Ilustrações V

Vendo ELE as multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor.
mateus 9:36

A estrela na janela
Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o Seu único Filho, para que todo aquele que n'Ele crer não morra, mas tenha a vida eterna. Pois, Deus mandou o Seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.
joão 3.16

Durante a II Guerra Mundial, nos Estados Unidos, era costume uma família que tivesse um filho que servisse nas Forças Armadas colocar uma estrela na janela frontal da sua casa. Porém uma estrela dourada indicava que o filho tinha morrido à causa do seu país.
Há anos, Sir Harry Lauder contou uma história comovente sobre este costume. Ele disse que uma noite um homem caminhava por uma rua de Nova Iorque, acompanhado pelo seu filho de 5 anos. O pequeno foi atraído pelas luzes que brilhavam nas janelas das casas e quis saber porque é que algumas casas tinham uma estrela nas janelas. O pai explicou que aquelas famílias tinham um filho a combater na guerra. O menino bateu palmas quando viu uma outra estrela na janela e exclamou, “Olha, Papai, uma outra família que deu o filho ao seu país”.
Finalmente chegaram a um descampado, depois da correnteza de casas. Daquele lugar podia-se ver uma estrela a brilhar no céu. O pequenino voltou a dizer:
Oh, Papai... “Olha para aquela estrela no céu! Deus também deve ter dado o Seu Filho”.

Sim, de fato! Há uma estrela na janela de Deus. Sabes o que Ele fez por ti? Ele deu o Seu Filho, por causa do Seu amor por nós. Já Lhe agradeceste?
MRD

O cristianismo é divino por seu fundador. As provas são os fatos precedentes à fundação, as circunstâncias inéditas da sua origem e estabelecimento, e o testemunho. Há mais de dois mil anos ocorre um milagre diário: é a conservação. Gerações e sistemas, filósofos e filosofias, tudo se foi. Cada século tem tido seu ídolo, cada ídolo tem sido lançado ao abismo comum das apoteoses humanas: sábios, legisladores, reformadores, tudo que teve um grande nome, uma passageira glória, já passaram. O que está de pé, rodeado das muralhas divinas contra as quais ressaltam em espuma as tempestades da razão humana, é o estandarte da Cruz. Este é que é o milagre, que incomoda os adversários da igreja. Para não O confessarem, injuriam-No.
Devemos crer que a pessoa do Senhor Jesus está em nosso coração, em nossa vida, para que possamos ser semelhantes a Ele em tudo. Que possamos ter essa certeza no coração, pois assim estaremos honrando nosso amado Salvador.


“Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre”.
Jesus era, é e sempre será o único caminho que nos conduz à salvação.

Disse Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14.6).
Cristo é o centro da Bíblia
Na Bíblia, Cristo é o centro de todas as atenções,
pois toda a doutrina tem como alvo e
objetivo a obra salvadora por ELE efetuada
por amor à Sua criação!!
Meditemos sobre o que é Jesus,
para as diferentes profissões:
Para o Artista: ELE é Maravilhoso
Para o Arquiteto: ELE é a Pedra de Esquina
Para o Astrônomo: ELE é o Sol da Justiça
Para o Padeiro: ELE é o Pão da Vida
Para o Banqueiro: ELE é o Tesouro Escondido
Para o Construtor: ELE é o Fundamento Seguro
Para o Carpinteiro: ELE é a Porta
Para o Doutor: ELE é o Grande Médico
Para o Educador: ELE é o Grande Mestre
Para o Engenheiro: ELE é o Novo Caminho
Para o Florista: ELE é a Rosa de Saron
Para o Geólogo: ELE é a Rocha dos Séculos
Para o Horticultor: ELE é a Videira Verdadeira
Para o Juiz: ELE é o único Juiz Justo dos Homens
Para o Jurado: ELE é a Testemunha Fiel e Verdadeira
Para o Ourives: ELE é a Pérola de Grande Valor
Para o Jornalista: ELE é a Boa Nova de Grande Alegria
Para o Oculista: ELE é a Luz dos Olhos
Para o Filantropo: ELE é o Dom Inefável
Para o Filósofo: ELE é a Sabedoria de Deus
Para o Pregador: ELE é a Palavra de Deus
Para o Escultor: ELE é a Pedra Viva
Para o Servo: ELE é o Bom Mestre
Para o Estadista: ELE é o Desejado de Todas as Nações
Para o Estudante: ELE é a Verdade Encarnada
Para o Teólogo: ELE é o Autor e Consumador da Nossa Fé
Para o Advogado: ELE é o Conselheiro,
Doador da Lei e Verdadeiro defensor.


Jesus sempre será o Salvador de todos quantos a Ele se entregarem e Nele crerem. Hoje, se ouvirdes a Sua voz não endureçais o vosso coração!



