ESPERANÇA

Era
uma vez...
uma represa hidrelétrica estava para ser construída em
um grande vale.
O povo de uma bonita, mas pequena cidade, que ficava neste vale,
deveria se preparar para sair dessa região porque a cidade seria
submersa quando a represa fosse terminada.
Durante o tempo entre a decisão de se construir essa represa
e o inicio dos trabalhos,
os prédios da cidade, que em outra época eram mantidos
limpos e bem cuidados,
assumiram uma aparência pobre e de abandono.
Aquela bela e pequenina cidade perdeu seu brilho,
e mesmo antes de ser deixada pelos seus habitantes já se havia
tornado um símbolo de decadência.
Por que isso aconteceu? A resposta é simples.
Um cidadão, habitante daquele lugar disse:
"Onde não há fé no futuro,
não há trabalho no presente”
É
a esperança que nos mantém vivos, animados. É ela
que alimenta nossos sonhos e buscas.
É justamente porque amamos a vida que, com freqüência,
dizemos que a esperança é a ultima que morre.
Queremos sonhar, queremos ver nossos filhos educados e felizes, ver
nosso mundo melhor.
Vivemos porque temos esperança. Porém, às vezes
sentimos que remamos contra a maré
e tememos perder o ânimo para lutar e vencer tantas adversidades.
Se você acha que suas esperanças são em vão,
que os resultados não têm correspondido
às suas expectativas, a boa noticia é que podemos voltar
a sonhar.
Ainda
há motivos para se ter esperanças e para não se
perder a vontade de viver e de amar.
A esperança da vida eterna que se inicia com a aceitação
de Cristo em sua vida e se completará com a Sua volta a este
mundo para buscar a todos os que O aceitarem.

BÊNÇÃOS
IMERECIDAS
Era
uma vez... um
senhor foi com seus dois filhos a um parque de diversões. Na
entrada,
ele comprou vários ingressos, válidos para qualquer um
dos brinquedos.
À medida que as crianças se interessavam por um determinado
tipo de divertimento,
elas estendiam a mão para o pai, e solicitavam um ingresso.
Depois de algum tempo, após as crianças haverem recebido
vários ingressos,
um garoto estranho, a quem aquele senhor nunca havia visto antes,
veio até ele e estendeu a mão, solicitando um ingresso
também.
O senhor guardou os ingressos no bolso e decidiu não dar nenhum
ao menino estranho.
Vendo isso, o seu filho mais novo disse: “Está tudo bem
papai, este é meu amiguinho.
Eu disse a ele que o senhor lhe daria uma entrada “.
Sabe o que o pai fez? Pegou um tíquete e deu ao garoto.
O pai entregou o bilhete ao menino por causa do pedido do filho.
Aquele estranho não tinha direito ao ingresso, mas desde que
seu filho;
disse que ele receberia um, o pai honrou o nome do filho.
É
exatamente isso que acontece conosco. Não temos o direito a fazer
pedido algum a Deus. Somos pecadores e estranhos,
mas em nome de Jesus, nós pedimos e recebemos.
Assim, Deus honra o nome do Filho, e nossa vida recebe bênçãos
imerecidas.

OBEDIÊNCIA
Era
uma vez... em
uma aldeia das montanhas, entre copadas árvores,
situava-se a casa de um missionário. Ali o clima tropical sempre
foi excessivamente
cálido e úmido. Após as labutas diárias
de seu ministério, ele costumava sentar-se, à tarde,
na varanda, a fim de meditar um pouco e usufruir a suave brisa que caía
no crepúsculo.
O seu filhinho brincava na relva do jardim, embaixo da frondosa arvore
frutífera.
Repentinamente, o seu pai levantou-se e gritou:
“Filho, obedeça-me imediatamente! Deite-se
de bruços!”.
O garoto sem hesitar cumpriu a ordem do pai. “Agora, arraste-se
depressa até onde estou”.
O menino obedeceu. Quando já havia vencido a metade da distância
que o separava do pai,
este lhe disse: “Bem, agora se levante e corra para o alpendre”
O menino correu e atirou-se
nos braços do pai, sem compreender o que estava acontecendo.
Foi então que seu pai lhe mostrou uma enorme serpente enroscada
em um dos galhos
da arvore, preparando-se para lançar o traiçoeiro bote.
Ninguém
gosta de uma criança desobediente. Ela irrita os pais,
incomoda os amigos e passa a maior parte do tempo de castigo,
quando deveria estar desfrutando da vida.
Deus usa a figura PAI-FILHO para ensinar a necessidade de um relacionamento
baseado na confiança e obediência absoluta.
Estaremos nós preparados para obedecer, sem discutir,
às ordens do nosso PAI CELESTIAL?

