deus será conquistado.
Sobre isto o apóstolo Pedro disse o seguinte: “Antes
crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador,
Jesus Cristo. A Ele seja dava a glória, agora e eternamente.
Amém”.

Durante
a Segunda Guerra dois homens viajavam por uma estrada quando
ao cair da noite foram obrigados a pedir pousada numa casa à
beira da estrada. Ao se deitarem, com medo de emboscada, eles
concordaram em que um ficasse vigiando, espiando pela abertura
da parede o movimento da família. Ao fazer isto, o que
estava vigiando logo veio deitar-se também. O outro lhe
perguntou: “Por que não vai vigiar mais?”.
Ao que o outro respondeu: “Não é preciso.
Não há perigo nesta casa, pois acabo de ver um
senhor lendo a Bíblia para a família e todos orando
ajoelhados”.
Quando
crescemos espiritualmente pela influência da Palavra em
nosso coração, somos transformados de simples
ouvintes em praticantes da Palavra.

Houve
um pastor na China chamado Hsi Sing que pregava para pessoas
drogadas e prostitutas e até para ladrões. Seus
sermões eram de testemunho pessoal, pois ele mesmo havia
sido um viciado no ópio, um ladrão e arruaceiro
e que se tornou um cristão exemplar pelo crescimento
em Cristo. Seu tipo de evangelismo recuperou milhares de viciados,
regenerou centenas de marginais e incentivou centenas de prostitutas
a tornarem-se honradas, pois todos renderam suas vidas a Cristo.
O
crescimento espiritual mostra algumas necessidades básicas
para aquele que nasce espiritualmetne diante de Deus. Em primeiro
lugar existe a alimentação, depois o cuidado com
o aprender a andar, as doenças espirituais (mornidão,
apostasia...) os ataques (tentações, provas...)
e o próprio crescimento em si (comunhão). Para
cuidar dessa parte, o Senhor Jesus deixou explícito que
o nascimento espiritual seria assistido de maneira constante
pelo Espírito Santo para converter e guiar a pessoa no
crescimento espiritual.

Uma
das mais grandiosas cenas da natureza é de uma águia
planando nas alturas e elevando-se cada vez mais, empurrada
pelo vento. Semelhantemente quando o cristão está
percorrendo o trajeto da fé fortalecido pelo Espírito
Santo, atingirá sempre as maiores alturas. Algumas vezes
a águia é surpreendida por uma tempestade e arremessada
nos desfiladeiros escuros. Ela, porém, ergue suas fortes
asas e sua cabeça majestosa e inicia a subida em direção
ao Sol. Momentos depois ela atravessa as nuvens escuras e de
novo se acha na clara luz solar, deixando a tempestade e a escuridão
muito abaixo. O cristão renovado pelo Espírito
Santo subirá com asas de águia e seu testemunho
será sobre o poder de Deus que habilita para toda vitória.

Quando
os primeiros navegantes pescadores de baleias e outros peixes
eram arrasados por severas tempestades austrais, perdendo, muitas
vezes, o mastro, entravam em busca de socorro, no porto de Moori,
achando aí as altaneiras ávores kauri, que lhes
proporcionaram material incomparável para fazerem um
novo mastro. O kauri cresce até 120 metros, bem a prumo,
como uma flecha; nenhum galho tira a simetria da coluna e nó
algum rouba a beleza e firmeza da madeira; os contornos da casca
dão-lhe uma glória que nenhuma talhadeira pode
proporcionar. As outras árvores vergam-se com o soprar
dos ventos. Mas nunca o kauri; a razão encontra-se na
perfeita destreza do seu objetivo. Ele é um inveterado
usuário do Sol; sal da Terra buscando o caminho mais
reto para o Céu; apesar da vegetação, que
procura escondê-lo, levanta a sua cabeça acima
de seu objetivo. Qual é a causa desta árvore conservar-se
livre de parasitas e trepadeiras que fazem adoecer as demais
vegetações? Os parasitas procuram de alguma maneira
apegar-se ao kauri como a todas as árvores; mas ele “sabe
pôr de lado por meio de uma resina todos os parasitas
que tão de perto o rodeia”. O kauri conserva o
cascão exterior por pouco tempo. Cada ano perde grande
quantidade de casca e com ela os micróbios e parasitas
que procuram vencê-lo. A nova superfície é
bem forte, de maneira que pode, com facilidade, derrotar os
inimigos que o rodeiam. Ela é uma sublime comparação
de como o cristão deve vencer as lutas e crescer.
Peçamos a Deus forças para subirmos em Sua direção
como esta árvore e sintamos Seu amor nos envolver. Que
o Senhor nos abençoe.

