Se
estamos vivendo a realidade da vida em Cristo vamos nos deparar
com a necessidade de transformação do nosso caráter
à semelhança do nosso amado Salvador. Esta é
uma obra que Deus sabe fazer muito bem, mas que necessitará
da cooperação humana para que os resultados sejam
positivos visando à eternidade. Essa transformação
exigirá uma dose de sacrifício e resignação
de nossa parte.
Mestre
Tem lugar em minha casa se quiser
Já bateu em tantas portas que nem sei
Oh, Rei dos reis
Mestre
Não pensei que TU fosses a casa de um plebeu
Ainda mais alguém humilde como eu
Oh, grande Rei
Já que veio é bem-vindo em meu viver
Faça Sua esta casa, oh meu Rei
E a faça santa...
E santo eu serei!
Grandioso e Santo, Santo, Santo
Oh Deus altíssimo, habita em mim.
Eu fui uma casa onde muita coisa entrou
Só eu sei o quanto o coração chorou
Mas Deus mudou
Quando permiti que Ele entrasse em meu viver
Fez mudanças que jamais imaginei realizar
Minha casa e minha vida eu dei para Deus
Oh, Senhor como quiser vem transformar.
(Josué Teodoro)
Vivemos
no tempo da velocidade, da pressa, do “faz pra ontem”
e não admitimos nada menos do que isto. Somos impacientes
desde o momento que nascemos. As crianças choram com grande
impaciência para mamar. As mulheres querem uma gestação
mais rápida e um retorno do corpo à antiga forma,
mais rápido ainda. Afinal de contas, quem sabe esperar?
Como desenvolver a PACIÊNCIA como prática de vida?
PACIÊNCIA: É a virtude que consiste em saber esperar,
suportar as dores, os incômodos, os infortúnios,
etc., sem queixas e com resignação.
A paciência pode ser desenvolvida na vida, através
de aprendizado. A mãe ensina a criança a saber esperar,
a ter paciência. A educação acadêmica
implanta no estudante o conceito de paciência como fruto
da cultura, do conhecimento, do auto-controle.
Paciência,
obediência e fé, eis três das jóias
da coroa de Cristo. Nestes últimos dias estas qualidades
são raras, mas o olho pesquisador de Deus discerne os que
estão exibindo ao mundo estas preciosas qualidades. A paciência
é uma das maiores e mais sublimes das qualidades vistas
no homem. Um dos mais populares cristãos da antiga história
de Boston era o Doutor Cotton Mather. Era um homem muito querido
por sua disposição amável e, por sua paciência.
Mas ele tinha alguns inimigos porque tomou partido político
em alguma coisa de interesse da região e também
porque reprovava fielmente a iniqüidade. Como resultado foram-se
enviadas algumas cartas muito abusivas, as quais ele amarrou num
pacote e escreveu em cima: “Inimigos, melhores esquecê-los”.
Este é um século de impaciência. No caso de
muitas pessoas o ânimo está sempre em ponto de ebulição
(fervendo). A velocidade de nosso mundo moderno não é
de molde a ajudar desenvolver esta qualidade chamada paciência.
Acostumados a correr, as pessoas se irritam quando têm de
parar na presença de um sinal vermelho. Por que as pessoas
ficam enfurecidas quando têm de esperar por uma refeição,
ou aguardar a vez numa fila? Por que não aproveitam para
ler um livro de bolso? Como entregaremos o tempo na eternidade
se não sabemos o que fazer com meia hora? Para ser paciente
é preciso ter a mente de Jesus.

A
rainha vitória visitou certa ocasião uma fábrica
de papel. O gerente mostrou-lhe os diferentes departamentos, não
sabendo que ela era rainha. Levou-a também ao quarto onde
se classificavam os papéis sujos e imprestáveis.
Ao vê-los, ela exclamou: “Como é possível
branquear esses trapos sujos?”. O gerente balbuciou: “Ah!
Senhora, tenho uma substância química de um poder
tremendo, por meio da qual posso desmanchar estes papéis
velhos, colori-los e ainda deixando-os como novos”. Antes
que ela saísse da sua seção de produção,
ele descobriu que tinha sido a rainha quem passara pelos departamentos
da fábrica de papel. Alguns dias depois a rainha encontrou
em seu escritório um pacote de papel, o mais formoso que
já havia visto. Em cada folha do papel estava seu nome
e sua fotografia. Havia também uma nota assim: “Majestade,
receba uma amostra do papel, com a segurança de que cada
folha foi fabricada com os resíduos sujos que viu nos braços
dos trabalhadores. A transformação foi trabalhosa,
mas eis aí o resultado”.
Melhor do que trapos que são transformados é a siginificação
de que somos como o ouro que necessita de purificação,
mas com a consciência de que este processo necessita do
fogo da provação para nos tornar semelhantes ao
Senhor Jesus.