VIDA...
UMA VIAGEM
Era uma vez... um pequeno garoto estava fazendo
uma longa viagem de trem.
Ele viajava sozinho. De tempos em tempos algumas pessoas conversavam
com ele
a fim de que não se sentisse solitário. Uma senhora lhe
perguntou: “Você não está cansado?”
“Claro que estou, mas meu pai está esperando por mim, por
isso eu me animo”.
“Você não se sente sozinho?” E o garoto respondeu
“Sim, mas meu pai vai se encontrar comigo
no fim da viagem!” Finalmente chegaram à ultima estação.
O garoto saltou feliz
e correu para os braços do pai.
A vida é uma viagem. Freqüentemente nos achamos
cansados, solitários e machucados.
Mas Deus, o grande Pai está nos aguardando no final. Devemos
colocar nossa confiança
e olhar nEle, para que ao chegarmos no final da viagem possamos dizer:
“Estou pronto, estou feliz porque Cristo está me aguardando”

SABEDORIA
Era
uma vez...
um mestre oriental que possuía muita sabedoria.
Alguns alunos se aproximaram dele e interrogaram:
“Mestre, de onde vem toda a sua sabedoria?” Por que querem
saber?- perguntou.
Queremos descobrir o caminho da sabedoria. Queremos ser sábios
também.
Diga-nos o que devemos fazer.
Se vocês realmente desejam saber, sigam-me. O mestre os levou
para as águas calmas do mar
e convidou a todos para entrar na água com ele. Quando estavam
com água na altura do peito,
o mestre levou a mão até a cabeça de um de seus
alunos e a afundou.
Depois de segurá-la por alguns instantes, o mestre a soltou,
esperou que o ofegante aluno se refizesse,
e dirigindo-se a ele perguntou: - Quando sua cabeça estava dentro
da água,
o que é que você mais queria?
Ar... Respondeu o rapaz. – Você não queria dinheiro,
fama, prestigio?
- Não, eu queria ar, disse ainda o ofegante aluno.
Muito bem, retrucou o mestre, quando quiser sabedoria, como você
queria o ar, então encontrará.
Não basta querer sabedoria simplesmente. Temos que buscá-la
como quem busca o ar,
como quem busca alimento para viver. A sabedoria não surge ao
acaso, nem surge de qualquer fonte.
Ela é como o ouro que não se encontra na superfície.
É preciso cavar fundo, com muita humildade
e perseverança, para consegui-la.
Muitas
pessoas pensam que liberdade é a licença para fazer tudo
o que se deseja,
mas a verdadeira liberdade é a habilidade de fazer o que é
certo.
É necessária a obediência para se obter liberdade.
O mesmo acontece com a liberdade da vida. Para sermos verdadeiramente
sábios,
temos que nos submeter a Deus, sermos obedientes à Sua palavra.
Só assim,
então, poderemos sentir a maravilha de ser verdadeiramente sábios
e viver em liberdade.