A pessoa de Jesus sempre foi muito especulada, principalmente porque o mundo foi modificado com Sua presença. Os críticos e céticos não perderam tempo para falar de Jesus e tentar provar que Ele era apenas humano sem Sua identidade ou natureza divina.

Eis o que o apóstolo Pedro deixou registrado por inspiração divina:
“Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da Sua majestade, pois Ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. Ora, esta voz, vinda do céu, nós a ouvimos quando estávamos com Ele no Monte Santo. Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração” (II PEDRO 1:16-21).

O apóstolo Paulo defendeu a identidade de Jesus diante dos sofismas que viriam pela frente, mostrando que o ser humano por se achar muito sábio, questionaria as verdades divinas, principalmente a natureza divina de Jesus. Paulo comprovou com fatos seus argumentos sobre Jesus.

Jean François Blondin, o famoso equilibrista francês, foi aos Estados Unidos demonstrar sua habilidade. Colocou um cabo estendido sobre as Cataratas do Niágara. Milhares olhavam atentos ele caminhar sobre aquele cabo de uma ponta até a outra. Um dia, antes de fazer a sua proeza ele perguntou a um expectador: “Você acredita que eu seja capaz de rodar este carrinho até o outro lado?”. O homem disse: “Oh, sim, é claro que eu acredito”. O equilibrista perguntou: “Por que o senhor acredita nisto?”. O homem respondeu: “Porque já vi o senhor fazendo isto uma vez”. Então, Blondin disse ao homem: - “Muito bem, entre no carrinho que eu o levarei ao outro lado, se é que o Senhor acredita mesmo”. O homem ficou pálido e saiu acelerado pelo meio da multidão. Os críticos questionam Jesus, porque possuem muita teoria, mas falta-lhes a fé.

Quando Napoleão se colocou em pe à sombra da grande pirâmide no Egito, ele exortou seus homens a imitarem a grandeza dos antigos egípcios com estas palavras: “Soldados, do alto destas pirâmides quarenta séculos vos contemplam, deveis reverenciar esse momento solene!” a grande pirâmide era uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo e alguns dizem que foi a maior delas. Construída de blocos de pedra calcária, sua base cobre uns 54.600 metros quadrados de área e seu ápice ergue-se a uns 150 metros acima do deserto escaldante. Seu edificador foi o Faraó Khufu conhecido pelos gregos como Queops. Ele levantou a pirâmide em homenagem à sua grandeza e como fundamento histórico para as gerações futuras. Heródoto o historiador grego declara que Queops usou 100 mil homens na construção da pirâmide que permanece hoje como um monumento histórico.
Ao olharmos para a Palavra de Deus encontramos nela a pessoa do nosso amado Salvador: o Senhor Jesus Cristo. Sua vida e ministério permanecem hoje como um monumento maravilhoso para todos os que necessitam desse amado Salvador.
De tudo que falaram sobre Jesus no passado e que ainda falarão, com a intenção de negar Sua divindade, nada consegue mover a fé de milhões de pessoas ao redor do mundo.


“Usa-me, pois, meu Salvador, para qualquer propósito, e de qualquer maneira que desejes. Aqui está meu pobre coração, vaso vazio; enche-o com Tua graça. Aqui está minha alma pecadora e perturbada; aviva-a e refrigera-a com Teu amor. Toma meu coração para habitação Tua; minha boca para propagar a glória do Teu nome; meu amor, e todas as minhas faculdades, para promoção de Tua honra, e o serviço de Teu povo. E não permitas jamais que a firmeza e a confiança de minha fé se abata, de sorte que em todo o momento eu esteja habilitado a dizer, de coração: Jesus precisa de mim, e eu dEle: e assim nos irmanamos mutuamente”.

Aqueles que admitem Jesus como solução para seus anseios, seus medos, não questionam Sua origem ou natureza. Aceitam Seu Espírito agindo e produzindo as mudanças necessárias para uma vida cristã saudável.

Devemos estar conscientes de que os ensinos de Jesus se completarão em nossa vida, quando por Sua graça tivermos no coração e na prática a verdadeira religião de Cristo.
Isto ocorrerá com a transformação que só Jesus poderá produzir em nós através dos Seus ensinos sobre conduta cristã, amor de Deus, humildade, perdão e graça; sem esses ensinos estaremos apenas mudando o exterior.


Certa vez, um filósofo francês intentou escrever uma mensagem de restauração do homem, melhor do que o Evangelho que Deus nos deixou. Ele levou meses preparando tudo e, quando estava pronto, levou o material a um idoso professor cristão, a fim de que pudesse revisá-lo. Passados alguns dias, foi novamente lá para ver se o idoso professor já havia feito a revisão. Na conversa perguntou: “O que o senhor achou de minha mensagem?”. O consagrado homem, respondeu: - “Muito bem elaborada”. O filósofo, então, perguntou: “O que devo fazer para que seja universalmente aceita?”. O professor não hesitou em responder: - “Em primeiro lugar, você terá que nascer de uma virgem, sem contato humano. Deverá crescer pela graça de Deus. Depois deverá fazer milagres que possam ensinar sua mensagem às pessoas. Finalmente, por ela deverá deixar-se crucificar e depois ressuscitar para provar que és eterno como Jesus mostrou que era. Só então todos crerão em ti e na sua mensagem”.