O Dr. Goldwin não era muito conhecido fora de sua esfera
de trabalho, pois andava muito ocupado. Desde sua formatura, em
medicina, não podia assistir regularmente os trabalhos
da igreja, mas era um discípulo incansável. Não
era conhecido nas altas rodas sociais e poucos eram os seus divertimentos,
pois seus doentes ocupavam quase todo seu tempo. Era, por eles,
respeitado com veneração. Porém, certo dia
uma senhora, movida pelo espírito de gratidão, disse,
esquecendo o acanhamento: “A razão de alegrar-nos
sempre, doutor, não é somente com sua visita...,
não é somente porque o senhor operou a cura quase
milagrosa do meu marido, mas porque sentimos sempre o ambiente
diferente. Confiamos que de sua parte fará sempre o que
for direito, e quando o senhor sai, sabemos que está orando.
O senhor é um cristão, não é?”.
Então, o médico perguntou: “Por que a senhora
diz isso?”. E a resposta dela foi: “É porque
acho que se não fosse cristão, não poderia
fazer-nos pensar em Deus. E todos pensam nEle quando o senhor
chega”.

Timur,
o famoso guerreiro que conquistou rapidamente várias nações
do Oriente, costumava contar a seus amigos o seguinte fato ocorrido
em sua juventude: “Uma vez vi-me obrigado por meus inimigos
a me refugiar em um edifício em ruínas, onde permaneci
sentado durante muitas horas. Desejando desviar o pensamento de
minha condição desesperada, fixei a vista em uma
formiga que tentava subir por uma parede, carregando um grão
de trigo maior do que ela. O grão caiu ao chão 69
vezes, mas o inseto perseverou, e por fim, na septuagésima
vez, pôde chegar ao alto. Isto me confortou grandemente
naqueles momentos e jamais me esqueci da lição”.

Um
tirano pagão surrava um cristão e lhe perguntava:
“Que coisa importante já fez por você o seu
Cristo?”. O cristão respondeu: “Fez isso que
Vossa Majestade está vendo: que eu lhe possa perdoar apesar
de me tratar assim tão cruelmente”. A perseverança
é desenvolvida em um coração paciente e perdoador.
Peçamos, pois a Deus, paciência.
Que possamos suportar com paciência a provação
que, porventura, estamos enfrentando. Oremos uns pelos outros
para alcançarmos coração sábio e honrarmos
nosso Deus.

Conta-se
que certa vez um líder comunitário, chamado Bruce,
estava na prisão desconsolado e desanimado por causa do
peso da campanha que tinha feito para libertar seu povo. Meditava
em deixar a luta quando atraído por uma aranha que procurava
tecer uma teia; para fazer isto tinha que estender um fio entre
dois objetos num quarto, para base da teia. Em sua primeira tentativa
caiu; mas voltou e outra vez lutou para cruzar o espaço
entre os dois objetos e outra vez caiu. Prosseguiu, porém,
lutando e caiu sete vezes; na oitava vez teve êxito e com
o primeiro fio como base, pôde construir sua teia com mais
facilidade. Com este incidente, Bruce se animou de tal modo, que
resolveu prosseguir avante, na campanha até que seu povo
foi liberto. Por fim, ele venceu e viu sua esperança se
concretizar ao confiar em Deus.

Anos
atrás, um professor, em um laboratório, entregou
a um aluno uma planta, dizendo-lhe que a estudasse, fizesse desenhos
dela e escrevesse o que visse. Impacientemente, o jovem olhou
para as folhas, para as raízes, para as flores, e dentro
de cerca de 15 minutos relatou ao professor que não tinha
visto nada de anormal na planta. O professor disse: “Você
apenas começou. Continue”. O aluno serviu-se do microscópio
de mão por um pouco, tomou mais algumas notas, depois se
aproximou outra vez do mestre, desanimado. O professor novamente
lhe falou: “Continue. Você nem começou a ver
tudo quanto há naquela planta”. Isto prosseguiu por
quatro dias. Então, para surpresa sua, o aluno começou
a ficar fascinado pelas veias da planta, seus arranhos, o canalzinho
do estame... Era como se ele estivesse explorando um mundo inteiramente
novo. Como esse estudante, necessitamos maior paciência
no estudar as coisas profundas de Deus.