PAZ
Era
uma vez... um
autor norte-americano, decidido a buscar a fórmula da paz,
o fereceu um premio de cem mil dólares a quem lhe trouxesse um
plano que assegurasse a paz universal.
Mais de vinte e dois mil planos foram apresentados. Após varias
discussões sobre o melhor deles,
os juízes optaram pelo plano mais simples de todos, um plano
que continha nada mais;
do que duas palavras: “Experimente Jesus”.
Sem duvida, Jesus é a única alternativa para a paz.
O mundo quer nos oferecer paz pelas estratégias de segurança
de que dispõe, quer nos assegurar
Paz pelo contingente de homens armados vigiando nossas ruas e casas,
mas são homens cuidando
de homens, essa não é a paz verdadeira.
A paz verdadeira é aquela que faz nossa alma repousar
em segurança.
A
vida não tem sentido se não for vivida em paz.
Aprendemos desde cedo que o preço de nossa liberdade é
a eterna vigilância,
e descobrimos que proteção não significa paz.
A paz com que sonhamos parece estar em uma casa de campo,
em longas férias à beira-mar, ou em guarda costas capazes.
Mas de alguma forma sentimos que não passamos de vitimas em fuga,
e continuamos sonhando com a paz.
Precisamos dela para nos tornar serenos e amorosos,
para viver o objetivo principal da vida que é serviço
abnegado
e o amor ao próximo; a paz verdadeira que nos assegure um futuro
feliz,
que nos garanta um sono tranqüilo.
O
Senhor não nos deixou fama, nem prestigio,
mas nos deixou a possibilidade de termos paz interior,
ao alcance apenas daqueles que decidem ser Seus seguidores.

AMOR
Era
uma vez...
dois irmãos que trabalhavam juntos numa fazenda da família.
Um deles era casado e tinha um grande numero de filhos. O outro era
solteiro. No final de cada dia,
os irmãos se reuniam e dividiam igualmente o produto e o lucro.
Um dia, o irmão solteiro disse para si mesmo: Não é
justo que eu divida igualmente
o lucro de nossa fazenda.Afinal, eu vivo só e minhas necessidades
são mais simples.
Assim, cada noite ele tomava um saco de grãos de seu celeiro,
cruzava o pátio;
que ficava entre as duas casas e o levava ao celeiro de seu irmão.
O irmão casado, por sua vez pensava: Não é justo
que eu divida igualmente o lucro
de nossa fazenda com meu irmão solteiro. Afinal eu sou casado,
tenho esposa e filhos;
que com certeza cuidarão de mim no futuro. Meu irmão não
tem ninguém, portanto, seu futuro
parece ser mais incerto do que o meu!
Assim, noite após noite ele pagava um saco de grãos e
o depositava no celeiro do irmão.
Ambos ficaram intrigados por anos, porque sua própria quantidade
de grãos nunca diminuía.
Sentiram,porém, que o respeito e a consideração
que tinham um pelo outro parecia aumentar.
Até que em uma noite escura, os dois irmãos se encontraram
e descobriram o que estava acontecendo.
Então se abraçaram longamente, entenderam que o desprendimento
e a preocupação
de um pelo outro fizeram com que aumentasse o amor que os unia.
Nunca
se falou tanto em amor como se fala hoje. Mas parece que
quanto mais se fala em amor menos se vive o amor,
tudo parece girar em torno dos caprichos pessoais,
essa é uma das marcas de nosso tempo.
O amor parece ser o centro da vida. Ninguém vive sem amor.
Ele nunca é demais, e pela sua falta o mundo sofre.
Todos nascemos para amar e sermos amados.
É impossível haver amor sem a presença de Deus,
porque o amor não é
uma coisa, o amor é uma Pessoa, porque Deus é amor!