Algumas pessoas sofrem de um defeito na vista que faz com que vejam sempre como que manchas pretas naquilo para que olham. Se olharem para um lindo quadro, mesmo ali, aparecem-lhes os tais pontos negros, estragando, para eles, toda a beleza da pintura. Assim também se dá com muitos incrédulos e céticos; olham para a Palavra perfeita de Deus e suas verdades a respeito de Jesus e logo falam das manchas e erros que cuidam existir nela. O defeito não está na Bíblia; não está na pessoa do Senhor Jesus, mas sim neles.

Quando olhamos para a humanidade e pensamos em algo que torne as pessoas boas, nobres, e solidárias com seus semelhantes, podemos pensar em diversas soluções ou alternativas que já foram e ainda são usadas em nossos dias, sem muita solução efetiva para a regeneração moral. Então, onde está a solução? A resposta está no Evangelho de Jesus que mostra Sua vida e Seus conselhos práticos que tem feito a grandeza e a felicidade de milhares de corações por este mundo afora.

Quando a rainha Guilhermina era menina, assumiu o trono da Holanda e viu encantada toda uma multidão que a saudava de forma alegre em sua coroação. Ela ficou emocionada e perguntou para a mãe olhando todo aquele povo: “Todo esse povo agora me pertence, mamãe?”. A mãe respondeu: – “Não; de agora em diante, tu pertencerás a este povo”. Jesus sabia disto ao nascer neste mundo. Ele pertencia a toda a humanidade e Sua vida estaria ligada no objetivo de salvá-la.

Certo médico atendia, de forma contínua, os pacientes que estavam infectados com , febre amarela. Ele visitava dois hospitais onde trabalhava e ouvia as súplicas dos pacientes, queixando-se dos sintomas da doença, sem se importar muito com as lamentações. Um dia contraiu a doença e passou pelas mesmas dores. Após seu restabelecimento, voltou a clinicar e a atender mais pacientes. Quando eles chegavam e contavam o que estavam sentindo, o médico olhava-os com compaixão e dizia-lhes: “Sei exatamente o que você está sentindo, pois eu mesmo já passei por tudo isto”.

O que significa sentir as dores alheias? Significa ser solidário com o sofrimento do próximo. O que representou para Jesus sentir as nossas dores? Representou tornar-Se humano e passar pelas emoções e sentimentos que passamos na vida. Tudo isso só foi possível assumindo a natureza humana, o que possibilitou sentir o que sentimos e nos ajudar no que precisamos hoje.

Disse alguém com sabedoria as seguintes palavras: “Todo homem quer ser rei, todo rei quer ser um deus, mas somente Deus quis ser homem”. Essa solidariedade eterna é maravilhosa, Deus ficou do nosso lado no conflito e perdoou a falha para com Seu amor. Ele fez ainda muito mais do que poderíamos esperar: era preciso produzir liberdade para os escravos do pecado. Ele viu que não conseguiríamos isto por nós mesmos e aí tomou nossa forma, nossa natureza e Se expôs para nos salvar. Este é um amor glorioso; provém de um Deus amorável, Salvador e Consolador.

“Eis um homem que nasceu numa aldeia obscura, de uma camponesa. Criou-se na obscuridade. Trabalhou numa carpintaria até a idade dos 30 anos. Passou três anos como professor itinerante, sem ter nunca exercido cargo oficial, sem possuir ao menos uma casa. Nunca escreveu um livro, nunca teve família, nunca estudou em colégios, nunca viajou mais de 300 quilômetros do lugar onde nasceu. Nunca fez coisa alguma das que indicam grandeza. Não teve credenciais, exceto sua personalidade. Não teve nada deste mundo exceto o poder da varonilidade divina. Enquanto era jovem, teve contra Si a opinião pública. Seus amigos fugiram na hora difícil. Um O negou. Outro O traiu. Foi julgado pelos inimigos. Morreu numa cruz entre dois ladrões. Seus executores lançaram sortes sobre Seu manto, a única coisa que possuía. Quando morreu foi sepultado num túmulo emprestado pela piedade de um amigo, ressuscitando pelo poder de Deus. Vinte séculos são passados e hoje Ele é o centro da raça humana e o Líder do mundo. Estou certo se disser que todos os exércitos que existiram, todas as marinhas que o mundo já possuiu, todos os governos do mundo e todos os reis da terra, somando todas as suas realizações, não influíram tanto sobre a vida do homem nem com tanto poder quanto aquela vida solitária e humilde do nosso Salvador” (PHILLIPS BROOKS).