Algumas vezes temos questionado os planos divinos e temos nos
revoltado contra as aflições da vida. Temos olhado
para um horizonte muito limitado dos nossos sonhos e planos. Isto
produz falta de fé no poder divino e falta de esperança
em Suas promessas. Por isso, a misericórdia divina pode
responder nossas dúvidas.
Conta-se
a história de um pequeno órfão que foi adotado
por uma adorável família que desejava ouvir a disparada
de pequeninos pés e o riso de crianças dentro de
casa. O menino estava encantado com o seu novo lar e os brinquedos
novos que seu papai lhe havia comprado. Aquele senhor ensinou
o menino a chamá-lo de “PAPAI”. Em dado momento
o homem puxou o pequeno para si e o beijou. O pequeno, que jamais
havia conhecido o amor de um pai, olhou surpreso com os seus lindos
olhos azuis, e perguntou: “Papai, que é isso que
você fez”. Aquele senhor repondeu: “Querido,
isto é amor”. Então, o menino disse: “Oh,
papai! Se isto é amor, eu quero mais”... Assim, quando
provamos as “insondáveis riquezas” do amor
de Deus, também desejamos mais dEle e Ele nos dará,
pois Seus planos são especiais para nós que buscamos
esperança para nossa vida.

Conta-se que o imperador Napoleão prendeu um homem por
um crime contra o governo. Ele fizera uma espécie de rebelião
e fora condenado à prisão. Ali dentro, no mais completo
desgosto, ele escreveu na parede com um carvão as palavras:
“Tudo acontece por acaso”. Um dia, quando andava pra
cá e para lá, no pequeno pátio, notou uma
plantinha a brotar no intervalo das pedras. Na falta de outra
coisa para lhe afugentar o seu aborrecimento, abaixou-se e pôs-se
a examinar a pequena planta. No dia seguinte fez a mesma coisa,
e pareceu-lhe que a planta tinha crescido um pouco. Dia após
dia renovava a visita à planta, que se lhe tornou como
um amigo. Logo ficou a perguntar: “Teria essa planta também
vindo por acaso?”. Convenceu-se que não e abaixo
daquelas palavras que tinha escrito na parede (“Tudo acontece
por acaso”), ele escreveu a palavra: “TALVEZ”.
Após alguns dias, desabrochou uma flor, de linda cor branca
e avermelhada, com um friso prateado. Muito se alegrou o prisioneiro.
A bela florzinha parecia trazer-lhe uma mensagem. Parecia dizer-lhe
que coisa alguma acontece por acaso; que o grande Deus tem um
propósito em tudo que acontece. Isto o reanimou, e reviveu-lhe
a fé em Deus. A influência da florzinha continuou.
Chegou aos ouvidos da imperatriz a história do interesse
do prisioneiro pela flor, e ela levou consigo a plantinha e a
plantou em seu jardim, a fim de que lhe fosse um perpétuo
lembrete da solicitude de Deus. Mais tarde o prisioneiro confessou
que na prisão ele aprendeu uma grande lição
de paciência e como Deus dirige as coisas neste mundo.

Nas
colinas distantes de Nilgiri, no Sul da Índia, via-se um
velho indígena agachado, à moda oriental, entre
homens e mulheres que choravam desconsoladamente, junto a um caixão
de cadáver. Era evidente que seu coração
estava pesado de tristeza. Era pai da jovem que tinha falecido.
Para ele não existiam palavras confortadoras, de um Salvador
amável, nem uma reunião jubilosa, na manhã
da ressurreição, pois estavam sem Jesus.
O maior inimigo do ser humano neste planeta ainda é a morte,
resultado do pecado original de Adão e Eva. Hoje o ser
humano luta desesperadamente através da ciência para
vencer este inimigo. Experiências genéticas, remédios
rejuvenescedores, implantes de órgãos, criogenia
(congelamento em azoto para tentar ser ressuscitado no futuro)
e outras técnicas e invenções. Para todas
essas tentativas vê-se a impotência humana diante
desse inimigo milenar que só Jesus conseguiu vencer e pelo
poder conquistado nos oferece a mesma chance de vitória.

Há
alguns anos atrás, um artista parisiense montou seu estúdio
num automóvel. Ao guiá-lo, dum lugar para outro,
pintando cenas de rua e de toda a moderna vida parisiense, apresentava
também a Cristo em roupas modernas. Toda Paris se maravihava
da sua osuadia. Ele mostrava Jesus no meio da multidão
bricalhona e boquiaberta com olhos cheios de curiosidade, tristonhos
e suplicantes. A maioria das pessoas que estavam na multidão
que a pintura retratava, tinha os olhares ansiosos e melancólicos
e isto era a parte mais real da pintura.
Vivemos em um tempo de muita pressão psicológica
e de muita correria para ganhar a vida. Com isto, os problemas
aumentam e nos sufocam, produzindo ansiedade e depressão.
Nossa única saída está na pessoa do Senhor
Jesus, mas as pessoas teimam quanto a aceitar esta alternativa,
crendo que podem resolver tudo do seu jeito pessoal.