VALORES
Era
uma vez... um
grande e luxuoso navio, considerado o mais seguro já construído
na época,
navegava carregando dois mil e duzentos passageiros. Era considerado
insubmergível,
Mas na noite gelada de 14 de abril de 1912 aconteceu um dos mais impensáveis
acidentes da história.
Não resistiu ao choque contra um iceberg, e no Oceano Atlântico...
Submergiu.
Tamanha era a confiança que os passageiros tinham na embarcação,
que ao soar o alarme,
muitos pensaram ser uma brincadeira. Nem sequer os botes salva-vidas
eram suficientes,
pois julgavam não haver necessidade deles em um navio tão
seguro.
Cerca de mil e quinhentas pessoas desapareceram com o transatlântico.
Entre elas onze milionários de renome.
Entre os sobreviventes, um homem rico levava consigo trezentos mil dólares
em dinheiro e jóias.
Por ocasião do acidente, ele conta que abriu o cofre e percebeu
que o dinheiro e as jóias não passavam de uma ironia.
“Olhei o que tinha, ele afirmou, mas ao sair do navio, escolhi
carregar comigo apenas três laranjas”
naquele momento de angustia, as laranjas valiam mais que qualquer riqueza.
Às
vezes parece que o valor que atribuímos às coisas não
merece todos os esforços
que gastamos para conquistá-las. Frustrados, percebemos que aquele
sonho acalentado
não tem a importância que pensávamos.
Há momentos na vida que os valores se invertem. Aquilo que tinha
tanto brilho
vale pouco, depois de conquistado. Outras vezes, nos encontramos em
situações
em que o valor das coisas pequenas e simples assume uma inesperada importância.
Deus quer que nos acheguemos a Ele de forma incondicional, sem reservas.
Quer que coloquemos o coração em coisas eternas, que nossa
visão possa
ir além de nossos anseios matérias.
Abramos nossos olhos para perceber quão importantes são
as orientações divinas,
para que nossa vida possa ser preservada de tal forma
que nos tornemos herdeiros do Céu.

RENÚNCIA
Era
uma vez... um
famoso violinista, daqueles de arrebatar o público com seu talento,
foi se apresentar pelo interior. Em uma de suas apresentações
no teatro de uma pequena cidade,
ele fez o que sabia fazer. Tocou o seu instrumento de forma impecável,
fazendo justiça ao seu talento e inspiração.
No final do concerto, uma senhora aproximou-se e após pedir seu
autografo,
afirmou maravilhada: Ainda estou sob o impacto de sua apresentação.
Eu amo a música e daria a minha vida para tocar como o senhor.
O concertista calmamente agradeceu e lhe disse:
A senhora daria a sua vida para tocar como eu, não é?
Pois eu dei a minha.
Ninguém
pode obter resultados apenas com sonhos e desejos. Temos que
dar a vida por alguma causa se quisermos ver os resultados.
Temos renuncias a fazer. É impossível manter nossa vida
da forma como está
e nos tornar concertistas apenas por desejar dar a vida para ser um.
A cada instante temos que tomar decisões, e cada decisão
terá conseqüências;
sobre o rumo que nossas vidas assume. Implicará em renuncias.
Deus
olha para nos e diz:
Filho, não quero seus elogios, quero o seu coração,
quero a sua vida.
Quero que ande comigo, aceite Minhas palavras, aceite o que tenho
preparado para você e coloque isto em prática na sua vida.
Não quero apenas as suas palavras, quero a sua rendição.
Portanto não resista: entregue-se agora.

PRIORIDADES
Era
uma vez... um
destacado escritor de historia e biografia,
alguns jornalistas ao entrevistá-lo, queriam que ele explicasse
os desafios
e problemas que enfrentava na arte de escrever biografias. Basicamente
queriam saber
como ele conseguia transmitir não somente dados históricos
da celebridade
sobre quem estava escrevendo, mas como conseguia informações
sobre a personalidade
e caráter dessa pessoa.
Ele respondeu: Não é muito difícil descobrir o
que uma pessoa fez,
mas é extremamente complicado descrever que tipo de pessoa ela
era.
Assim ele contou a historia de quando estava escrevendo a biografia
de um general britânico.
O governo permitiu que eu tivesse acesso aos velhos cofres que continham
seus pertences.
Lá encontrei seus talões de cheques, e à medida
que eu lia os canhotos,
tornava-se evidente para mim as suas prioridades e suas principais preocupações.
Eu pude descobrir assim quem ele era e as coisas que ele realmente amava.
A
vida é feita de escolhas, escolhas pequeninas, insignificantes;
ou escolhas sérias, importantes e vitais.
Essas escolhas são baseadas em nossa escala de valores,
naquilo que mais apreciamos e dedicamos mais atenção.
Em geral as escolhas não são fáceis, principalmente
quando sabemos;
que um passo errado pode nos trazer conseqüências desastrosas.
Para Deus nosso direito de escolha é extremamente importante,
porque Ele mede o homem por aquilo que ele coloca em primeiro lugar.
Ele abandonou o Céu por você, Ele deve ser a principal
Pessoa na sua vida.
qual será a sua resposta?