Vivemos na era da TECNOLOGIA e da INFORMAÇÃO e praticamente nos acostumamos com as novidades que são lançadas a cada dia. Praticamente vivemos na expectativa de novas coisas que facilitem ainda mais a vida. Isto não pode ser confundido com “CONHECIMENTO” real. O conhecimento real traz benefício ao intelecto e ao espírito, pois edifica a pessoa e a conduz ao caminho do bem e ao crescimento das virtudes na vida.
Os ensinos de Jesus eram muito mais do que meras informações que deliciavam as pessoas que O seguiam; eram “CONHECIMENTO REAL E ESPIRITUAL”. Haja vista o Sermão da Montanha, quanto conhecimento prático há ali. Outros ensinos maravilhosos estão contidos nas Parábolas e no Sermão do fim do mundo em Mateus 24.

Conta-se que Miguel Ângelo passeava com alguns amigos numa rua obscura na cidade de Florença, quando viu um bloco de mármore atirado à sarjeta, meio afundada na sujeira e no lixo. Apesar de estar com traje de passeio, aproximou-se imediatamente da pedra, limpando-a e tentando erguê-la da lama. Espantados, seus companheiros lhe perguntaram o que estava fazendo e o que pretendia daquele pedaço de mármore sem valor. A resposta dele foi: “Oh! Vejo um anjo nesta pedra e preciso tirá-lo dela”.


Os ensinos de Cristo, sempre com muita autoridade em Sua Palavra, podem nos lapidar e retirar os excessos de ignorância espiritual que possa haver. Com Seus ensinos em nossa vida, Deus pode libertar o santo, a piedosa mulher, o consagrado jovem que há dentro de nós. Estudemos, então, Seus ensinos em nosso coração e na prática de nossa vida.

O mundo costuma medir uma pessoa pelas obras que realiza. Existe até uma expressão popular que diz que se alguém quer deixar sua marca no mundo deve gerar um filho, escrever um livro e plantar uma árvore. Talvez seja por isso que as pessoas fazem uma corrida louca em busca da fama e do sucesso. Realizar é a palavra do momento, porém sem muito envolvimento. Gerar um filho, mas sem a obrigação de criá-lo ou educá-lo. Escrever um livro, mas com patrocinador e lucros nas vendas. Plantar uma árvore, não para salvar o eco sistema, mas para ter uma sombra para dormir embaixo dela.


Se você observar a natureza, verá que ela dispende o mínimo de esforço em seu funcionamento. A grama não se esforça para crescer, apenas cresce. O peixe não se esforça para nadar, apenas nada. As flores não se esforçam para abrir, apenas desabrocham. Os pássaros não tentam voar, apenas voam... Assim é a natureza. A Terra não se esforça para girar sobre seu eixo; é próprio de sua natureza girar sobre o seu eixo. É da natureza dos bebês o estado de graça. É da natureza do Sol brilhar. É da natureza das estrelas piscar e reluzir. E é da natureza humana materializar seus sonhos... Principalmente quando seus atos são movidos pelo amor, não há perda de tempo, de energia e de esforço. Ao contrário, tudo se multiplica e se acumula. Temos nossa grandeza, quando ajudamos nosso próximo com amor cristão. Por isso, sempre podemos vislumbrar a verdadeira grandeza do Universo; devemos sorrir, amar, ajudar o próximo e nos sentirmos felizes, deixando Jesus atuar em nós e por nós.
Foi assim que Jesus Se sentiu realizado em Sua missão. Ele materializou Seus sonhos de ajudar, curar, pregar e salvar o mundo por amor.

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, constituída por doze pratos assinalados por grande beleza artística e decorativa. Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor pelo descuido. Às vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes em uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana quebrada fossem espalhados em volta do móvel. Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, arrebentando-as “todas” no chão. Ante o espanto que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse: “Aí estão, senhor, todos estão iguais e unidos novamente, conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me. Já que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me para assim salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos nada valem”. Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma. Isto tem grande semelhança com os ensinos de Jesus.
Jesus usou muitas verdades que foram consideradas como idéias impossíveis, mas que mostravam muita inteligência com uma dose de amor divino. Fatos como amar os inimigos, tratar o mal com o bem, ser feliz por ser perseguido e, assim por diante.

Jesus, como sempre, foi perfeito em Suas colocações, pois Ele procurava dar solução aos problemas humanos, como no caso do rompimento do matrimônio criado por Deus. A dureza do coração humano trouxe muitos problemas para as pessoas (o casal, os filhos e os familiares).
Há pessoas que tem idéias dominadoras e só olham para a vantagem pessoal que possam obter, mesmo no casamento. Alguns querem casar com a possibilidade de ter um companheiro ou companheira descartável se qualquer coisa não for do seu agrado. O divórcio, a separação, o abandono pode se tornar um peso de pecado para ambos se não houver amor para consertar o relacionamento.