Um
dia em um ataque aéreo, na última guerra mundial,
foi destruída parte do Museu Nacional, de Londres. Temia-se
que tivessem sido perdidas algumas das peças originais
e mais valiosas ali expostas e que aquele edifício histórico
jamais pudesse ser restaurado perfeitamente. Entretanto, ali compareceu
um célebre restaurador chamado Giuseppe Nicolini, um dos
mais velhos de uma grande empresa italiana. Ele tomou todas as
peças danificadas e levou-as para seu atelier. Depois de
alguns meses ele as apresentou à diretoria do museu onde
todos ficaram espantados com o trabalho. Pareciam novos. Os aplausos
foram expontâneos para o nobre artista. Assim Jesus pode
restaurar o que os ataques do nosso inimigo espiritual danificaram
em nossa vida. Graças a Deus por isto. Hoje também,
podemos utilizar este recurso, pois está e sempre estará
disponível.

Certa
vez, um pastor que voava alto por sobre uma ilha do Oceano Pacífico,
ouviu quando um companheiro de viagem lhe disse que olhasse para
baixo. Ali, acompanhando o avião, estava um grande arco-íris
– visto do alto, era um círculo completo, em vez
de meio-arco habitual. Dentro do círculo colorido, achava-se
uma cruz negra, que era a sombra do avião projetada nas
nuvens. Era bonito olhar, pois onde quer que fosse a cruz, ia
o acro-íris; e esse arco circundava inteiramente a cruz.
Assim cada uma de nossas aflições é uma cruz,
porém cada cruz é circundada pelo arco-íris
da promessa de Deus. Deus nunca nos abandona, apesar de termos
esta impressão algumas vezes na vida.

Uma
senhora que sofreu grandes desapontamentos no lugar em que vivia
tornou-se triste e desanimada. No fim de um longo e penoso dia,
um vizinho, que estava de mudança para outra localidade,
trouxe-lhe um canário pedindo-lhe que cuidasse dele durante
alguns dias. Ela não apreciou muito a idéia de ter
um pássaro cantando enquanto ela estava tão triste.
Porém, em lugar de cantar, o canário batia com suas
fracas asas contra as grades da gaiola esforçando-se para
fugir. Ela disse: “Não vale a pena, passarinho, todos
nós estamos numa prisão e dela não podemos
fugir. Temos de suportá-la de qualquer maneira”.
Algumas horas depois voltou para ver como passava seu pequeno
hóspede e ouviu uma tão linda melodia que ficou
espantada. O canário estava repousando numa barra da gaiola,
com a cabeça bem erguida e com o corpo todo vibrando em
êxtase no cântico. Era, aparentamente, o pássaro
mais alegre de todo o mundo. As lágrimas correram pelo
rosto daquela senhora. Entao sempre que se sentia desanimada punha-se
a cantar e pelo cântico, finalmente, se libertou das influências
desagradáveis que atormentavam o seu espírito.

Devemos
louvar a Deus por Seus atributos: grandeza, magnificência,
bondade, misericórdia, domínio, ajuda, salvação.
Deus merece nosso louvor por ser nosso Criador, nosso Salvador,
nosso Mantenedor. Ele merece todo o louvor porque é bom,
porque nos ama, porque nos perdoa, é misericordioso, levanta
o abatido e nos ouve. A prática da vida de louvor será
constante quando nossa vida estiver voltada para a grandeza de
Deus, Suas obras e Seus milagres. Será uma prática
normal quando abrigarmos em nosso coração e em nossa
memória, as bênçãos que nos foram outorgadas
por Seu grande amor. Deus nos abençoa e devemos manter
isto vivo em nossa memória. Nós O louvaremos naturalmente
quando estivermos testemunhando diante de outros o que Ele tem
feito por aqueles que O amam. Um louvor leva a outro.

