Não
importa a obra para a qual Deus nos chame, seja ela grande
ou pequena, receberá sua prometida bênção
quando a fazemos fielmente e com os motivos mais sinceros.
As Escrituras também ensinam que as nossas obras de
compaixão e misericórdia precisam ser um canal
dos propósitos de Deus, como vaso de benção
é a chamada mais alta na vida. A cada cristão
é dado ao menos um dom espiritual para esta obra. Quando
nós usamos este dom, as nossas vidas são abençoadas
e enriquecidas por Deus enquanto ele nos usa para abençoar
aos outros, devem ser feitas com alegria, nunca meramente
por "dever".
Harper G. Smith
sempre procurou ser um vaso de bênção
em todos os seus múltiplos empreendimentos. Nascido
em Nova Iorque, em 16 de março de 1873, recebeu aprimorado
treinamento no Instituto de Artes Musicais daquela cidade.
Dono de uma bela e possante voz, foi membro da afamada Companhia
Metropolitana de Ópera por dois anos. Cristão
dedicado ele procurou ser usado por Deus, tanto no serviço
da igreja como no trabalho secular. Regeu coros de igrejas
em diversos Estados e por um tempo, dirigiu a música
para as campanhas evangelísticas de J. Wilbur Chapman,
como também de Maud Ballington Booth do Exército
da Salvação.

Harper G. Smith escreveu este hino,
letra e música, em 1903.
Quero
ser um vaso de bênção,
sim, um vaso escolhido de Deus,
para as novas levar aos perdidos,
Boas-Novas que vêm lá dos céus.
Faze-me vaso de bênção, Senhor
vaso que leve a mensagem de amor
eis-me submisso pra teu serviço,
tudo consagro-te agora Senhor.
Quero ser um vaso de bênção,
para todos os dias fazer
aos culpados que vivem nas trevas
o perdão de Jesus conhecer.
Quero ser um vaso de bênção,
sim, um vaso de bênção sem-par,
avisando que quem crer em Cristo
jubilosos no céu hão de entrar.
Para ser um vaso de bênção,
é mister uma vida real,
uma vida de fé e pureza,
revestida do amor divinal.
Harper G. Smith