Um
casal resolveu separar-se depois de muitas brigas no lar. O
esposo tomou o filho mais velho e o levou para morar consigo.
A mãe ficou com o mais novo. O pai deu ao filho mais
velho o estudo nas melhores escolas, formando-o como um advogado.
A mãe, por sua vez, sem muitos recursos, lavou muita
roupa para que o filho estudasse e se consagrasse a Deus, tornando-se
mais tarde o pastor de uma numerosa igreja, onde era muito amado.
Seu irmão “advogado”, no entanto, se meteu
em alguns negócios ilícitos, indo preso e seu
nome ficando manchado como um malandro qualquer. O irmão
“pastor” foi visitar o irmão na cadeia, o
qual lhe perguntou: “Como, sendo filhos da mesma mãe
e pai, tivemos destinos tão diferentes?”. O irmão
mais novo mostrou-lhe a Bíblia e disse-lhe: “Enquanto
você ia aos cinemas, shoppings, clubes e viajava com nosso
pai, nossa mãe me instruía na Palavra do Senhor.
Eis, portanto, a razão da diferença entre nós.
Dediquei minha vida a servir a Deus”.

Certo rapaz cristão, empregado numa venda, procurava
cumprir sempre com o seu dever cristão, de modo que o
seu patrão tinha muita confiança nele. Um dia
quando estava sozinho, entrou um freguês e pediu determinado
artigo. Quando o rapaz pegou o produto, o freguês disse:
“Moço, seu senhor não está aqui agora,
será que posso pagar metade do preço? Daí
você não registra no caixa e embolsa o dinheiro”.
O jovem respondeu: “Meu Senhor é Deus e Ele está
sempre presente”.

Certo
pastor contando como foi seu casamento dizia: “Como sou
agradecido pelo conselho que recebi do pai de minha predileta
no colégio, quando fui pedir a mão de sua filha!
Ele achou que éramos muito jovens; que estávamos
nos precipitando para um casamento prematuro. Muito bondosamente,
ele disse: ‘Vá e se saia bem, e prove que é
capaz de sustentar uma família, e então volte’.
Bem, isso foi difícil de ouvir. Aceitamos, entretanto,
o desafio. Depois de dois anos, trabalhando como secretário
da Associação, fui promovido e então voltei
e reclamei minha noiva, e nos casamos, com a bênção
de nossos pais. Hoje, olhando para trás, dou graças
a Deus pelo prudente conselho de uma pessoa que compreendia
que a pressa é perigosa. Estávamos muito mais
bem preparados para o matrimônio após aqueles dois
anos de prova. O que mais me impressionou, no entanto, foi a
honestidade do meu sogro. Isso não esquecerei”.

Um dos maiores cientistas que já existiu, Ampére,
aconselhou seu filho dizendo: “Meu filho, estudar as coisas
deste mundo é dever de sua profissão. Mas considera-as
apenas com um dos olhos, tendo o outro dirigido constantemente
para Deus, a luz eterna! Dê ouvidos aos sábios,
mas com um ouvido apenas! Escreva apenas com uma das mãos;
com a outra pegue-se à cruz de Cristo, como uma criança
se agarra às vestes do pai. Quando tiver uma família,
guie seus filhos com as duas mãos, estando uma segurando-os
e a outra bem firme na mão de Deus. Para sua esposa dedique
seu coração e sua mente de forma sincera, pois
receberá em troca o mesmo sentimento de amor. Sem esta
precaução você infalivelmente despedaçaria
a cabeça contra uma rocha!”.

Um
casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher
passou a manteiga na casca do pão e deu para seu marido,
ficando com o miolo. Ela tinha em seu pensamento o seguinte:
“Eu sempre quis comer a melhor parte do pão, mas
amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o milo.
Mas hoje eu tive vontade de satisfazer o meu desejo, ou seja,
de comer o miolo do pão”. Para sua imediata surpresa
o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse
assim: “Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante
50 anos, eu sempre quis comer a casca do pão, que é
parte que mais gosto. Mas como você sempre gostou tanto
dela, eu jamais ousei pedir-lhe!”.
Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre
a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade...
Diálogo e franqueza, com delicadeza sempre, significam
o melhor remédio.
Peçamos
a Deus, então, uma bênção pela nossa
família. Peçamos a Ele paciência, espírito
perdoador e muito amor no coração.

“O
Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer
o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor
levante sobre ti o Seu rosto, e te dê a paz” Números
6:24-26
“Eis que cedo venho e está comigo a Minha recompensa,
para retribuir a cada um segundo a sua obra” Apocalipse
22:12
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