Após a Segunda Guerra Mundial, um americano estava em um
bar tomando um lanche e, enquanto aguardava, começou a
cantarolar um hino. Um homem se aproximou e perguntou-lhe se ele
havia estado na guerra, em um certo lugar. O americano confirmou
e o outro lhe disse que na guerra, teve na mira de sua arma um
soldado que cantava um hino, aquele hino que ele estava a cantar
e só não o matou, porque conhecia o hino cantado.
Descobriram, depois da conversa, que eles eram exatamente os personagens
do episódio. Estiveram na guerra e um deles reconheceu
que tinha sido salvo por louvar e outro que havia poupado o inimigo
por causa do louvor que tinha escutado.
Louvemos sempre ao Senhor, e Ele nos retribuirá com Sua
presença e Seu amor.

Havia em uma igreja uma velhinha de 91 anos que escreveu no seu
diário o seguinte: “Vivo sozinha, sem parentes, mas
minha vida é rica e cheia de satisfação!
Canto louvores à medida que me aproximo do fim, porque
sei que a eternidade será o meu galardão quando
Cristo voltar. Dou sempre graças por fazer sempre uma nova
tarefa a cada dia, não com as minhas forças, mas
com a força que o Senhor me dá pela Sua graça”.
Cada dia ela cantava louvores e foi assim até o dia em
que sua voz silenciou, na esperança de despertar na manhã
da ressurreição para um encontro maravilhoso com
o Salvador, doador da eternidade, a quem ela louvará por
Seu amor e bondade para sempre.
Essa experiência de louvor foi vivida pelo Apóstolo
Paulo e seu companheiro Silas, na prisão de Filipos, na
Macedônia. Em meio às dores dos açoites e
com os pés e mãos algemados, eles cantaram com os
pulmões bem cheios, produzindo um milagre que fez sacudir
a terra, abrindo todas as celas. O louvor beneficiou além
de Paulo e Silas, outras tantas pessoas que ouviram o louvor a
Deus e testemunharam do milagre do terremoto. O resultado foi
o batismo do carcereiro.

Conta-se
que uma vez, um grande maestro estava executando uma peça
com centenas de vozes e instrumentos musicais. Quando o coro cantava
em alta voz, o poderoso órgão se expandia, o tambor,
as cornetas e os címbalos soavam. O homem que tocava a
flauta, e que estava bem escondido entre os músicos, disse
para si mesmo: “Entre todo este ruído, não
tem nenhuma importância o que estou tocando”, e deixou
de tocar. Repentinamente, o diretor ergueu sua batuta em sinal
de silêncio, e num instante tudo parou em completa quietude.
Então, ele perguntou em voz alta: “Que aconteceu
com a flauta?”. O ouvido do diretor havia notado que nem
todos estavam tocando e que alguma coisa faltava.
Que façamos a nossa parte e o Senhor nos aceitará
em nossa sinceridade em louvá-Lo. Exercitemos o louvor
para que nosso coração se acostume com a adoração
a Deus.

Que
o Senhor nos abençoe e nos ajude a desenvolvermos o gosto
e a sensibilidade para o louvor. Que nossa vida seja um cântico
de glória em louvor e agradecimento ao nosso eterno e amado
Pai celestial.
Um ministro e um fabricante de sabão, que era incrédulo,
caminhavam rua abaixo. O fabricante de sabão, olhando para
um bar com muitos alcoólatras, começou dizendo:
“Bem, meu amigo, o evangelho que o senhor prega não
parece ter realizado grande soma de benefícios. Existe
ainda boa porção de pecado e pecadores no mundo!”.
Por uns momentos o ministro deixou sem resposta a acusação.
Logo, os dois passaram junto de um grupo de crianças sujas,
que brincavam na lama. O ministro observou: “Parece que
o sabão que o senhor fabrica não tem trazido muitos
benefícios ao mundo. Ainda existe muita sujeira e muita
gente suja”. O fabricante de sabão foi ligeiro em
responder o desafio: “Oh, o sabão é muito
bom, mas tem que ser usado!”. Assim, o ministro arrematou:
“Exatamente, o mesmo se dá com o evangelho –
ele tem de ser aplicado à vida para produzir conversão,
mansidão humildade e semelhança com Cristo”.

Em
certa aldeia pagã na Ásia, algumas pessoas estavam
falando de Jesus. Comentavam Suas graciosas palavras, Sua bondade,
Sua prestatividade e altruísmo. Um velho aldeão
disse: “Conheço esse Homem. Ele já morou aqui”.
O pregador quis saber, um tanto surpreso: “É mesmo?”.
O velhinho confirmou: “Sim. Há alguns anos atrás”.
Levou, então, os obreiros cristãos para fora da
aldeia, a um lugar onde se via a sepultura de um missionário,
muito bem cuidada, e acrescentou: “Ele viveu entre nós
muitos anos atrás, e nós todos lhe queríamos
muito bem!”. O pregador entendeu que o missionário
falecido tinha sido tão semelhante a Jesus em suas atitudes
de mansidão e humildade, que as pessoas acreditavam nessa
semelhança de coração. Oxalá nós
tivéssemos essa mesma experiência na vida.
Deixemos que em cada dia o Senhor Deus nos renove espiritualmente
e tenhamos a certeza de que a mansidão e a humildade estarão
sendo colocadas em nossa vida, como um tesouro para enriquecê-la.
Mostremos sempre ao mundo o brilho dessas riquezas na nossa vida.