Uma vez perguntaram para o sábio Demóstenes qual era a primeira coisa necessária para se manter um casamento e ele respondeu logo: “Amor”. Perguntaram qual era a segunda coisa, e ele respondeu: “Amor”. Ainda perguntaram qual era a terceira coisa, e novamente ele respondeu: “Amor”. Se nos perguntassem qual é o primeiro elemento necessário a uma vida cristã, responderíamos sem vacilar: “Amor ao Mestre”. Devemos amar a Deus e guardar os Seus Mandamentos. Nosso divino Mestre fez do amor a prova suprema para todas as coisas importantes da vida. Foi por isso que ele mencionou o divórcio como uma desigualdade do relacionamento.

Um casal vivia em constantes desentendimentos, até que o marido propôs o divórcio à esposa. O processo foi muito demorado, mas o juiz acabou concordando. Segundo a sentença, o filho mais velho ficaria com o pai, enquanto que o mais moço iria para a companhia da mãe. Dispondo de recursos, graças ao seu bom emprego, o pai pôde dar ao filho mais velho o que comumente se chama de excelente educação e ajudou-o a conquistar o diploma de advogado. Seu irmão, porém, não teve as mesmas oportunidades. A mãe, pobre, mal lhe pudera dar curso primário. Mas soube orientá-lo no estudo das Sagradas Letras. E de tal modo o fez que em pouco tempo ele era conhecido como o jovem mais instruído e espiritual da cidade. Anos mais tarde, já às portas da velhice, os dois irmãos se encontraram. O mais velho, mal dirigido espiritualmente, a despeito de sua bela cultura, cedo caíra na prática de negócios duvidosos, e seu nome foi rolar no lodo em que vivem os trapaceiros de toda espécie. O mais moço, porém, foi escolhido para pastor da igreja, e nesse posto promoveu um grande serviço social, além de conduzir muitas almas a Cristo. De nada vale uma educação perfeita se não tem a orientação do firme fundamento da fé aprendida no lar.
A Bíblia não registra a juventude de Jesus, mas para que Ele Se tornasse uma pessoa equilibrada, consagrada, voltada para as coisas divinas, viveu ao lado dos pais uma bela experiência cristã.

“Jesus não dedicava, como tantos jovens, o tempo a diversões. Estudava a Palavra até familiarizar-se com seus textos. Mesmo na infância, Sua vida e todos os hábitos estavam em harmonia com as Escrituras, e era hábil no manejo das mesmas. ... Além da palavra escrita, Jesus estudava o livro da natureza, deleitando-Se nas belas coisas de Sua criação”.


Em um vilarejo do Canadá havia um sitiante que possuía uma linda filha de 4 anos de idade. Seu vizinho possuía um enorme cão feroz, que causava espanto e medo a toda as pessoas. Um dia ao voltar para casa, a menina viu o pai e correu ao seu encontro. O cão do vizinho vendo a menina correr escapuliu e avançou sobre sua vítima, matando-a em segundos, diante do olhar atônito do pai. Os vizinhos tomaram suas armas e, invadindo a propriedade do sitiante, executaram o maldito cão no mesmo local. O tempo passou e quando chegou a época de semear os campos, ninguém vendeu sementes para o dono do cão assassino. Todos começaram a semear os campos e aquele sitiante viu que ia perder a época do plantio. O tempo passou e quando as primeiras chuvas chegaram e os campos brotaram as sementes, todos perceberam o que havia acontecido. O pai da menina morta tinha seus campos semeado apenas pela metade e o dono do cão tinha a outra metade. O paiu da menina tinha perdoado aquele homem e repartiu suas sementes com ele. E nós, o que faríamos numa situação desta? Teríamos optado pela vingança? Teríamos perdoado também? Jesus perdoaria, com certeza.
Em resumo: Perdão não é algo que se consiga explicar com uma história apenas. Ajuda na compreensão, mas só quem vive um drama, um trauma, é que tem condições de avaliar a questão do perdão. A religião que Cristo coloca em nosso coração é aquela que exerce o perdão acima de qualquer situação. Só Deus consegue colocar o perdão em nós.


Quando acontece um acidente e pessoas são salvas por heróis anônimos, ninguém pergunta porque foram salvas, mas se as pessoas morrem de forma inocente, sempre se perguntam: “Por que morreram? O que fizeram para merecer isto?”.