HERÓIS
Era
uma vez...
um príncipe que reinava numa grande região e era respeitado
por todos. A consideração que o povo tinha por ele era
grande. Ele era bondoso e leal,
vivia em função do bem estar das pessoas e por elas trabalhava
incansavelmente.
Porem, uma deficiência física o atormentava. Ele era corcunda.
A despeito do seu problema, era otimista e bondoso. Mas uma sombra
de descontentamento sempre o acompanhava.
Ele gostaria muito de ter uma imagem nobre e sadia, que condissesse
com sua condição política.
Um dia teve uma idéia. Solicitou aos artistas de seu país
que construíssem
uma estatua sua, em praça publica, onde todos pudessem vê-lo
De forma perfeita e saudável.
Após os escultores haverem terminado a obra, todos se admiraram
com sua postura
nobre e elegante. Desse dia em diante, o próprio príncipe
passou a admirar
sua própria estatua por longos períodos. E encantado com
o que via, tentava se assemelhar a ela,
esforçando-se fisicamente para isso.
Conta a lenda que, de tanto observar a estátua, de tanto tentar
se igualar a ela,
fora assim recuperando a beleza física que lhe faltava.
Nós
somos transformados por aquilo que contemplamos.
Por isso precisamos de duas coisas. Primeira: reconhecer nossas limitações.
Segunda: um modelo perfeito.
É olhando para Jesus, como um modelo de perfeição,
que nossas imperfeições são vencidas.
Se observarmos as características necessárias para que
uma pessoa
se torne herói ou heroína, percebemos que não é
muito fácil;
se enquadrar nesse perfil. De alguma forma todos gostaríamos
de ser tratados como pessoas especiais. Queremos vencer,
deixar um rastro brilhante queremos ser lembrados.
Será que aos olhos de Deus nos também podemos ser heróis?

SOLIDÃO
Era
uma vez... um
casal de idosos que, cansados de viver,
solicitaram permissão às autoridades para darem fim à
vida.
Eles queriam uma morte digna. Ele, um jornalista aposentado,
ela, uma dona de casa doente, estavam cansados da falta de atenção
de todos,
inclusive dos parentes. Ninguém os visitava. As ultimas pessoas
que haviam passado por suas portas nos últimos anos foram a empregada
e o jornalista que os entrevistou.
Sentiam-se profundamente desamparados. Não havia uma mão
amiga,
uma palavra, um gesto caridoso ou uma visita trazendo alento.
O
isolamento é antinatural. Não nascemos para viver sozinhos,
precisamos de calor humano, precisamos de amigos.
A solidão é capaz de tornar a vida insuportável.
Uma vida condenada
ao silêncio, onde nada é compartilhado, nem mesmo uma idéia
ou um sorriso.
A solidão machuca, humilha e destrói...mutila as pessoas
aos poucos,
tornando-as melancólicas, introvertidas, caladas e tristes.
Alívio, paz, companheirismo. É isto que queremos
e mesmo sendo abandonados pelos amigos, Deus não nos abandonou.
Disse Jesus: Venham a Mim todos os que estais
cansados...
Cansados de confiar nas pessoas, cansados de lutar sozinhos,
cansados de chorar...