Anos atrás, um elegante vaso suíço, de cerca
de 30 cm. de altura, foi oferecido em leilão. O leiloeiro
não contou a história do vaso, mas só chamou
a atenção ao fato de que era da data de 1763. Sua
beleza lhe proclamava a genuinidade. Era dado lance após
lance, até que foi atingido o preço de 20.000 (vinte
mil) dólares. E por esse fabuloso valor foi vendido. Todavia,
esse objeto de genuína antigüidade havia sido apenas
um bloco de argila comum. O que foi que lhe deu tanto valor? Foi
o labor e a habilidade do artista que moldara com muito cuidado
e paciência. Deus quer moldar para nos valorizar e Ele usa
a paciência para esta obra.

Conta
uma fábula antiga que o inimigo de Deus um dia fez uma
liquidação, oferecendo à venda suas ferramentas.
Estas se achavam expostas, trazendo cada uma seu rótulo:
ódio, inveja, malícia, ciúmes, doença,
desespero, crime, etc. Um pouco à parte, encontrava-se
uma ferramenta de aspecto inocente, em forma de cunha, com o rótulo:
“Impaciência”. Estava já muito gasta,
mas tinha marcado um preço muito mais alto que as outras,
mostrando que era objeto de estimação. Quando lhe
perguntaram a razão de tão alto preço, o
inimigo respondeu: “Esta ferramenta é a que eu uso
com mais facilidade e de forma mais eficiente do que qualquer
uma das outras. Com ela abro as portas da mente de qualquer cristão;
uma vez dentro da alma, posso usar qualquer ferramenta que eu
escolha e destruir qualquer vida cristã promissora.

Um rapazinho viu num jornal o anúncio: “Precisa-se
de um rapaz”. Às 8 horas da manhã seguinte,
lá estava ele na loja. Encontrou, porém, vinte outros
rapazes na fila diante da porta. Outros chegaram depois dele e
com pressa de serem atendidos, desistiram. Que fez o rapazinho?
Escreveu apressadamente um bilhete; correu depressa até
à frente, e passou-o ao secretário, dizendo: “Quer
ter a bondade de entregá-lo ao chefe imediatamente? É
urgente!”. O secretário foi ter com o chefe, e disse:
“Há lá fora um rapazinho que diz ser muito
importante que o senhor leia isto imediatamente”. Ele recebeu
o bilhete, abriu-o e ali viu na caligrafia de um menino, estas
palavras: “Sou o vigésimo primeiro garoto da fila.
Não tome nenhuma decisão enquanto não falar
comigo”. O chefe sorriu, releu, e levantou-se depois, dizendo:
“Gostarei de ver um rapaz assim. Não se desanimou
com vinte outros em sua frente. Tem iniciativa”.

Abraão
Lincoln também experimentou muito de derrota antes de seu
triunfo final. Se bem que recebesse muitos infortúnios
(muitas vezes se decepcionou e se sentiu constrangido) ao lutar
por ir avante, NÃO DESISTIU PORQUE SE DELEITAVA NO SENHOR
DEUS. Entre os retrocessos que ele teve, até chegar ao
êxito, destacam-se: perdeu o emprego em 1832; fracassou
nos negócios em 1833; foi eleito para a câmara estadual
em 1834; morreu a eleita do seu coração em 1835;
foi derrotado na indicação para o Congresso em 1843;
foi eleito para o Congresso em 1846; perdeu a reindicação
em 1848; foi rejeitado para um importante cargo oficial em 1849;
foi derrotado para o Senado em 1854; foi derrotado para indicação
como vice-presidente em 1856; novamente derrotado para o Senado
em 1858; até que em 1861 foi eleito presidente, tornando-se
o melhor presidente que o país já teve em todos
os tempos.