Há alguns anos atrás (em 1982) a imprensa mundial mostrou a história de um homem chamado de “O HERÓI MISTERIOSO DO RIO POTOMAC”. Aconteceu um acidente na ponte sobre o rio Potomac quando o avião da Air Flórida (vôo 090), bateu na ponte e mergulhou nas águas congeladas do rio. Só 5 pessoas sobreviveram e o que a imprensa mostrou foi o ato heróico de um homem dos seus 50 anos de idade, que ajudou os sobreviventes cedendo sua vez de ser salvo pelo helicóptero de resgate. Toda vez que o helicóptero do resgate vinha resgatá-lo, ele passava sua vez para outra vítima que estava agarrada em algum destroço do avião. Antes que o helicóptero viesse para finalmente retirá-lo do rio gelado, ele não resistiu e submergiu; afundou e desapareceu, morrendo pelas pessoas a quem dera a vez para serem salvas. Seu nome depois foi descoberto e ele foi homenageado. Chamava-se Arland D. Willians Junior. A imprensa e a população sempre se perguntaram: “Por que ele teve que morrer? Por que não se salvou como os outros?”. Os sobreviventes agraciados com seu ato heróico sabem a resposta e já falaram fartamente sobre sua gratidão a este herói do rio gelado.
No entanto, Jesus fez algo superior. Sua morte que sempre foi tão questionada nos parece agora tão cheia de significado, porque somos os sobreviventes beneficiados por Sua morte na cruz.

Quando Jesus nasceu, Sua vida cumpria uma designação profética: Ele era o Sol da justiça. Como o Sol nasce e morre no final do dia, Jesus nasceu para morrer e tornar a viver outra vez. Aceitá-lo é ter esperança da vida eterna.

Simeão foi grato a Deus pela bênção de ter no colo, o Salvador do mundo. Tudo que os profetas disseram, tudo que os patriarcas sonharam, desde o Éden, estava ali em suas mãos. Sua alegria foi imensa porque sabia que Jesus seria o Salvador do Mundo. O brilho da alegria só foi interrompido pela visão da morte de Jesus pelos pecadores e por aquilo que Maria, a mãe, sofreria.

Vivemos hoje a realidade de uma grande esperança firmada na ressurreição do Senhor Jesus. O homem tenta fugir da morte, criando inúmeros projetos biogênicos e criogênicos (congelamento por azoto líquido para ser ressuscitado no futuro), esquecendo-se que Jesus já venceu a morte e o melhor está por vir.

Vivemos na atualidade um momento bíblico sem igual, porque temos no Céu um representante oficial como Salvador e que Se tornou o Sacerdote que vela e intercede por nós junto ao Pai. Essa intercessão significa que Ele responderá nossas orações e súplicas e defender-nos-á contra a condenação que porventura o inimigo de nossas almas venha tentar impor sobre nossas vidas.

 


A doutrina do Santuário sempre teve um certo mistério no seu conteúdo simbólico. O que precisamos saber, no entanto, é que o estudo do Santuário é maravilhoso e cheio de iluminação e grandiosas lições para nossa vida cristã. Não é preciso conhecer todos os símbolos e seus significados, mas pelo menos aqueles que representam nossa aproximação de Deus e a aceitação diante de Sua santidade.
O santuário ou tabernáculo foi construído com as ofertas do povo (ouro, prata, bronze, púrpura... etc.), segundo as instruções ou o modelo que Moisés recebeu de Deus.
No antigo Santuário, feito conforme o modelo do Céu descrito a Moisés, havia pelo menos alguns objetos e rituais que precisamos conhecer para dar significado ao que entendemos hoje como nosso Sacerdote celestial.

No santuário e seus rituais, o cordeiro era o elemento mais importante, porque providenciava a substituição do pecador e produzia a justificação que a Lei requeria. Sem o cordeiro, o pecador é que teria que pagar pelos pecados cometidos contra Deus ou contra o próximo.
ILUSTRAÇÃO: Na Itália há em um vilarejo, uma igreja conhecida como “IGREJA DO CORDEIRO”, porque há na porta da igreja, bem acima do batente, a figura em gesso de um cordeiro. Segundo contam, durante a construção do Templo, um pedreiro caiu descuidadamente do andaime no qual trabalhava rebocando a torre da igreja. Os amigos ouviram seu grito e o viram ainda caindo. Correram para prestar-lhe socorro, devido a altura do acidente. Porém, ao chegarem no solo, viram o homem em perfeito estado e aos seus pés, um cordeiro morto, porque amortecera a queda do acidentado. O animalzinho morreu em seu lugar. O homem ficou tão grato que resolveu doar a figura em gesso de um cordeiro, que foi colocado acima da porta.

Quando estudamos o Santuário, vemos em especial 3 figuras: vemos o sacerdote, o cordeiro e o pecador, embora o sacerdote e o cordeiro ficam mais em evidência do que o ofertante. Podemos, no entanto, declarar que a figura do sacerdote nos chama mais a atenção. Talvez agora na doutrina do Santuário, essa figura é a principal no cenário da intercessão.

