
Pequenos
Versos
em
Grandes Sentimentos
Palavras
ao vento
sentimentos ou pensamentos
todos feitos por mim!
lesliebravin

Meus
pensamentos
aquarela minhas idéias
amor pela poesia.

Doce fragrância
cheiro de saudade
deixa lembrança.
Na palma das mãos
um aroma inocente
perfume de rosas.
Esverdeada luz
alegre vaga-lume
brilho noturno.
Alma visível
escrever em versos
essência da arte.
Poemas e versos
artistas do tinteiro
letras de amor.
Abrem o coração
artesões das letras
nobre poesia.
Gotas brilhantes
chega de improviso
chuva de verão.
Frasco vazio
mágica fragrância
cheiro de flor.
abril 2011

Uma viagem à Itália
setembro/outubro 2010*
onde escrevi estes versos
Terra apaixonante
séculos de história
arte e emoção.
Catedral gótica
bela,charmosa e rica
sofisticada Milão
Roma antiga
centro histórico
cidade eterna.
Obra de arte
grandeza romana
o Coliseu.
Ricas colinas
árvores de oliva
bela Toscana.
Cidades e aldeias
imensas muralhas
tesouro histórico.
Ricos vilarejos
estradinhas típicas
videiras em flor
Vielas estreitas
castelos fascinantes
cheiro de antigo.
Célebres torres
abadias seculares
tranqüilas aldeias
Sobre a colina
casinhas de pedra
brilham ao sol.
Ciprestes verdes
bosques de carvalho
vinhos toscanos.
Cidade
medieval
em essência artística
ruelas etruscas.

É
quase verão
linda terra distante
brilham girassóis.
abril
2011

Em
laço vermelho
guirlanda de verdes ramos
noite de Natal.
Sinos
dourados
uma enorme estrela
pinheiro natalino.
Ainda
carrego
as marcas da origem
filha de imigrantes.
Doce
despertar
canto de passarinho
um novo dia.
Nuvens
brancas
caem em gotas frias
pérolas de prata.
Ainda
chove
entre dois arco-íris
tarde de verão.
Tempo
distante
flores de pêssegueiro
recordações.
Bebe
das flores
neste mar de perfumes
abelha insaciável.
Sorriso
de ouro
entre as verdes folhas
um girassol.
Últimas
luzes
raios vermelhos
pôr-do-sol.
Na
escuridão da noite
brilhantes como estrelas
vejo pirilampos.
Um
ramo pende
os pássaros em fuga
vento de verão.
Em silêncio
pulsar de um coração
melancolia.
Jovens
folhas
na árvore cheirosa
frutos maduros.
Na penumbra
a névoa da noite
desce do céu.
Boa chuva
faz crescer do chão
pétalas brancas.
Agora entendo
palavras traduzidas
versos da poesia.
Triste silencia
até as lágrimas
lentes opacas.
Bailarina dança
com asas da paz
anjo pássaro.
Sol vermelho
alameda a percorrer
rude entardecer.
Dia
de chuva
lágrimas pela vidraça
céu nublado.
Chega
o vento
desliza sobre a erva fina
tremem os ramos.
É
primavera
dança das borboletas
mimosas criaturas.
Noite
de outono
perfume de flores
invade o ar.
Pensamento vago
seguindo vaga-lumes
na noite sem lua.
Escrever a calma
modelar momentos
sossego escutar.
Menina
estrela
luz que enfeita
sempre a brilhar.
Desperta
a natureza
na janela um bem-te-vi,
alegre manhã.
Raios de sol
gaivotas em vôo
passam velozes.
Ramos
em flor
borboleta a brincar
chegou setembro.
No
céu azul
levanta o sol intenso
é primavera.
Um
sopro de vida
natureza veste cores
tudo sorri.
Crisântemos amarelos
em meio a verdes folhas
universo de encanto.
Manhã
anunciada
pássaros se erguendo
em liberdade voarão.
Azul
madrugada
o sopro do vento
janela cerrada.
Abandonados
após uma chuvarada
guarda-chuvas.
Correm
velozes
pelas ruas da cidade
os dias e noites.
Entre
a ramagem
num galho retorcido
pássaro canta.
Saudade
estranha
de um tempo a passar
a vida é tão breve.
A
natureza chora
lágrimas da chuva
caindo lá fora.
Poema
lírico
é puro romance
para o poeta.
São
duas rosas
com doces perfumes
entre espinhos.
No
céu da manhã
nos campos esplendidos
as flores odoram.
Domingo
à tarde
crianças na paisagem
raios de sol.
Em
meio ao verde
nas brancas margaridas
um vôo de borboletas.
Vermelho
escuro
canta sobre os montes
pôr do sol.
Duas
figuras
em sintonia perfeita
almas gêmeas.
Sombras
noturnas
no ramo do pessegueiro
um grilo canta.
Pela
janela
a lua branca ilumina
meu silêncio.

Comemoração
festival imin cem anos
Brasil – Japão.
Cidade Japonesa
Kakogawa-Província
de Hyogo
co-irmã de Maringá.
Festividade
imigração japonesa
solidariedade.
Duas
culturas
japoneses e brasileiros
laço de união.
Celebração
centenário da Imigração
bela homenagem!
Em
comemoração aos lOO anos da Imigração
Japonesa no Brasil
1908 ~ 2008
As
poesias
são rios de palavras
dentro de mim.
Nasce
o inverno
um véu de brumas
envolve o céu.
Rumor
de água
quando toca a terra
manhã chuvosa.
Os
lírios brancos
almas de uma história
entre minhas mãos.
Numa
sala antiga
luz fraca da candeia
no crepúsculo.
Ágeis
andorinhas
puras nas asas do vento
novo imigrar.
Flores
pisadas
agitadas pelo vento
abandonadas.
O
mar canta
lua cheia encanta
rumor de água.
Vento
de inverno
penetrando nos ossos
atmosfera gelada.
Erva
banhada
chuva de passagem
fecunda a terra.
Alegria,
tristezas
a vida é mesmo assim
caixinha de surpresas.
Barbas
brancas
passado no presente
um ancião.
Antigas
melodias
em doces harmonias
som de violinos.
Botões
florais
esparsos pelos ramos
sorriem ao sol.
Sementes
brancas
ao receberem chuva
ofertam os frutos.
Capim
picado
uma pilha de feno
cavalos árabes.
Som
do sino
névoa na manhã
céu de inverno.
Rua
escura
raios de prata
incide a lua.
Cheiro
de feno
luzes de lampiões
pequeno celeiro.

A cada noite
íntimos versos surgem
é vida do poeta.
Atualizado
21/4/2011