A
vida cristã é uma eterna comparação
com situações e fatos que nos proporcionam lições
profundas sobre nosso relacionamento com Deus, seu plano de felicidade
e nossa submissão à Sua vontade. A semelhança,
por exemplo, da vida espiritual com a semente é algo que
merece ser avaliado.
Sobre
um velho tronco apodrecido as aves deixaram uma sementinha tão
pequena como a semente de mostarda do Evangelho. A semente produziu
uma árvore cujas raízes se aprofundaram pelo tronco
abaixo, até o chão, e ela subiu pelo tronco acima.
O velho tronco se rompeu, deixando apenas um ou outro fragmento
apgado ao novo tronco. É assim o Evangelho: se ele atinge
o coração e deita raízes, há de romper
com os erros doutrinários. Nunca pensemos em conseguir
o efeito antes de estabelecer-se a causa. Com o Evangelho em ação
ocorre a transformação.
O ensino e a aplicação deixada pelo Senhor Jesus
a respeito da semente está no fato de que a semente pecisa
morrer, para viver outra vez e produzir mais frutos. Os fatores
envolventes na experiência da semente estão relacionados
com o semeador que a joga, com a terra onde ela vai cair de forma
aleatória, e ainda com a situação da semente
em si que passará pela fase de apodrecimento, morte e nova
vida. Tudo isto pode ser aplicado ao nosso relacionamento com
Deus, a forma de nossa submissão a Ele, nossa transformação,
utilidade no reino e produtividade espiritual. Enfim, esta é
uma lição da prática e valerá a pena
estudá-la e praticá-la, com a direção
divina.

Todas as pessoas com cultura ou sem cultura, com riqueza ou sem
nada, livres ou prisioneiras, em meio à multidão
ou sozinhas, envolvidas emocionalmente com alguém ou na
solidão dos seus sentimentos; todas tem a noção
de independência e do cuidado de sua própria vida.
Ninguém aprecia ser submisso à outrem de maneira
serviçal. Só pelo amor é que uma pessoa se
sujeita a realizar algo por outra pessoa de maneira submissa.

Geralmente
a autoconfiança nos leva a fazer loucuras que necessitará
cada vez mais do poder de Deus para nos livrar. É muito
difícil se colocar em uma situação delicada
por causa de nossa impetuosidade e autoconfiança e ver
tudo dando errado e nos trazendo maiores complicações.
Bill
é um incansável obreiro de Deus. Embora trabalhe
longas horas no comércio, toma tempo para trabalhar pelo
Senhor. Ele é conhecido e respeitado em sua vizinhança
como homem piedoso. Nem sempre foi homem de integridade. Um amigo
visitava a Bill muitas vezes para pôr fim a uma briga de
bêbados, ou para fazer com que ele deixasse de bater na
mulher e nos filhos. Então, Jesus veio ao seu lar, e se
operou uma transformação. As bebidas alcoólicas,
linguagem de baixo calão, o mau gênio e as brigas
saíram pela porta da frente, e no lugar de tudo isto, nasceu
o amor, a paciência e a ternura. Bill hoje é um novo
homem. Seu lar é um lugar diferente e mais feliz. Ele foi
uma semente que germinou com os nutrientes do Espírito
Santo para a glória de Deus.

Quando passamos por alguma situação de muita pressão
em nossa vida, geralmente precisamos nos concentrar no que é
bom, nas promessas divinas de auxílio para a vida para
sairmos inteiros da experiência com o mínimo de seqüelas
possíveis. Isto tudo recebe o nome de “CRISOL DA
VIDA”, onde somos comparados ao ouro que necessita de purificação.
O processo de limpeza, que exige pressão e temperatura
nem sempre é bem aceito e alguns se revoltam contra a vida,
contra Deus e contra a igreja. Os que passam pela prova são
os aprovados no crisol (nas provações) da vida.
Uma história do passado relata de uma mãe que já
havia perdido o marido e em seguida seu lindo filho – o
fruto de um inesquecível amor. Com lágrimas dolorosas
e súplicas, a infeliz mãe perdeu o equilíbrio
mental e ficou a vagar pelas ruas muito tempo, balbuciando palavras
sem sentido. Um mestre cristão encontrou a pobre infeliz
em uma praça, perdida em seu desânimo. Com carinho
e algum cuidado, assentou-se ao lado dela e escutou seu lamento.
Depois passou a falar-lhe de Jesus e Seu cuidado especial por
todos. Falou-lhe da mãe de Jesus sofrendo enquanto Ele
morria na cruz e como Ele Se preocupou com a mãe provendo-lhe
amparo nesta vida. A pobre moça como que saindo de um abismo
emocional, pela primeira vez em muitos meses olhou para o mestre
e com um brilho no olhar, perguntou: “Será que Ele
pode me ajudar?”. Foi um lampejo de esperança que
trouxe aquela mente perturbada pela dor, de volta para a realidade.
Ela foi conduzida a Jesus e ficou completamente curada no emocional
e no espiritual.
Quando vierem situações e provas sobre nós,
estaremos preparados para enfrentá-los com dignidade cristã.