Que diferença Jesus fez na vida das pessoas do Seu tempo e também no nosso? No tempo dEle, atendeu a todos com carinho, dando a eles a visão plena do amor do Pai.
Para nós Ele mostrou o amor de Deus através da compreensão dos simbolismos do Santuário de maneira real. Ele foi o Cordeiro que morreu pelos nossos pecados e Se tornou depois o Sumo Sacerdote oficiante como descrito na doutrina do Santuário.
A doutrina do Santuário nos dá uma visão celestial superior do plano da salvação. É como estar cego e começar a enxergar

Um viajante cruzou a fronteira e teve de apresentar-se na Polícia Federal. Perguntaram-lhe os funcionários: “Tem o senhor qualquer objeto de contrabando?”. O viajante respondeu que não tinha nenhum objeto de contrabando, mas mesmo assim os funcionários disseram que não podiam permitir-lhe passar sem que examinassem sua bagagem. Pediram licença para examiná-la e, terminado o exame, o viajante se dirigiu aos homens dizendo: “Cavalheiros, peço licença para dizer que tipo de pensamentos este exame despertou em mim. Todos nós somos viajantes para um reino eterno, para o qual não podemos levar nenhuma mercadoria de contrabando. Essas coisas são ofensivas a Deus. Por isso, todo homem é examinado muito mais rigorosamente do que os senhores me examinaram. Deus é o grande Examinador dos corações, através do juízo investigativo. DEle nada se acha oculto; e naquele reino, como neste, qualquer objeto proibido traz ao homem a punição. Sua segunda vinda, determinará quem será cristão genuíno ou portador de contrabando espiritual”.
Que possamos nos preparar para esses eventos finais com nossa fé alicerçada nas doutrinas maravilhosas que o Senhor nos revelou.

Vivemos os momentos que antecedem a segunda vinda de Jesus a este mundo e este evento glorioso tem que fazer parte de nossa vida como uma suprema esperança de glória e antecipação da felicidade eterna. A volta de Jesus não será o que os filmes pintam com sumiço de pessoas, pânico e mortes. A volta de Jesus será o encontro de um Deus amigo e salvador, com as pessoas que Ele resgatou e que deseja tê-las em Sua companhia.

O que sabemos sobre Jesus é suficiente para crermos nEle? Alguns se preocupam em provar historicamente quem foi Jesus e se Suas obras foram reais ou produzidas para mostrar a veracidade do Seu ministério. A chamada “alto crítica” tem tentado colocar Jesus no mesmo nível de pensadores e filósofos desta Terra. A diferença entre Jesus e os chamados sábios é que Jesus continua transformando corações e vidas.

Como a pessoa de Jesus pode ser avaliada em nossos dias? Que padrão de comparação podemos usar para medir Sua influência na humanidade? Jesus Se tornou o mais influente personagem da história humana. Sua vida foi uma verdadeira apresentação do que Deus pode fazer em nosso favor, se aceitarmos Seu filho Jesus, como a maior verdade de nossa vida.

Em nossa jornada para o Céu, podemos ficar cansados das dificuldades que a vida nos traz. O “descanso”, porém, não pode ser encontrado, senão em Cristo. “Vinde a Mim”, é o convite de Jesus, e também: “Eu vos aliviarei”. Unicamente ao irmos a Jesus será extinta a chama da inquieta ansiedade em nosso coração. Milhões têm verificado ser Cristo a resposta à necessidade de sua alma. João Bunyan foi quase dominado por dúvidas e temores, até que um dia, enquanto estava atravessando um campo, foi libertado pelas palavras: “Tua justiça está no Céu”. A partir daí achou em Jesus, o maior conforto de sua vida. João Wesley procurou por dez anos encontrar paz de coração, encontrando descanso só em Cristo. Disse ele acerca de sua experiência: “Fui à noite, muito a contragosto e cheio de ansiedade, a uma pequena igreja ..., onde alguém estava descrevendo a mudança que Deus opera no coração mediante a fé em Cristo; senti o coração estranhamente satisfeito. Senti que devia confiar somente em Cristo para a salvação; e foi-me dada certeza de que Ele tirou meus pecados, e me salvou da cega ansiedade depressiva, do pecado e da morte”.
Confiemos nesse amado Mestre, o Senhor Jesus, para que a vitória sobre as dificuldades desta vida seja uma obra de Suas amorosas mãos. Entreguemos nossos problemas a Ele e, então, poderemos comprovar a realidade que milhões já experimentaram, ou seja, quando nos soltamos em Suas mãos, Ele nos sustenta. Isto representa Sua própria glória diante da nossa fé.

Um escritor, em seu passeio matinal, na encosta de uma montanha, encontrou-se com um amigo pastor de ovelhas da região. Tinha a sua capa bem cingida ao corpo, e via-se que havia alguma coisa envolta nela, objeto de todo o cuidado do pastor. Curioso ele perguntou: “Malcolm, que é que você tem em sua capa?”. Ele respondeu: “É uma pobre ovelhinha abandonada. Quando eu estava fazendo minha ronda, esta manhã, encontrei-a deitada no frio chão: sua mãe a abandonara, e haveria de morrer logo. Tomei-a, embrulhei-a em minha capa, e vou levando-a para casa, para meu quarto”. O escritor perguntou o que ele pretendia fazer com ela e o pastor de ovelhas respondeu: “Vou dar-lhe alimento, e logo voltará ao rebanho”. A pobre ovelhinha abandonada reviveu, cresceu e tornou-se uma das mais fortes e vivas ovelhas do rebanho, ao passo que, se o bondoso pastor não tivesse compaixão dela, teria sucumbido tristemente. Vemos aí, a semelhança com o evangelismo.

Roguemos a Deus que nos dê esse espírito de amoroso interesse por aqueles que estão perdidos. Olhemos com o grito silencioso das ovelhas perdidas ao seu redor. Oremos ao Senhor para que nos transforme em poderosos instrumentos que tiveram a visão e o chamado do Salvador. Vamos procurar dar o nosso testemunho de trabalho cristão. Isto irá incentivar outros ao trabalho do Senhor pelas almas.

Um dos personagens impressionantes que a Bíblia menciona é o apóstolo Paulo; um homem que teve uma visão da propagação da mensagem, além da visão que lhe fora dada. Para ele, ser um vaso escolhido estava além das muralhas de Jerusalém e os gentios se tornaram uma seara de colheita para a vida eterna.


O tremendo contraste entre Saulo, o cruel perseguidor, e Paulo, o apóstolo, tem seus paralelos na vida de muitas pessoas. Tal é o caso de certo homem robusto que trabalhava numa companhia de fabricação de ferro. Seu apelido era “TOURO”, porque era feio na aparência, nas ações e nas palavras. Seu divertimento favorito era a briga que acompanhava a embriaguez. Parecia que ele se deleitava em encontrar alguém que se dispusesse a brigar em face de suas provocações. Em determinada tarde, estava jogando baralho, e brigou com um dos seus companheiros de jogo nos fundos de um salão, esbofeteando-o no queixo com tal força que a vítima jamais recobrou a consciência. O criminoso foi preso, e assim ficou durante vinte anos, tornando-se o pior detento de todos os tempos dentro do presídio. Sua força e brutalidade eram descomunais e era famoso de tão violento. Ele vivia desafiando quem quer que fosse e surrando muitos até a morte. Ele jurou que quando saísse da prisão mataria seu irmão, que o tinha visto praticar o crime no bar e que tinha testemunhado contra ele no tribunal. Na prisão, porém, o homem brutal conheceu a Palavra de Deus e se rendeu sem reservas ao Senhor que transforma corações. Ele mudou como por um milagre, tornando-se o mais obediente e bondoso entre todos. Quatro anos depois ele foi batizado lá mesmo, dentro da prisão, e cumpriu sua pena até ser liberto. Ele começou a freqüentar uma igreja, atuando com extrema responsabilidade e com tamanho amor pelas almas, que era até impressionante. Na igreja ele era chamado de Irmão João Castro. É assim que podemos ver como Deus muda os corações.
Como o Senhor Jesus mudou a vida de Paulo, pode mudar a nossa vida e nos tornar vasos escolhidos para Sua obra neste mundo. Pode ser que do lugar de onde viemos ou onde estamos, Deus tem algo para fazermos, que somente nossa experiência é capaz de convencer as pessoas do amor de Deus por elas. Se isto acontecer, sejamos a extensão do braço do Senhor para a salvação dos que serão como Paulo foi um dia.

Jesus ensinou os discípulos a serem sábios no ensino e ao mesmo tempo usarem de simplicidade para expor a mensagem de salvação a todos. Não deviam se corromper com o mundo em redor. Embora devamos estar cientes do espírito que domina este mundo, não devemos adotar seus princípios.

Quando enfrentarmos sofrimento perseguição, desprezo, deveríamos ler o Salmo 84 que tem sido chamado a "A Pérola dos Salmos". Ele retrata o sofrimento do Salmista e sua esperança maior. Se nos lembrarmos de como são feitas as pérolas, a semelhança assume significado mais belo ainda. Como sabemos, a pérola é produzida na ostra pela intromissão de um corpo estranho, um cisco qualquer, que fere o minúsculo animal. Para defender-se, a ostra segrega um líquido que circunda o corpo estranho, e que mais tarde se solidifica: é a perola. Muito Valiosa porque representa a vitória sobre o sofrimento.

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor levante sobre ti o Seu rosto, e te dê a paz” Números 6:24-26
“Eis que cedo venho e está comigo a Minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra” Apocalipse 22:12

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