Conta-se
a história relatada pelos chineses de um de seus filósofos
que, durante os anos escolares, lançou ao solo o livro
em que estudava, certo de que nunca poderia dominá-lo.
Depois deste incidente ele saiu pelas ruas e se encontrou com
uma senhora que estava esfregando uma barra de ferro sobre uma
pedra. – “Por que está fazendo isto?”,
perguntou o estudante. Então, ele ouviu a incrível
e sábia resposta: - “Porque desejo obter uma agulha
e assim estou afinando esta barra de ferro até que fique
em condições de ser usada para costurar”.
A lição da paciência e perseverança
não foi desprezada pelo jovem, que tomou novamente seus
livros e, dedicando-se a eles, tornou-se um dos maiores mestres
chineses. Nossas provações poderão parecer-nos
tão pesadas como a tarefa de tornar uma barra de ferro
numa agulha. Entretanto, com paciência e com a ajuda de
Deus, conquistaremos a vitória sobre todos eles. Que o
Senhor nos fortaleça e nos dê paciência nesta
vida.
Cremos que Deus, em Sua providência, tem colocado Sua mão
de amparo em nossa vida e nos tem dado motivos de louvá-Lo.
Os crisóis da vida são inevitáveis e a diferença
está na forma de enfrentá-los pelo poder de Deus.
Sejamos, a cada dia, testemunhas do que Deus tem feito por nós.
Sejamos sempre agraciados com a prazerosa presença divina
em nossas vidas.

Um
estatutário fazia de um bloco de mármore uma estátua
destinada a um belo templo. A cada golpe que arrancava uma parcela
de pedra, um lastimoso gemido partia desta pedra. O escultor,
admirado, pára e, cruzando os braços, pergunta-lhe:
“Que tens? Por que te lastimas?”. O bloco responde:
“Eu me lastimo porque me golpeias, me mutilas e cobres a
terra com meus fragmentos”. O estatutário replica,
dizendo “Insensato. Não vês que estes golpes,
que sofres, é que te fazem diferenciar da pedra bruta,
e tornando-te graciosa, esbelta e digna do teu sublime destino?
Tu não eras mais do que uma pedra tosca, uma grosseira
e informe massa, e daqui a pouco serás uma estátua,
uma obra-prima. E não saberás te conformar por tão
gloriosa transformação?”. E o mármore
calou-se e não se queixou mais dos golpes que recebia.
Este mármore é a natureza que sofre em nós;
o templo, a cuja decoração somos destinados, é
o Céu; os golpes são os sofrimentos, os pesares,
as provações; o estatutário é Deus,
que talha, até ao vivo da nossa alma, nosso corpo e nosso
coração, sua obra-prima, para chamá-los,
um dia ao Céu, transformados na mais estupenda e gloriosa
perfeição.

Um
rapaz estava serrando um velho tronco de laranjeira, em pequenas
toras para lenha. O tronco seco era duro de serrar e rachar. Ele,
entretanto, estava com pressa, pois desejava encontrar-se com
alguns companheiros, para ir pescar. Irritado, acabou machucando-se
e proferiu palavrões contra a serra e contra a lenha. O
pai ouviu-o e depois que ele acabou o seu trabalho, chamou-o e
pediu que trouxesse uns pregos, o martelo e um alicate. Pediu
depois, que trouxesse uma tora de laranjeira. Calmamente o pai
lhe disse: “Pregue um prego na parte serrada”. Logo
estava feito o que o pai tinha pedido. Em seguida o pai pediu
que o filho arrancasse o prego. Embora intrigado, o rapaz disse
que isto seria fácil e arrancou mesmo. Agora o pai disse
para ele arrancar o buraco que o prego tinha feito. O filho respondeu:
“Olha papai, isto é impossíve fazer”.
Alguns anos mais tarde este filho contou o efeito que essa lição
tinha lhe produzido. Ele compreendeu que, irando-se ou cometendo
outro pecado, acabava produzindo o efeito do prego sobre o coração,
ou seja: ainda que depois fosse arrancado, acabaria deixando os
seus efeitos. Assim é com o pecado: podemos abandoná-lo,
mas ficarão as cicatrizes, as marcas, as conseqüências.

“O
Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer
o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor
levante sobre ti o Seu rosto, e te dê a paz” Números
6:24-26
“Eis que cedo venho e está comigo a Minha recompensa,
para retribuir a cada um segundo a sua obra” Apocalipse
22:12
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